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Início

ABUSO DE SUBSTÂNCIAS
Tratamento com Naltrexona

Introdução

A naltrexona é um narcóticoUm agente químico que induz estupor, coma ou insensibilidade à dor. O termo refere-se, em geral, a opiáceos ou opióides chamados analgésicos narcóticos. Na linguagem comum ou na terminologia legal é muitas vezes usado com pouco rigor para significar drogas ilegais independentemente de sua farmacologia. Por exemplo, a legislação que controla os narcóticos no Canadá, Estados Unidos e alguns outros países inclui a cocaína e a maconha, além dos opióides (veja também convenções internacionais sobre drogas). Devido a estes vários significados, é preferível usar termos de conteúdo mais específico (por exemplo, opióide). não viciante, antagonistaUma substância que neutraliza os efeitos de outra. Do ponto de vista farmacológico, um antagonista interage com um receptor para inibir a ação de agentes (agonistas) que produzem efeitos específicos, fisiológicos ou comportamentais, mediados por aquele receptor. opiáceoUm dos grupos de alcalóides derivados da papoula (Papaver somniferum) que produz analgesia, euforia e, em doses mais altas, estupor, coma e depressão respiratória. O termo opiáceo não abrange os opióides sintéticos.Veja também:opióide. que ajuda a evitar o uso dependente de heroínaVeja opióide. ou de outros narcóticos opiáceos em indivíduos dependentes.

O consumo de heroína ou outros narcóticos opiáceos de forma dependente pode levar a muitos problemas sociais e de saúde. Os utilizadores podem até envolver-se em crimes para financiar a dependência(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a neces­sidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psico­ativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoo­lismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “depen­dência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (depen­dência de drogas, dependência química, dependência do uso de subs­tância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicá­veis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a depen­dência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orien­tação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de absti­nência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tole­rância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomato­logia física (neuroadaptação)..

A heroína pode muitas vezes ser injectada, o que pode levar a riscos de overdose(em inglês.: overdose)O uso de qualquer droga em quantidade suficiente para provocar efeitos indesejáveis físicos e mentais mais ou menos imediatos. A superdosagem deliberada é um meio comum de suicídio ou de tentativa de suicídio. Em números absolutos, as superdosagens de drogas lícitas são geralmente mais comuns do que as de drogas ilícitas. A superdose pode provocar efeitos transitórios, duradouros ou a morte; a dose letal de uma droga em particular varia com o indivíduo e com as circunstâncias.Veja também:intoxicação; envenenamento por álcool ou droga e infecções por vírus existentes no sangue, como a Hepatite B, C e HIV.

A desintoxicaçãoO processo pelo qual um indivíduo é afastado dos efeitos de uma substância psicoativa.Como um procedimento clínico, é o processo de afastamento da substância realizado de maneira segura e efetiva, de tal forma que os sintomas da abstinência são minimizados. O serviço no qual esse processo se dá é denominado de unidade ou centro de desintoxi­cação.Tipicamente, o indivíduo está clinicamente intoxicado ou já em abstinência no início da desintoxicação. A desintoxicação pode ou não envolver o uso de medicamentos. Quando os usa, o medicamento em geral é uma droga que apresenta tolerância cruzada e dependência cruzada em relação à(s) substância(s) usada(s) pelo paciente. A dose é calculada para aliviar a síndrome de abstinência sem induzir intoxicação e é gradualmente diminuída à medida que o paciente se recupera.A desintoxicação como um procedimento clínico implica que o indivíduo seja supervisionado até recuperar-se completamente da into­xicação ou da síndrome de abstinência física. O termo “autodesintoxi­cação” é usado algumas vezes para denotar a recuperação não assis­tida de um episódio de intoxicação ou de sintomas da abstinência. ou períodos de abstinênciaA abstenção do uso de droga ou (particularmente) de bebidas alcoólicas, por questão de princípio ou por outras razões.Quem pratica a abstinência de álcool é chamado de “abstêmio” ou “abstêmio total”. A expressão “atualmente abstinente”, freqüentementeempregada em inquéritos populacionais, geralmente define uma pessoa que não ingeriu bebidas alcoólicas nos últimos 12 meses; esta definição não coincide necessariamente com a descrição que o próprio indivíduo faz de si como um abstêmio.O termo “abstinência” não deve ser confundido com “síndrome de abstinência” ( Deve-se, no entanto, diferenciar “abstêmio” (pessoa que não bebe ou não usa drogas) de “abstinente” (pessoa que presentemente não está bebendo, que não está usando drogas).Veja também: sobriedade; temperança. forçada (na prisão, por exemplo) reduzem significantemente a tolerânciaUma diminuição de resposta a uma dose de determinada subs­tância que ocorre com o uso continuado da mesma. No consumidor freqüente ou de grandes quantidades de bebidas alcoólicas (ou de outras drogas), por exemplo, são necessárias doses mais elevadas de álcool para alcançar os efeitos originalmente produzidos por doses mais baixas. Tanto fatores psicológicos como psicossociais podem contribuir para o desenvolvimento da tolerância, que pode ser física, comportamental ou psicológica. Com respeito aos fatores fisiológicos, pode desenvolver-se tanto a tolerância metabólica como a funcional, isoladas ou conjuntamente. Aumentando-se a taxa de metabolismo da substância, o organismo pode ser capaz de eliminar a substância mais rapidamente. A tolerância funcional é definida pela diminuição da sensibilidade do sistema nervoso central à substância. A tolerância comportamental é uma mudança no efeito da droga como resultado de aprendizado ou de alterações ambientais. A tolerância aguda é uma acomodação rápida, temporária, ao efeito de uma substância após uma única dose. A tolerância reversa, também conhecida como sensibilização, refere-se a uma condição na qual a resposta a uma substância aumenta com o uso repetido.A tolerância é um dos critérios para a síndrome de depen­dência. aos opiáceos. O risco de overdoseVeja superdose. nessas alturas é bastante alto.

Como funciona?

Como a naltrexona bloqueia os efeitos dos opiáceos, causa uma ressacaUm estado pós-intoxicação que inclui os efeitos imediata­mente posteriores à ingestão de bebidas alcoólicas em excesso: Os componentes não-etílicos das bebidas podem estar envolvidos em sua etiologia. Os aspectos físicos podem incluir fadiga, cefaléia, sede, vertigem, transtornos gástricos, náusea, vômitos, insônia, tremores finos das mãos e pressão arterial elevada ou diminuída. Os sintomas psicológicos incluem ansiedade aguda, culpa, depressão, irritabilidade e sensibilidade aumentada. A quantidade de álcool necessária para produzir ressaca varia com a condição mental e física do indivíduo, embora geralmente quanto mais alto o teor alcoólico no sangue durante o período de intoxicação, mais intensos os sintomas subse­qüentes. Os sintomas também variam com a atitude social. Usual­mente, a ressaca não dura mais que 36 horas depois que todos os traços da bebida deixaram o organismo.Alguns dos sintomas da ressaca são similares aos da síndrome de abstinência do álcool, mas o termo ressaca é reservado usual­mente aos efeitos posteriores a um episódio único de beber e não implica, necessariamente, nenhum outro transtorno por uso de álcool. aguda em dependentes de opiáceos.

A naltrexona seria receitada no seguimento de um programa de desintoxicação de narcóticos ou depois de se conseguir um período de abstinência.

Processo

Obtêm-se amostras de sangue iniciais para verificar se o tratamento é adequado e para supervisionar os efeitos da naltrexona no fígado.

Testa-se a urina para ver se contém opiáceos e os resultados têm de ser negativos. O utilizador do serviço que pediu o tratamento terá de confirmar verbalmente a abstinência, durante pelo menos 7 dias, de metadonaUma droga opiácea sintética usada na terapia de manutenção dos dependentes de opióides. Tem uma longa semivida e pode ser administrada oralmente uma vez ao dia, sob supervisão terapêutica.Veja também:opióide; terapia de manutenção. ou outros opiáceos (3 dias para

o subutex/buprenorfina).

Administra-se uma dose inicial de naloxonaUm bloqueador dos receptores opióides que antagoniza os efeitos das drogas opióides. Reverte o quadro clínico da intoxi­cação opiácea e é prescrita no tratamento da superdose (overdose) causada por este grupo de drogas.Veja também:antagonista. (um antagonista de curta duração) via intramuscular e o utilizador do serviço é vigiado para ver se há sintomas

de ressaca.

Se não houver sintomas, administra-se uma dose de 25 mg de naltrexona e o utilizador do serviço continua a ser vigiado.

Se não surgirem sintomas negativos, a dose é mantida por uma semana e depois aumentada para 50 mg diários.

O programa de tratamento é negociado individualmente com o utilizador do serviço, fornecendo-se apoio e supervisão para manter a abstinência do consumo de narcóticos opiáceos ilícitos e para trazer uma melhoria do estado de saúde.

Que efeitos tem em mim?

Benefícios

O período que se segue à desintoxicação pode ser o mais difícil em termos da adaptação a uma vida sem narcóticos.

Durante este tempo a naltrexona pode ajudar a prevenir uma recaídaO retorno ao uso de bebida ou de outra droga após um período de abstinência, freqüentemente acompanhado pela reinstalação de sintomas de dependência. Alguns autores fazem distinção entre recaída e deslize, este último denotando uma ocasião isolada do uso de álcool ou droga. à heroína ou outros opiáceos.

Evitar uma recaída ao consumo de heroína ou outros opiáceos pode ajudar a reduzir o risco de overdose e morte resultante do consumo não planeado durante um período de tolerância reduzida.

 

Riscos

Tentativas para anular os efeitos antagonistas da naltrexona podem levar a uma overdose.

Pode dar-se uma overdose com pequenas quantidades de opiáceos se se parar com a naltrexona.

São precisas análises de sangue de dois em dois meses durante um tratamento prolongado, para verificar o funcionamento do fígado.

 

Se acha que este tratamento poderá ser-lhe benéfico, discuta-o com o seu coordenador de cuidados.

Alternativas ao tratamento de naltrexona

Tratamento de buprenorfina (subutex)

Desintoxicação em casa por lofexidina

Desintoxicação no hospital

Aconselhamento sobre o uso mais seguro de narcóticos ilícitos e álcoolNa terminologia química, os álcoois constituem um nume­roso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consu­mida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos poten­cialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxi­cação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decor­rentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuro­patia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica.

Intervenção do assistente social

Também está disponível uma referência para avaliações para reabilitaçãoNo campo relacionado ao uso de substâncias psicoativas, o processo através do qual um indivíduo com um transtorno por uso de uma dessas substâncias atinge seu máximo possível estado satisfa­tório de saúde, de funcionamento psicológico e bem-estar social [A Organização Mundial da Saúde define a reabilitação psicossocial como “um processo que facilita aos indivíduos deficientes, incapacitados ou inválidos a oportunidade de atingirem seu nível máximo de funcionamento independente em suas comunidades. Isso implica tanto a melhoria das capacidades individuais como a introdução de modificações ambientais a fim de proporcionar a melhor qualidade de vida possível aos indivíduo que tenham sofrido de uma doença mental, ou que tenham alguma deficiência de suas capacidades mentais que resulta em qualquer grau de incapacidade.” (WHO. Psychosocial rehabilitation: a consensus statement.Doc.: WHO/MNH/MND/96.2, Geneva, WHO, 1996)].A reabilitação segue uma fase inicial de tratamento (que pode implicar desintoxicação e tratamentos médicos e psiquiátricos). Compreende uma ampla variedade de abordagens, que incluem terapia de grupo, terapias comportamentais específicas para prevenir a recaída, partici­pação em grupos de ajuda mútua , residência em uma comunidade terapêutica ou em uma pensão protegida, treinamento vocacional e emprego protegido. A expectativa é a de uma reintegração social na comunidade em geral. residencial.

 

N.B. Pode ter de ser colocado em lista de espera para alguns tratamentos em certas alturas.

O tratamento funciona melhor quando faz parte de um pacote global de cuidados. Para além da medicação, há outras fontes de ajuda complementares, por exemplo:

Tratamentos falados: terapia cognitiva, terapia comportamental, terapia familiar

Arte-terapia: música, teatro, arte

Terapias complementares: meditação, reflexologiaReflexoterapia é a utilização terapêutica da Reflexologia. É uma técnica de tratamento por meio de estímulos em uma área reflexa. Reflexologia é o estudo destas áreas. É um dos recursos da medicina natural ou medicina complementar, antigamente conhecida como medicina alternativa. O Do In, de origem japonesa, e o Tui Na, de origem chinesa, incluem princípios de reflexologia como estes entre seus tratamentos., acupunctura

Actividade Física

Manter a abstinência de narcóticos ilícitos através de outros métodos como a participação nos Narcóticos Anónimos.

 

Fonte:
Norfolk and Waveney Mental Health Partnership NHS Trust
http://www.nmhct.nhs.uk/ Acessado em: 2008-05-30 13:27:32

 

Outras fontes de informação

The Detox Handbook
(Manual de desintoxicação)
Institute for the Study of Drug Dependence (ISDD)
0171 928 1211

The National Treatment Agency
(Agência de tratamento nacional) www.nta.nhs.uk

Norfolk DAAT
www.nordaat.co.uk

The Norfolk and Waveney Mental Health Partnership Trust Alcohol and Drug Service
01603 671900 ou 01603 750030

The Alliance www.m-alliance.org
Serviço de aconselhamento: Talk-to-Frank 0800 776600 frank@talktofrank.com

PALS (Serviço de apoio e aconselhamento ao paciente)
Telefone gratuito 0800 279 7257 Email: PALS@nwmhp.nhs.uk

 

Patrocinado por uma bolsa educacional da AstraZeneca.

Se quiser este folheto num formato de impressão maior, em áudio, Braille, num outro formato ou noutra língua, queira contactar o PALS e faremos o possível para ajudar.
Produzido em: Outubro 2005 Revisão: Abril 2007 Código: 017

 


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Abstinência e dependência quimica

"Uma concepção errada que prevalece tanto na profissão médica como no público leigo é que o tratamento da dependência química invariavelmente fracassa.

Nada mais longe da verdade, o tratamento da abstinência é eficaz e seguro, embora a melhora seja variável...

...já é ponto pacífico que o melhor tratamento é uma combinação de terapias medicamentosas e psicossociais, aplicadas as duas em doses otimizadas" >> Continuar...


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