O quinto passo diz:
Admitimos perante Deus e a outro ser humano a natureza exata de nossas falhas.
Será que eu em recuperaçãoA manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou de drogas. O termo é particularmente associado com os grupos de ajuda mútua; entre os Alcóolicos Anônimos (AA) e outros grupos dos doze passos refere-se ao processo de atingir e manter a sobriedade. Posto que a recuperação é vista como um processo que dura toda a vida, um membro do AA é sempre visto internamente como um alcoólico “em recuperação”, embora o termo alcoólico “recuperado” possa ser usado fora do grupo. estou sabendo dizer: desculpe-me eu errei. Será que eu em recuperação estou dizendo: eu prejudiquei a alguém, você me desculpe eu te prejudiquei. Ou eu continuo ainda com o nariz empinado para não olhar para os meus pés todos sujos ainda por onde eu ando. Por que velhos caminhos levam a velhos lugares, velhas idéias levam a velhos comportamentos. Se eu ainda continuo tendo comportamentos de ativa, eu continuo andando pelos mesmos lugares.
Isso também serve para o familiar. Se eu estou tendo o comportamento dele como usuário ativo, eu não estou me olhando no espelho, não estou conseguindo me enxergar, não estou conseguindo me ver em recuperação. Por que fica muito difícil para o familiar também, não só para o dependente, aí muito mais para o familiar, é o familiar acreditar que está tendo sucesso na vida. Em função dos anos que passou/viveu com o seu dependente ativo, hoje o familiar não acredita que está vivendo um momento de tranqüilidade, o familiar duvida.
Isso o que é? É falta de humildade em reconhecer aquilo que de bom está acontecendo na própria vida. Falta de humildade em reconhecer junto aos outros, o que de negativo eu também já fiz, e se eu não tenho humildade suficiente para isso eu não posso conseguir identificar as mudanças que eu tive na minha vida. Como é que eu posso identificar a mudança se eu não tenho contato comigo?
Então esse muitas vezes é o papel que faz o familiar. É muito mais fácil enxergar o outro, os defeitos do outro do que de si próprio. E daí o familiar se torna agressivo, antipático, inadequado, e quando vai encostar a cabeça no travesseiro ele diz: puxa vida... ... ..., outra vez eu briguei. É lógico! O familiar não está se olhando.
A mesma coisa acontece com o dependente. O dependente muitas vezes com a intenção de agradar a alguém faz um inventário que é uma verdadeira historinha. Vai contar historinha para outro e esse outro ainda concorda: _ parabéns seu inventário está muito bom.
Só que a verdade sobre a vida dele não foi relatada. A mesma coisa acontece com o familiar. Se alguém entra na casa de um familiar e tira um toca-fitas..., ele roubou. Mas como foi o meu filho, não... Ele pegou para trocar com drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.. Que diferença faz? Eu fiquei sem o aparelho da mesma forma. É um roubo / furto que houve. Mas o familiar consegue enxergar isso?
A mesma coisa acontece com dependente que não quer entrar em recuperação: é não reconhecer que prejudicou as pessoas, e de que forma prejudicou estas pessoas. É necessário que façamos um balanço de nossas vidas e tenhamos suficiente humildade em reconhecer as pessoas que prejudicamos. Isso inicialmente, em primeiro momento é difícil, por isso precisamos de assertividade.
Mais Acessados Hoje
Hoje:
- Filhos adolescentes e as dificuldades que os pais enfrentam. Quem precisa de ajuda?
- Quais os efeitos imediatos (agudos) do uso da cocaína?
- Alcool e outras Drogas
- O dependente químico em recuperação
- Tratamento da dependência de álcool com Naltrexona: a droga que mata a sede de álcool
- Uso e abuso de drogas na adolescência: o que se deve saber e o que se pode fazer
- Tratamento para indivíduos com abuso ou dependência de cocaína e crack
- Quais as conseqüências do uso continuado (crônico) da cocaína?
- Cocaína.
- O que é um adicto e 12 Passos
- O Tratamento da Família na Dependência Química
- Solventes e inalantes
- Drogas Estimulantes (Anfetaminas)
- Maconha
- Causas e consequências da dependência química
- Recaída e síndrome de abstinência
- Quem é o co dependente
- Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001
- Os 12 passos e a recuperação.
- Internação compulsória para tratamento de alcoólatras e dependentes químicos
- Portais de Jornais e Revistas de Psiquiatria no Exterior
- Adolescência e drogas II
- Alterações hematológicas ligadas ao alcoolismo
- Naltrexona (Revia®):
- Esteróides Anabolizantes
- Prevenção: dicas para os pais manterem seus filhos longe das drogas.
- Uso, abuso e dependência de cocaína
- Ibogaína no tratamento de dependência química
- Plano de prevenção à recaída (Texto completo)
- Abstinência e dependência quimica



Comentários
Comentar