Drug Abuse
Ancient literary and religious texts show that, at all times and places, human beings deliberately used (and abused of) substances fitted to modify the nervous system functions, inducing altered bodily sensations and psychological states.
Why People Use Drugs?
But why are the intoxicants (modifiers of nervous function) so sought after? What are the reasons that drive people to use them?
We think that we could assign these reasons to four basic groups:
1. In order to reduce unpleasant anxiety and depression feelings. These feelings are:
The Types of Drugs of Abuse
Along mankind’s history, several pharmacological agents have been used to induce intoxication, They comprise plant extracts, fermentation products and, more recently, different synthetic substances.
In his book "Phantastica: Narcotic and Stimulating Drugs"(1924), Louis Lewin classified the distinct psychological effects of the different agents. According to him, the agents then known, could be classified as:
The Mechanism of Drug Action in the Brain
Whenever a person uses a drug and the effect it produces is somehow pleasant, this effect gets a rewarding quality for that person. As experimental research by behavioral psychologists has demonstrated, all behaviors that are reinforced by a reward have a tendency to be repeated and learned. Successive repetitions, besides fixing the reward-producing behaviors, also fix all previously indifferent stimuli, sensations, and situations, eventually associated with those behaviors.
The Causes of Drug Abuse
Investigations show that some alcoholics begin to drink due to social pressures or in response to stressing situations in their lives. Since the drinking behavior is initiated, its fixation is conditioned by the alcohol-induced psychophysiological reward. Contrariwise other alcoholics seem to be driven to use and abuse alcoholic beverages by an internal compulsion.
The Chemical Changes Induced by Drugs in the Brain
Certain characteristics seem to be common to all abuse-inducing drugs:
The cravingNecessidade imperiosa de uma substância psicoativa ou de seus efeitos intoxicantes. Craving é um termo popular usado para o mecanismo que se supõe estar na base do controle prejudicado: alguns acreditam que esse desejo aumente, pelo menos parcialmente, como resultado de associações condicionadas que evocam respostas de abstinência condicionada. O craving pode também ser induzida pela evocação de algum estado psicológico semelhante à síndrome de abstinência do álcool ou drogas.9Veja também:abstinência condicionada, compulsão; controle prejudicado; síndrome de dependência.[No Brasil, mais recentemente, em certos círculos acadêmicos, passou-se a usar “fissura”, gíria bastante comum entre usuários de drogas, para designar o craving.] is similar to all those that produce dependence, although different drug groups show different physiological and behavioral effects
Environmental factors influence not only the acute effect of the drug but, also the probability of an eventual dependence, as well as relapsing in it.
There is a genetic predisposition to dependence.
Drug Abuse: The Alcohol
Alcohol is a multiple-action depressorQualquer agente que suprime, inibe, ou diminui alguns aspectos da atividade do sistema nervoso central (SNC). As principais classes de depressores do SNC são os sedativos/hipnóticos, os opióides e os neurolépticos. O álcool, os barbitúricos, os anestésicos, as benzodiazepinas, os opiáceos e seus análogos sintéticos são exemplos de drogas depressoras. Os anticonvulsivantes são por vezes incluídos no grupo dos depressores, por causa de suas ações inibitórias da atividade neuronal anormal.Os transtornos relacionados ao uso de depressores são classificados na CID-10 como transtornos por uso de substâncias psicoativas, nas categorias F10 (para o álcool), F11 (para os opióides) e F13 (para os sedativos ou hipnóticos).Veja também:álcool; benzodiazepina; neuroléptico; opióide; sedativo/hipnótico. of the Central Nervous System, and the depression caused by it is dose-dependent. Although alcohol is mainly used because of its stimulating action, this action is only apparent and happens only with moderate doses. It results from the depression of inhibitory controlling mechanisms. Under the effect of alcohol the cortex is freed from its integrative role, thus resulting confuse and disorganized thinking, as well as disruption of adequate motor control.
Psychostimulants: The Amphetamines and Cocaine
The psychostimulants is a group of drugs with differing structures and common actions such as increased motor activity and lessening of sleep necessity. These drugs decrease fatigue, induce euphoria and have sympathomimetic effects (they increase sympathetic nervous system actions). The psychostimulants includes drugs of the amphetamine group and cocaine.
The Hallucinogens
Hallucinogenic or "psychedelic" drugs have the capacity to induce hallucinations without delusion.
LSDVeja alucinógeno. (lysergic acid diethylamide) became the hallucinogenic drug prototype due to its widespread use, as well as, because it represents a similar family of drugs, and because it was amply studied.
The LSD group includes, besides LSD (a lysergic acid derivative), mescaline (phenyl-alkyl-amine), psilocybin (indol-alkyl-amine), as well as related compounds.
Marijuana and Hashish
The active principle of marijuanaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidrocanabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão periférica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classificados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva. and hashish, D 9 cannabinol (THCTetrahidrocannabinol. Veja cânabis.), seems to be accountable for the drugs' central affects. Both forms are prepared from the leaves of a plant, CannabisUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidrocanabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão periférica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classificados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva. sativa.
THC is lipophilic, quickly dissolving through plasmatic membranes and having a heterogenous distribution in the brain.
Clinical Manifestations of Drug Abuse
For the sake of brevity we shall not discuss in this paper the clinical manifestations induced by each drug or drug-group. We shall only present here the general classification used by the DSM-IV for the disturbances related to substances.
According to the present edition of DSM (Diagnostic and Statistic Manual), disturbances related to substances can be divided in two groups:
1. Substance use disorders
1.a Substance dependence
1.b Substance abuse
The Treatment of Drug Abuse
The National Institute of Drug Abuse (NIDA) definition of drug addiction as "a chronic relapsing disease of the brain, which is expressed in behavioral ways and occur in a social context", expresses the difficulties one meets when trying to treat this condition. The treatment of addict patients comprises pharmacologic agents and psychotherapeutic procedures aimed at helping them to reshape their behaviors.
Bibliography
Alcoholism: Can your genes drive you to drink? – Crime Times Vol. 3, no. 1, 1997, pages 1 & 3 & 7 –
Carvey P.M - Drugs Action in the Central Nervous System. Oxford University Press -1998
Jaffe, J.H. – Substance related disorder. In: Kaplan and Saddock’s Comprehensive Textbook of Psychiatry/VI CDROM, 1996, Williams & Wilkins – Baltimore
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