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Alcoolismo


Naltrexona (Revia®):

Naltrexona: O que é e para quê ?
O revia é a naltrexona, atualmente está sendo usada para diminuir ou mesmo abolir o desejo pelo álcool em paciente dependentes. É uma medicação antiga usada ainda para bloquear o efeito das substâncias derivadas do ópio, como a morfina e a heroína. O uso da revia após administração prolongada desses agentes opióides provoca uma imediata reação de abstinência.

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Tratamento do alcoolismo com Naltrexona

ABUSO DE SUBSTÂNCIAS
Tratamento com Naltrexona

Introdução

A naltrexona é um narcótico não viciante, antagonista opiáceo que ajuda a evitar o uso dependente de heroína ou de outros narcóticos opiáceos em indivíduos dependentes.

O consumo de heroína ou outros narcóticos opiáceos de forma dependente pode levar a muitos problemas sociais e de saúde. Os utilizadores podem até envolver-se em crimes para financiar a dependência.

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Impacto do alcoolismo em mulheres: repercussões clínicas

RESUMO

O alcoolismo entre as mulheres supera as particularidades observadas no âmbito meramente psiquiátrico. Além das características já reconhecidas neste campo, é necessário reconhecer as demais áreas de impacto do consumo de álcool pelas mulheres.

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O mecanismo de ação do etanol

O fenômeno da excitotoxicidade resulta da ativação excessiva da neurotransmissão glutamatérgica, onde pode ocorrer degeneração neuronal em algumas regiões específicas do SNC, sendo o receptor NMDA o principal canal envolvido na morte neuronal.

A administração aguda de etanol produz uma diminuição significativa na concentração de Ca2+, enquanto o uso crônico dessa droga sensibiliza neurônios hipocampais à excitotoxicidade mediada por receptores NMDA.

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Marcadores biológicos do alcoolismo

RESUMO

O diagnóstico do alcoolismo ainda é fundamentado na informação verbal do paciente ao seu médico. Inúmeros marcadores biológicos do alcoolismo vêm sendo pesquisados nas últimas décadas. São parâmetros laboratoriais que podem fornecer informações a respeito de consumo e abstinência _ denominados marcadores de situação, ou podem, teoricamente, apontar para uma tendência ao alcoolismo e a problemas relacionados ao álcool _ denominados marcadores de tendência.

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Dependência de álcool por uso indevido de substância fitoterápica

É relatado o caso de um paciente, sexo masculino, brasileiro, 41 anos, católico, casado, vendedor, com antecedentes de alcoolismo, mas que estava abstinente há quatro anos e sete meses. Começou a se automedicar com um produto fitoterápico para aliviar sintomas digestivos. Com o tempo, foi aumentando a freqüência e, conseqüentemente, a quantidade de uso, já que esse produto é um alcoolato de ervas medicinais, chegando a consumir em média 600 ml da substância por dia, isto é, de 25 a 28 unidades de álcool/dia.

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Alterações hematológicas ligadas ao alcoolismo

RESUMO

O álcool produz vários efeitos na medula óssea, resultando em anemia, leucopenia e trombocitopenia. A ingestão crônica de etanol contribui para o aparecimento de disfunções plaquetárias e anemias carenciais, principalmente por deficiências de folato. A hepatopatia crônica ligada ao alcoolismo tem, como complicações, hemólise e alterações de coagulação.

ABSTRACT

Hematological disorders related to alcoholism

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Alcoolismo Paterno

Alcoolismo tem sido estudado como uma condição psicopatológica que está relacionada com uma elevada taxa de transmissão familiar. Filhos de alcoolistas apresentam um risco cerca de quatro vezes maior de se tornarem alcoolistas na idade adulta quando comparados com a população geral. Estudos transversais tem indicado uma alta freqüência de problemas psiquiátricos entre filhos de alcoolistas. Até o presente foram desenvolvidos poucos estudos longitudinais prospectivos sobre o desenvolvimento de filhos de pais alcoolistas (COAS - do inglês: children of alcoholics).

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Alcoolismo em Transtorno Bipolar

A alta prevalência de uso de substâncias psicoativas em pacientes com transtornos psiquiátricas tem recebido atenção cada vez maior por parte dos pesquisadores. Transtorno Bipolar e Alcoolismo são doenças familiares com fatores genéticos implicados na sua etiologia. A relação genético-familiar entre ambas é controversa e tem sido estudado de forma insuficiente.

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Álcool e adolescência VIII

Álcool e adolescência VIII
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Álcool e adolescência VII: Sinais precoces do alcoolismo na adolescência

2.3. Sinais precoces do alcoolismo na adolescência

2.3.1. Considerações preliminares

Inicialmente deve-se considerar algumas dificuldades e limitações quanto ao uso dos marcadores biológicos, das escalas de avaliação e dos marcadores da quantidade de consumo e álcool.

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Álcool e adolescência VI: Adolescência, crise de identidade e álcool

2.2. Adolescência, crise de identidade e álcool

Adolescência, do latim ad, para + olescere, crescer, significa crescer para. A adolescência é precedida, por um período mais delimitado, mas intimamente ligado a ela, de mudanças físicas determinando a maturação sexual, a puberdade.

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Consumo de Álcool na Adolescência: Álcool e adolescência V

2.1. Consumo de Álcool na Adolescência

Como já apontado que o primeiro episódio de intoxicação alcoólica pode ocorrer na adolescência, pesquisas têm procurado identificar padrões de início de uso de drogas ilícitas e álcool em adolescentes, estudantes e adultos jovens, além de fatores de riscos; por exemplo, (KANDEL, SINGLE & KESSLER, 1976; KANDEL & LOGAN, 1984; ROBINSON, CHEN & KILLEN, 1998; POIKOLAINEN, 2000; BIEDERMAN, FARAONE, MONUTEAUX & FEIGHNER, 2000; HEMMINGSSON & LUNDBERG, 2001).

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Álcool e adolescência IV

É importante esclarecer que esses padrões de consumo se referem às unidades de álcool consumidas ao longo de uma semana, portanto, o consumo da quantidade semanal de unidades de álcool em apenas um dia implicaria mais danos à saúde do que quantidades um pouco maior, mas divididas durante a semana (LARANJEIRA & PINSKY, 1997).

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Álcool e adolescência III: Critérios de quantidade de consumo de álcool e risco à saúde

1.3.3. Critérios de quantidade de consumo de álcool e risco à saúde

Uma dose de bebida alcoólica é definida como algo consistindo entre 10 a 12 gramas de etanol, que equivale a uma unidade de álcool puro.A quantidade de unidades de álcool é determinada pela concentração de álcool num volume de uma bebida:

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Álcool e adolescência II: Marcadores biológicos

É importante ressaltar que não é necessário um indivíduo ser dependente de álcool para que possa apresentar transtornos relacionados ao álcool. Conforme Romelsjo (1995) "Não existe consumo de álcool isento de riscos."(Citado por MARQUES & RIBEIRO, 2002). Há muito mais indivíduos não diagnosticados medicamente como alcoolistas, mas que consomem álcool de forma prejudicial à saúde.

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Álcool e adolescência I: Causas do alcoolismo

Estudos têm procurado estabelecer as causas do alcoolismo, como fatores individuais, sociais e culturais, ou a interação desses fatores. Tais estudos têm estimulado o desenvolvimento de teorias biológicas, psicológicas, psicodinâmicas, comportamentais e socioculturais para determinar a etiologia do alcoolismo (DSM-IV, 1995; SHUCKIT, 1999; FRANCES & FRANKLIN, 1992).

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Tratamento da dependência de álcool com Naltrexona: a droga que mata a sede de álcool

No campo do tratamento do alcoolismo, freqüentemente, aparece uma nova e milagrosa droga para curar esta condição que tanto sofrimento traz para milhões de pessoas. Por certo tempo, achou-se que o dissulfiram, por reagir de uma forma extremamente desagradável com o álcool, facilitaria o controle do beber. Em seguida os benzodiazepínicos, por diminuirem a ansiedade relacionada a abstinência, poderia ser a cura. Também os antidepressivos, e , em especial ,os inibidores da recaptaçãao da serotonina, foram propostos como uma arma eficiente contra o monstro alcoolismo.

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Cocaetileno: um metabólito da associação cocaína e etanol

A cocaína, droga psicoestimulante, é usada freqüentemente em associação com outras drogas de abuso (álcool, heroína, sedativos, maconha, entre outras). Entre estas, o consumo simultâneo de cocaína e álcool tem aumentado significativamente nos últimos anos em todo o mundo. Com o objetivo de estudar a associação entre essas drogas, foi realizada uma pesquisa bibliográfica via Internet, utilizando programas de pesquisa científica (Pubmed e Lilacs), além de pesquisa em trabalhos relacionados ao assunto.

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Acamprosato: Uma nova droga no tratamento do alcoolismo

Essa substância ao contrário da naltrexona é nova e foi criada especificamente para o tratamento do alcoolismo. Está sendo introduzida no mercado brasileiro pela Merck mas já é usada na Europa há alguns anos.

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Páginas

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Importante:

  1. Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e medicamentos.
  2. O(s) autor(es) dos artigos é indicado ao final de cada página.
  3. As informações disponíveis nesta página possuem caráter educativo.

 

Ajuda e informações para tratamento de dependentes e familiares:

  • Abead - Associação de Estudos do Álcool e Outras Drogas - Rua Oscar Freire, 102 - 2º andar - Tel.: 3891-1207 - 3085-4815
  • Amor Exigente - Tel: (11) 5224-1776
  • Associação Promocional Oração e Trabalho - APOT - Tel: (19) 251-5511 ramal 26/ At: Padre Haroldo / Rua. Dr. João Quirino do Nascimento, 1601 - Campinas - SP
  • Central de AA - Tel: (11) 3315-9333 - Av. Senador Queiroz,101, 2º andar / São Paulo-SP
  • Central de Alanon - Tel: (11) 228-7425 e (11)222-2099
  • Central de NA - Tel: (11) 5594-5657
  • Central de Naranon - Tel: (11) 3311-7226 e 227-8983
  • Cebrid - Centro Brasileiro de Informações sobre drogas Psicotrópicas - Rua Botucatu, 862 - 1º andar - Tel.: 5539-0155 - 5576-4504
  • CODA - Codependentes Anônimos - www.codabrasil.org
  • Comunidade Terapêutica Dr. Bezerra de Menezes - Tel: (11) 4109-6422 / Rua Inácio Pedó 660 / São Bernardo do Campo -SP
  • Outros: www.casadia.org
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