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Início

Introdução

A inclusão da família no tratamento de dependentes químicos tem sido consideravelmente estudada, no entanto, não existe um consenso sobre o tipo de abordagem a ser utilizado, dentre as várias propostas. A literatura tem concluído que a terapia familiar e de casal produzem melhor desfecho quando comparada com famílias que não são incluídas no tratamento1,2. Dentro deste contexto, três modelos teóricos têm dominado a conceitualização das intervenções familiares em dependência(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a neces­sidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psico­ativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoo­lismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “depen­dência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (depen­dência de drogas, dependência química, dependência do uso de subs­tância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicá­veis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a depen­dência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orien­tação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de absti­nência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tole­rância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomato­logia física (neuroadaptação). química: o modelo da doença familiar; o sistêmico e o comportamental.

O modelo de doença familiar considera o alcoolismo ou o uso nocivo(F1x.1) (em inglês: harmful use)Um padrão de consumo de qualquer substância psicoativa que causa dano para a saúde. O dano pode ser físico (por exemplo, hepa­tite secundária ao uso de injeção de drogas) ou mental (por exemplo, episódios depressivos secundários à ingestão abundante de álcool). Comumente, mas não invariavelmente, o uso nocivo tem conseqüên­cias sociais adversas; no entanto apenas conseqüências sociais não são suficientes para justificar o diagnóstico de uso nocivo.O termo foi introduzido na CID-10 e suplantou o “uso não depen­dente” como formulação diagnóstica. O equivalente mais aproximado em outros sistemas diagnósticos (por exemplo, o DMS-IIIR) é abuso de substância, que usualmente inclui conseqüências sociais.Veja também:uso arriscado de drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. como uma doença que afeta não apenas o dependente, mas também a família. Esta idéia teve origem nos Alcoólicos Anônimos, em meados de 1940, através dos livros de Black3 e Wegsheider4 que descrevem a criança que cresce em uma família que possui histórico familiar de alcoolismo e como as suas expectativas influenciarão seu comportamento adulto. Mais recentemente, estudos têm focado que a doença do alcoolismo manifesta sintomas

específicos nas esposas e companheiros de dependentes químicos, dando origem ao conceito de co-dependência5,6, embora este tenha recebido críticas7,8,9. Este modelo envolve o tratamento dos familiares sem a presença do dependente (Grupos de Al-AnonVeja grupo de ajuda mútua; grupo dos 12 passos.), que consiste em grupos de auto-ajuda com o objetivo de entender os efeitos do consumo de álcoolNa terminologia química, os álcoois constituem um nume­roso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consu­mida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos poten­cialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxi­cação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decor­rentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuro­patia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica. e drogasDrogas por parte dos dependentes nos familiares e como reparar o que a convivência com um dependente faz na família, seguindo os princípios do AA.

Até o presente, momento a produção científica é limitada neste tipo de abordagem10. No entanto, as intervenções familiares baseadas neste modelo são muito comuns em programas de tratamento em dependência química e produzem forte impacto na opinião pública.

O modelo sistêmico considera a família como um sistema, em que se mantém um equilíbrio dinâmico entre o uso de substâncias e o funcionamento familiar. Em meados de 1970 a 1980, este modelo passou a exercer grande influência entre profissionais de saúde no tratamento da dependência química. Na perspectiva sistêmica, um dependente químico exerce uma importante função na família, que se organiza de modo a atingir uma homeostase dentro do sistema, mesmo que para isso a dependência química faça parte do seu funcionamento e muitas vezes, a sobriedade(1) Abstinência continuada do uso de álcool e de drogas psicoativas (veja recuperação).(2) No uso corrente dos Alcoólicos Anônimos e de outro grupos de ajuda-mútua, refere-se à aquisição e manutenção do controle sobre a vida e seu equilíbrio, em geral. “Limpo” , “seco” e “direito” são alguns sinônimos de sóbrio, principalmente em relação a drogas.(3) Menos freqüente atualmente, a moderação ou padrões habituais de ingestão moderada, próximo do sentido inicial de tempe­rança. pode afetar tal homeostase. O terapeuta utiliza varias técnicas para clarificar o funcionamento familiar e promover mudanças de padrões e interações familiares.

Pesquisas sobre esta abordagem têm mostrado efeitos benéficos na interação familiar e conseqüentemente no comportamento aditivo4,11,12,13,14,15.

O modelo comportamental baseia-se na teoria da aprendizagem e assume que as interações familiares podem reforçar o comportamento de consumo de álcool e drogas. O princípio é que os comportamentos são apreendidos e mantidos dentro de um esquema de reforçamento positivo e negativo nas interações familiares. Inclui a teoria da aprendizagem social, modelo do comportamento operante e condicionamento clássico, incluindo os processos cognitivos16. Este modelo tem propiciado a observação de alguns padrões típicos observados nas famílias, tais como: reforçamento do beberIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica. como uma maneira de obter atenção e cuidados; amparo e proteção do dependente de álcool quando relata conseqüências e experiências negativas decorrentes do hábito de beber; punição do comportamento de beber17,18. O tratamento tem como objetivo a modificação do comportamento da esposa ou das interações familiares que podem servir como um estímulo para o consumo nocivo de álcool ou desencadeadores de recaídas, melhorando a comunicação familiar, a habilidade de resolver problemas e fortalecendo estratégias de enfrentamento que estimulam a sobriedade. Vários estudos referentes a este modelo descreveram desfechos melhores e redução na utilização da substância de abuso14,19,20,21,22,23,24.

Já a abordagem cognitiva-comportamental mescla técnicas da escola comportamental e da linha cognitiva. Esta abordagem reza que o afeto e o comportamento são determinados pela cognição que a família tem a cerca da dependência química, sendo esta cognição disfuncional ou não. O foco é reestruturar as cognições disfuncionais através da resolução de problemas, objetivando dotar a família de estratégias para perceber e responder as situações de forma funcional.

Características Presentes em Famílias de Dependentes Químicos

O impacto que a família sofre com o uso de drogas por um de seus membros é correspondente as reações que vão ocorrendo com o sujeito que a utiliza25. Este impacto pode ser descrito através de quatro estágios pelos quais a família progressivamente passa sob a influência das drogas e álcool:

1. Na primeira etapa, é preponderantemente o mecanismo de negação. Ocorre tensão e desentendimento e as pessoas deixam de falar sobre o que realmente pensam e sentem.
2. Em um segundo momento, a família demonstra muita preocupação com essa questão, tentando controlar o uso da droga, bem como as suas conseqüências físicas, emocionais, no campo do trabalho e no convívio social. Mentiras e cumplicidades relativas ao uso abusivo de álcool e drogas instauram um clima de segredo familiar. A regra é não falar do assunto, mantendo a ilusão de que as drogas e álcool não estão causando problemas na família.
3. Na terceira fase, a desorganização da família é enorme. Seus membros assumem papéis rígidos e previsíveis, servindo de facilitadores. As famílias assumem responsabilidades de atos que não são seus, e assim o dependente químico perde a oportunidade de perceber as conseqüências do abuso de álcool e drogas. É comum ocorrer uma inversão de papéis e funções, como por exemplo, a esposa que passa a assumir todas as responsabilidades de casa em decorrência o alcoolismo do marido, ou a filha mais velha que passa a cuidar dos irmãos em conseqüência do uso de drogas da mãe.
4. O quarto estágio é caracterizado pela exaustão emocional, podendo surgir graves distúrbios de comportamento e de saúde em todos os membros. A situação fica insustentável, levando ao afastamento entre os membros gerando desestruturação familiar.

Embora tais estágios definam um padrão da evolução do impacto das substâncias, não se pode afirmar que em todas as famílias o processo será o mesmo, mas indubitavelmente existe uma tendência dos familiares de se sentirem culpados e envergonhados por estar nesta situação. Muitas vezes, devido a estes sentimentos, a família demora muito tempo para admitir o problema e procurar ajuda externa e profissional, o que corrobora para agravar o desfecho do caso.

E os filhos?

Crescer em uma família que possui um dependente químico é sempre um desafio, principalmente quando falamos do contato direto de crianças e adolescentes com esta realidade. Filhos de dependentes químicos apresentam risco aumentado para transtornos psiquiátricos, desenvolvimento de problemas físico-emocionais e dificuldades escolares. Dentre os transtornos psiquiátricos, apresentam um risco aumentado para o consumo de substâncias psicoativas quando comparado com filhos de não dependentes químicos, sendo que filhos de dependentes de álcool têm um risco aumentado em 4 vezes para o desenvolvimento do alcoolismo26,27,28. No entanto, também é um grupo com maior chance para o desenvolvimento de depressão, ansiedadeAnsiedade, ânsia ou nervosismo é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração etc., transtorno de conduta e fobia social29,30,31,32.

Em relação ao desenvolvimento de problemas físico-emocionais, é predominante a baixa auto-estima, dificuldade de relacionamento, ferimentos acidentais, abuso físico e sexualA saúde sexual refere-se às áreas da medicina envolvidas com a reprodução humana e comportamento sexual, as doenças sexualmente transmissíveis, os métodos contraceptivos, anticoncepcionais, entre outros.. Na maioria das vezes os filhos sofrem com uma interação familiar negativa e um empobrecimento na solução de problemas, uma vez que estas famílias são caracterizadas como desorganizadas e disfuncionais33. Aproximadamente um a cada três dependentes de álcool tem um histórico familiar de alcoolismo e a probabilidade de separação e divórcio entre casais é aumentada em 3 vezes quando esta união se dá com um dependente de álcool34. Fatores como falta de disciplina, falta de intimidade no relacionamento dos pais e filhos e baixa expectativa dos pais em relação à educação e aspirações dos filhos também contribuem para o desenvolvimento de problemas emocionais, bem como o consumo de substâncias psicoativas35.

Estudos sobre violência familiar retratam altas taxas de consumo de álcool e drogas, sendo que filhos geralmente são as testemunhas da violência entre o casal e família, e por vezes alvo de abusos físicos e sexuais36,37. Esta população também está mais freqüentemente envolvida com a polícia e com problemas legais quando comparados com filhos com ausência de pais dependentes químicos38.

No que tange as dificuldades escolares, filhos de dependentes de álcool apresentam menores escores em testes que medem a cognição e habilidades verbais uma vez que a sua capacidade de expressão geralmente é prejudicada, o que pode dificultar a performance escolar, em testes de inteligência, empobrecimento nos relacionamentos e desenvolvimento de problemas comportamentais39,40,32,41. Este empobrecimento cognitivo em geral se dá pela falta de estimulação no lar, gerando dificuldades em conceitos abstratos, exigindo que estas crianças tenham explicações concretas e instruções específicas para acompanhar o andamento da sala de aula.

Estudo realizado no CUIDA (Centro Utilitário de Intervenção e Apoio aos Filhos de Dependentes Químicos) 42, situado na periferia de São Paulo, detectou que na maioria das famílias o pai é o dependente químico (67%), tendo como substância de escolha o álcool (75%). 59% dos cônjuges que não eram dependentes químicos apresentaram risco aumentado para a ocorrência de transtornos em saúde mental. Nas crianças foi observado timidez e sentimento de inferioridade; depressão; conflito familiar; carência afetiva e bom nível de energia que é indicativo de equilíbrio emocional e mental. Nos adolescentes, foi observado maior índice de problemas em Desordens Psiquiátricas, Sociabilidade, Sistema Familiar e Lazer/ Recreação.
Apesar de seu estado de risco, é importante salientar que grande parte dos filhos de dependentes de álcool é acentuadamente bem ajustada39, e por tal uma abordagem preventiva de caráter terapêutico e reabilitador pode ser de vital importância no desenvolvimento saudável de filhos de dependentes químicos.

Tratamento

Inicialmente a disponibilidade dos membros será um fator relevante para um bom encaminhamento, no entanto nem sempre isso é possível. Por isso algumas intervenções que antecedem este processo são favoráveis, como atendimentos individuais às esposas ou pais e/ou intervenções de orientação e suporte. É através do atendimento familiar que os membros passam a receber atenção não só para suas angústias, como também começam a receber informações fundamentais para a melhor compreensão do quadro de dependência química, e conseqüentemente melhora no relacionamento familiar. Uma avaliação familiar pode ser um grande auxiliar no planejamento do tratamento; fornece dados que corroboram com o diagnóstico do dependente químico, bem como funciona como forte indicador do tipo de intervenção mais adequado tanto à família quanto ao dependente.
A American Society of Addiction Medicine propõe três fases para o tratamento de famílias de dependentes químicos, sendo que o nível de intervenção varia de acordo com a meta de tratamento estabelecida, bem como as necessidades da família. A tabela abaixo sumariza os níveis de intervenção familiar de acordo com as fases:

FaseMetasPrincipal alvo de intervenção
Fase I1. Trabalhar a negação;
2. Interromper o consumo de substâncias
Individual
Fase II1. Prevenir recaídas;
2. Estabilizar a família, melhorando seu funcionamento.
Família de origem
Família de procriação
Fase III1. Aumentar a intimidade do casal, no plano emocional e sexual.Casal

A fase I tem como objetivo o dependente a atingir a abstinênciaA abstenção do uso de droga ou (particularmente) de bebidas alcoólicas, por questão de princípio ou por outras razões.Quem pratica a abstinência de álcool é chamado de “abstêmio” ou “abstêmio total”. A expressão “atualmente abstinente”, freqüentementeempregada em inquéritos populacionais, geralmente define uma pessoa que não ingeriu bebidas alcoólicas nos últimos 12 meses; esta definição não coincide necessariamente com a descrição que o próprio indivíduo faz de si como um abstêmio.O termo “abstinência” não deve ser confundido com “síndrome de abstinência” ( Deve-se, no entanto, diferenciar “abstêmio” (pessoa que não bebe ou não usa drogas) de “abstinente” (pessoa que presentemente não está bebendo, que não está usando drogas).Veja também: sobriedade; temperança.. Para tal é importante auxiliar as pessoas a assumir a responsabilidade sobre seus comportamentos e sentimentos. Por vezes, alguns membros podem ser atendidos conjuntamente, enfatizando a diminuição da reatividade do impacto de um familiar nos outros. Ao pensar no modelo de doença, nesta fase é trabalhado o conceito de co-dependência. No referencial sistêmico, o foco centra-se na esposa definir uma posição de modo a quebrar o circulo repetitivo do funcionamento familiar e desta forma, auxiliar o dependente em sua recuperaçãoA manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou de drogas. O termo é particularmente associado com os grupos de ajuda mútua; entre os Alcóolicos Anônimos (AA) e outros grupos dos doze passos refere-se ao processo de atingir e manter a sobrie­dade. Posto que a recuperação é vista como um processo que dura toda a vida, um membro do AA é sempre visto internamente como um alcoólico “em recuperação”, embora o termo alcoólico “recuperado” possa ser usado fora do grupo.. O referencial comportamental trabalha com a perspectiva de visualizar comportamentos do cônjuge que reforcem o comportamento aditivo, almejando a substituição por comportamentos que reforcem a sobriedade.

Na fase II, o foco é identificar padrões disfuncionais na família como um todo, tanto na família de origem, quanto da família de procriação. Nesta fase é importante retomar rituais familiares e conforme o grau de dificuldade, o encaminhamento para uma psicoterapia familiar especializada pode ser realizado.

A fase III é definida como uma nova fronteira no tratamento da dependência química, sendo uma das áreas menos exploradas e talvez uma das mais controversas. Muito tempo após a cessação do consumo de substâncias, alguns relacionamentos continuam desgastados. Nesta fase o tratamento tem como meta aumentar a intimidade do casal e a participação de ambos no processo é fundamental.

Em termos de modalidades, podemos trabalhar com:

  • Grupos de Pares: Nesta modalidade os membros da família são distribuídos em diferentes grupos de pares: dependentes químicos, pais, mães, irmãos, cônjuges, etc. A interação entre pares é facilitadora de mudanças uma vez que escutar de um par não é o mesmo que escutar de um profissional, porque o par passa por situação semelhante e não é alvo de fantasias e idealizações como o terapeuta.
  • Grupos de Multifamiliares: através de um encontro de famílias que compartilham da mesma problemática, cria-se um novo espaço terapêutico que permite um rico intercâmbio a partir da solidariedade e ajuda mútua, onde as famílias se convocam para ajudar a solucionar o problema de uma e de todas, gerando um efeito em rede. Todas as famílias são participantes e destinatárias de ajuda.
  • Psicoterapia de Casal: Casais podem ser atendidos individualmente ou também em grupos, uma vez que o profissional tenha habilidades para conduzir as sessões sem expor particularidades que não sejam adequadas ao tema focado.
  • Psicoterapia Familiar: abordagem mais especializada segundo um referencial teórico de escolha do profissional para a compreensão do padrão familiar e intervenção. Nesta modalidade se reúne a família e o dependente químico.

    Vale ressaltar que a diversidade do atendimento familiar também se refere ao processo, havendo diferenças entre as famílias que recebem psicoterapia familiar, daquelas que esporadicamente são atendidas dentro do tratamento do dependente químico. Conforme a modalidade adotada, é possível conciliar sessões abertas com sessões dirigidas, tanto em grupo quanto individual, com ou sem a presença do dependente, desde que acordado previamente entre as partes.

Considerações Finais

co dependencia Muitos fatores de diversas etiologias contribuem para o desenvolvimento da dependência química, no entanto, a organização familiar mantém uma posição de saliência no desenvolvimento e prognóstico do quadro de dependência química. Neste sentido, a abordagem familiar deve ser considerada como parte integrante do tratamento e um programa bem sucedido é essencial para um desfecho favorável. Daí a necessidade de se especificar o tipo de intervenção de acordo com a meta do tratamento e as necessidades e capacidades da família, evitando adiantar-se a prontidão e motivação da mesma para a mudança.

20/08/2004

Autores

Neliana Buzi Figlie
Psicóloga, Especialista em Dependência Química, Mestre e doutoranda pelo Depto de PsiquiatriaPsiquiatria é uma especialidade da Medicina que lida com a prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das doenças mentais em humanos, sejam elas de cunho orgânico ou funcional, tais como depressão, doença bipolar, esquizofrenia e transtornos de ansiedade.A meta principal é o alívio do sofrimento psíquico e o bem-estar psíquico. Para isso, é necessária uma avaliação completa do doente, com perspectivas biológica, psicológica, sociológica e outras áreas afins.Uma doença ou problema psíquico pode ser tratado através de medicamentos ou várias formas de psicoterapia.A avaliação psiquiátrica envolve o exame do estado mental e a história clínica. Testes psicológicos, neurológicos e exames de imagem podem ser utilizados na avaliação, assim como exames físicos. Os procedimentos diagnósticos variam mas os critérios oficiais estão descritos em manuais como a CID-10 da Organização Mundial de Saúde e o DSM-IV da American Psychiatric Association. da Universidade Federal de São Paulo, Coordenadora do Ambulatório de Alcoolismo da UNIAD (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas), Coordenadora Geral CUIDA (Centro Utilitário de Intervenção e Apoio aos Filhos de Dependentes Químicos).
Site Álcool e Drogas sem Distorção (www.einstein.br/alcooledrogas)/Programa Álcool e Drogas (PAD) do Hospital Israelita Albert Einstein

 

 

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  42. Figlie N; Fontes A; Moraes E; Payá R. Filhos de Dependentes Químicos com fatores de risco bio-psico-sociais: necessitam de um olhar especial? Rev Psiq Clin 2004; 31(2): 53-62.

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Comentários

alcolismo

meu marido bebe todos os diuas e chega em casa ,eu esqueço que ele bebeu e vou conversar com ele , mas dai ele começa a me agredir com,começa a gritar com as pessoas palavras , faz eu passar vergonha pois agride os convidados os filhos genros, e quando eu falo para ele procurar ajuda e chama de louca, debocha da igreja , nao aceita que e um alcoolatra e isso esta acabando com a familia, preciso saber como agir com um bebado cada ves que ele retorna a casa,obrigada

tenho um irmao que ta

tenho um irmao que ta internada com dependencia quimica e alcoolismo ,agora eu queria ajuda pra saber lidar com ele depois que ele sai da clinica estou com medo da recaida

OTIMO MATERIAL

Associação Projeto RESPEITAR 'http://projetorespeitar.org.br/' Base de Conhecimento em Dependência(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a neces­sidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psico­ativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoo­lismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “depen­dência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (depen­dência de drogas, dependência química, dependência do uso de subs­tância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicá­veis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a depen­dência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orien­tação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de absti­nência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tole­rância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomato­logia física (neuroadaptação). Química ( Projeto RESPEITAR ) 'http://projetorespeitar.org.br/blog'

AJUDEME A VENCER AS DROGAS

OLA, MEU NOME E CARLOS TENHO 34 ANOS SOU USUARIO DE DROGASUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. A MAIS DE 15 ANOS POR FAVOR SE OUVER AUGO QUE POSA ME AJUDAR POR FAVOR RESPONDA-ME

Ajuda ao Carlos

Olá Carlos: Boa noite, meu nome é Rogério e sou dependente químico há 27 anos, porém hoje sou ex-usuário e já estou limpo sem usar qualquer drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. (inclusive álccol) há 7 anos . Entendo muito bem o seu desespero pois eu já passei por isso e já fiquei à beira da morte pelo excesso de drogadição. Comecei a usar droga aos 18 anos e já usei todo tipo de droga e com muita compulsãoQuando aplicado ao uso de substâncias psicoativas, o termo se refere a uma necessidade poderosa de consumir a substância (ou substâncias) em questão, necessidade esta atribuída mais a senti­mentos internos do que a influências externas. O usuário da substância pode identificar a necessidade como prejudicial ao seu bem-estar e pode ter uma intenção consciente de se refrear. Esses sentimentos são menos característicos da dependência do álcool e de drogas do que do transtorno obsessivo-compulsivo.Veja também:controle prejudicado; craving; necessidade impe­riosa.. Já fiquei sem dormir por vários dias, até semanas.....Já detonei muita coisa minha e da minha família...Já agredi minha mãe e minha mulher para poder ter dinheiro para comprar a droga....Já roubei....Quase morri dirigindo drogado....Já passei por 3 internações, frequentei o N.A. , A.A. , mas nada disso adiantaria se eu não tivesse a verdadeira intenção de parar e pedir ajuda pois sozinho ninguém consegue vencer a droga. Todas as vezes que tentei anteriormente, no início eu pensava que poderia manipular a droga e só usá-la aos poucos, controlá-la como quisesse, o que é uma tremenda burrice e enganação . Aos poucos a compulsão ia aumentando até o descontrole total. Sempre voltava pra casa derrotado, sujo, sem dinheiro e sem amigos, e chorando muito....Depois de tanta perda tive que me render e admitir minha derrota, pedir ajuda sincera e pedir ajuda TB de DEUS, com todo coração....Recomecei um tratamento numa clínicaClínica médica, no Brasil, também conhecida como Medicina Interna e Clínica geral, é a especialidade médica que trata de pacientes adultos, atuando principalmente em ambiente hospitalar. Inclui o estudo das doenças de adultos, não cirúrgicas, não obstétricas e não ginecológicas, sendo a especialidade médica a partir da qual se diferenciaram todas as outras como Cardiologia e Pneumologia.No Brasil, o especialista em Clínica médica deve cumprir, além do curso de Medicina, dois anos de Residência médica.Em Portugal, trata-se de um termo actualmente a cair em desuso. Em sua substituição, surgiu a Especialidade de Medicina Geral e Familiar, mais abrangente e de natureza diferente.
  1. Clínica
  2. Angiologia
  3. Cardiologia
  4. Dermatologia
  5. Endocrinologia
  6. Gastroenterologia
  7. Geriatria
  8. Hematologia
  9. Infectologia
  10. Nefrologia
  11. Neurologia
  12. Pediatria
  13. Pneumologia
  14. Psiquiatria
  15. Reumatologia
agora levando muito a sério, com os DOSE PASSOS (N.A.) . Só assim vc conseguirá vencer este demônio incontrolável, pois DEUS estará a seu lado e te dará forças para vencer, mas não se iluda pois não será fácil, já que as sequelas são muitas. Mesmo assim vale muito tentar ...veja meu exemplo: Sempre pensei que jamais conseguiria parar, mas já estou sem usar droga há 7 anos e com ajuda de DEUS jamais voltarei a usar qualquer droga! Isso não é arrogância e sim determinação e segurança num DEUS que me sustenta e me ajuda pois sem Ele (meu poder superior) nada conseguiria. Hj minha súde voltou, meu sonoSono é um estado ordinário de consciência, complementar ao da vigília (ou estado desperto), em que há repouso normal e periódico, caracterizado, tanto no ser humano como nos outros animais superiores, pela suspensão temporária da atividade perceptivo-sensorial e motora voluntária. voltou, minha família voltou, meu humor voltou, estou sem dívidas, trabalhando e muito feliz com a oportunidade que tive de poder mudar esta história de derrotas em vitórias, graças a DEUS! Tenha coragem e força para pedir ajuda e iniciar um tratamento sério com vontade de mudar sua história e aí vc verá que é possível um mundo sem droga e com muita qualidade de vida. Um grande abraço e fique com DEUS....Boa sorte. RCMM.

MEU IRMÃO CAÇULA É DEPENDENTE QUÍMICO

Após muitos anos, meu irmão caçula assumiu prá mim que é dependente e que quer se recuperar. Pena que esperamos tanto tempo prá conversarmos abertamente sobre a problemática, mas aconteceu. Agora vou procurar um centro de reabilitaçãoNo campo relacionado ao uso de substâncias psicoativas, o processo através do qual um indivíduo com um transtorno por uso de uma dessas substâncias atinge seu máximo possível estado satisfa­tório de saúde, de funcionamento psicológico e bem-estar social [A Organização Mundial da Saúde define a reabilitação psicossocial como “um processo que facilita aos indivíduos deficientes, incapacitados ou inválidos a oportunidade de atingirem seu nível máximo de funcionamento independente em suas comunidades. Isso implica tanto a melhoria das capacidades individuais como a introdução de modificações ambientais a fim de proporcionar a melhor qualidade de vida possível aos indivíduo que tenham sofrido de uma doença mental, ou que tenham alguma deficiência de suas capacidades mentais que resulta em qualquer grau de incapacidade.” (WHO. Psychosocial rehabilitation: a consensus statement.Doc.: WHO/MNH/MND/96.2, Geneva, WHO, 1996)].A reabilitação segue uma fase inicial de tratamento (que pode implicar desintoxicação e tratamentos médicos e psiquiátricos). Compreende uma ampla variedade de abordagens, que incluem terapia de grupo, terapias comportamentais específicas para prevenir a recaída, partici­pação em grupos de ajuda mútua , residência em uma comunidade terapêutica ou em uma pensão protegida, treinamento vocacional e emprego protegido. A expectativa é a de uma reintegração social na comunidade em geral. na minha cidade, para levá-lo a iniciar o tratamento, por isso estou buscando mais informações sobre a recuperaçãoA manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou de drogas. O termo é particularmente associado com os grupos de ajuda mútua; entre os Alcóolicos Anônimos (AA) e outros grupos dos doze passos refere-se ao processo de atingir e manter a sobrie­dade. Posto que a recuperação é vista como um processo que dura toda a vida, um membro do AA é sempre visto internamente como um alcoólico “em recuperação”, embora o termo alcoólico “recuperado” possa ser usado fora do grupo.. Quero está por dentro de todas as etapas deste processo, para melhor ajudá-lo. Boa sorte a todos nós... Se poderem me dá mais informações!!!

PRECISO DESABAFAR ESTOU TÃO DOENTE QUANTO ELE

Sinceramente minha vida está terrível, eu não sei que atitude tomar, meu marido está tratando com NA gostei vou as reuniões mas não sei até q ponto ele queira mesmo sair desta , dificil pois tudo caiu ao mesmo tempo sou o homem da casa cuido de todos e quem cuida de mim , não posso abrir a real para a minha familia , pois acredito que eles atrapalhariam muito , preciso conversar desabafar falar para alguem tudo q está dentro de mim , sinto que meu marido é um filho para mim no qual é o q dá mais trabalho, preciso de ajuda urgente , preciso de pessoas q compaetilhem esta angustia comigo , pois me sinto sozinha neste barco , sei la trocar email , alguma reunião moro na região de Osasco alguém conheçe alguma ? pessoas por favor se caso queirão conversar com email msn , pois só de eu me expor para outra pessoa já me ajuda , pois não tenho ninguém com com conversar troquem email comigo , obrigada e vou tentar ficar calma só por hoje .

Caps ad

Olá, estava procurando informações sobre famílias e dependentes químicos, quando me deparei com seu depoimentos, trabalho num Caps ad (Centro de Atenção Psicossocial Alcool e outras drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.) que é para o tratamento de dependentes em alcool e outras drogasDrogas. Os Caps ad são serviços a nível municipal com verba federal, procure na internet se há algum em sua cidade, ele possui uma equipe com psiquiatras, psicologos, assistentes socias, enfermeiros entre outros profissionais que se voltam para o tratamento do dependente e seus familiares

resposta - PRECISO DESABAFAR ESTOU TÃO DOENTE QUANTO ELE

Oi estou quase na mesma situação que vc, porém estamos procurando ajuda de Deus, sou catolica e estamos participando da pastoral da sobriedade(1) Abstinência continuada do uso de álcool e de drogas psicoativas (veja recuperação).(2) No uso corrente dos Alcoólicos Anônimos e de outro grupos de ajuda-mútua, refere-se à aquisição e manutenção do controle sobre a vida e seu equilíbrio, em geral. “Limpo” , “seco” e “direito” são alguns sinônimos de sóbrio, principalmente em relação a drogas.(3) Menos freqüente atualmente, a moderação ou padrões habituais de ingestão moderada, próximo do sentido inicial de tempe­rança., no santuario sta terezinha (taboão), esta me ajudando bastante! se precisar responde com seu e-mail q vou tentar te ajudar. sou co depente do meu esposo que usa cocaina.

Códependencia

. Estou hj numa fase muito dificil meu esposo está em recuperaçao, nao é a parte mais dificil claro no uso é insurportável, mais suportei, o que me deixa completamente doente é o fato de alguns dias limpo já quer toda a confiança e toda liberdade ainda cheio de egocentrismo , nao entende que deixou um monte de ferida e de consequência devido a anos de drogadiçao. no uso a ausência é constante as faltas sao enúmeras as iresponsabilidades a quase varias noites de quase morreu , e ai em recuperaçao nao conseguem enfrentar a vida , pois a tanto tempo vivendo na vida ireal das drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. nao sabem nem quem eles sao, na verdade essa duença é tao desgraçada que corrompe de forma agressiva todo o carater e toda personalidade , fazendo com que eles nao saibam nem quem eles sao. e agora ainda nao conseguem amar, respeitar e nem viver com os problemas normais do cotidiano. nao sei como suportarei essa fase de nao saber com quem estou finalmente casada, com toda responsabilidade na minhas costas nao tenho nem o direito de ter alguma mágua ou até as vezez raiva. e ai me vejo num deserto acompanhada mais só ainda só . pois ele nao tem paciência em conquistar a confiança que ele mesmo destruio junto com a duença e quer que simplesmente se estacione um caminhao de curas onde só cabe um fusquinha. hj meu desabafo é se esta em recuperaçao tem que saber que tem muita coisa pra reparar pra concertar e pra recomesar . nao dá pra exigir o que nunca foi dado. peço a Deus que me ajuda . pois está muito dificil. pois ele aprendeu com o uso das drogasDrogas a ser cruel como se estivesse ainda usando drogas , parece que nao deixou parece que nada mudou . Sou de Recife pernambuco e tenho vergonha de me identificar apenas desabafei ,

CO-DEPENDÊNCIA

Estou passando pelo mesmo problema. Meu marido é alcoolico e, após 18 anos de sobriedade(1) Abstinência continuada do uso de álcool e de drogas psicoativas (veja recuperação).(2) No uso corrente dos Alcoólicos Anônimos e de outro grupos de ajuda-mútua, refere-se à aquisição e manutenção do controle sobre a vida e seu equilíbrio, em geral. “Limpo” , “seco” e “direito” são alguns sinônimos de sóbrio, principalmente em relação a drogas.(3) Menos freqüente atualmente, a moderação ou padrões habituais de ingestão moderada, próximo do sentido inicial de tempe­rança. recaiu (casei com ele na fase da sobriedade sem saber que era alcoolico, pois, caso soubesse, não casaria). Ele voltou a frequentar o AA e está sóbrio. Entretanto, ainda não o ouvi me pedir perdão por tudo que me causou (e continua causando). Ao saber que ele era doente (se é que isto é mesmo uma doença e não um vício adquirido por livre e espontanea vontade) fiz pesquisas e pesquisas a respeito do assunto e conclui que quando dizem que o alcoolismo não tem cura não se referem apenas ao fato de que um alcoolico jamais poderá voltar a beberIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica. como alguém normal. Se referem também ao fato de que a drogadição DESPERSONALIZA OS ALCOOLICOS tornando-os todos iguais com falhas de caráter idênticas: EGOISMO ENORME, MENTIROSOS, MANIPULADORES, AUSENTES, PROMISCUOS, ETC. Eu o amava imensamente, confiava piamente nele, o admirava, etc. Agora, não sei se continuarei com ele. Penso no passado e sabendo agora que é alcoolico verifico que mentiu e me manipulou inúmeras vezes. Aliás, continua tentando manipular. Continua egoísta. Continua ausente. Penso que todos os alcoolicos que se tratam no AA deveriam ir à reuniões abertas de AL-ANONVeja grupo de ajuda mútua; grupo dos 12 passos. para constatarem a DEVASTAÇÃO EMOCIONAL QUE FAZEM EM SUAS FAMÍLIAS. Sou do Rio, me chamo Luiza e não tenho nenhuma vergonha de me identificar, pois não bebo, não fumoUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva., não cheiro e não injeto. Entretanto, estou tendo que passar por toda a desgraça que é viver com um alcoolico. Não tenho motivo para sentir vergonha. EU não fiz nada errado. Não sou eu quem deve se envergonhar. Boa sorte para você.

ME SINTO TÃO DOENTE QUANTO ELE

Vivo todos os dias de minha vida em função dele (meu esposo)não consigo mais sequer olhar para ele quando está drogado,eu o rejeito de todas as formas,não tenho mais interesse sexualA saúde sexual refere-se às áreas da medicina envolvidas com a reprodução humana e comportamento sexual, as doenças sexualmente transmissíveis, os métodos contraceptivos, anticoncepcionais, entre outros. por ele porém não sei ao certo se deixei de amá-lo ou se é tudo por conta das drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. as vezes eu me sinto como se fosse a mãe dele.Quando a pressão é muita eu entro em depressão,pois não tenho quem me ajude em relação a isto. Sustento a casa, minhas filhas,ele sequerr tem responsabilidades para trabalhar,pois sua desposição e o bom humor só duram no efeito das drogasDrogas.Vivo neste mártirio à quase 20 anos e esta é a primeira vez que eu peço ajuda...

alcoolismo

me sinto sozinha de tudo , só deus na minha vida se não fosse por ele , ja teria FEITO UMA BESTEIRA.tenho a falta de pasciencia de não aguentar de jeito nenhum quem bebe pelo amor de deus estou doente enquanto meu marido e estou me acabando não tenho vida propria mais e faz muito tempo, só vivo porque tenho minha filha que depende muito de mim , se não já teria jogado tudo para o alto e sumido,ele é um grande trabalhador , mais não larga da bebida e se transforma me ajundem a procurar uma ajuda medica.......

ME SINTO TÃO DOENTE QUANTO ELE

Senhora, acredito no que contas aqui. É verdade tudo isso que sentes. As dúvidas de uma codependente são constantes depois de um tempo de sofrimento. Não desista do seu marido. Hoje essas pessoas são tidas como doentes. E se fosse um câncer? Ou qualquer outra doença a senhora com certeza o amaria e cuidaria dele como tem feito nesses últimos vinte anos. Sua família precisa de paz e de ajuda tanto quanto ele. Procure os grupos de ajuda como AA, NA ou uma instituição que tenha um trabalho sério. Pode ser até uma comunidade terapêuticaUm ambiente estruturado no qual indivíduos com transtornos por uso de substância psicoativa residem para alcançar a reabi­litação. Tais comunidades são em geral especificamente destinadas a pessoas dependentes de drogas; elas operam sob normas estritas, são dirigidas principalmente por pessoas que se recuperaram de uma dependência, e são em geral isoladas geograficamente. As comuni­dades terapêuticas são caracterizadas por uma combinação de “teste de realidade” (através da confrontação do problema relacionado ao uso de droga do indivíduo) e de apoio dos funcionários e de co-residentes para a recuperação. Elas têm geralmente uma linha muito similar à dos grupos de ajuda mútua tais como Narcóticos Anônimos.Veja também:pensão protegida., onde ele voluntariamente possa passar um tempo e vocês também ficarem um tempo para vocês. Busque a Deus e entregue sua vida para Ele. Conheça uma comunidade que possa ajudar nessas horas. Hoje as pessoas entendem melhor essa doença. Paz de Jesus!! Francisco Maciel Lima Fortaleza-Ceará

sobrinho

tenho im sobrinho que é usuario e ele aceitou ajuda por inssistencia minha,foi a um psiquiatra e vai começar a usar o menicamento estou confiante!!

dependencia quimica

sou esposa e mãe de dependetes quimico e alcool e gostei muito do artigo gostaria de receber orietaçoes como devo fazer pra ajuda meu filho e marido a sai dessa. gostaria que conhecesse minha historia

Dependência Química

Bom dia esposa e mâe. Sobre o artigo eu encontrei na internet e usei para uma palestra com as famílias da nossa CT em Fortaleza-Ce. Achei-o muito claro e objetivo atendendo plenamente a nossa necessidade. Quanto ao seu problema de ter dependentes químicos em sua casa é muito doloroso e posso imaginar o seu sofrimento diário. Muito bem, a primeira ajuda que sugiro para a senhora é procurar em sua cidade um dos grupos de ajuda como: AA(Alcoolicos Anômimos) e NA(Narcóticos AnônimosVeja grupo de ajuda mútua.) todos eles usam o método dos Doze Passos em seu tratamento. Muitas vezes os participantes desses grupos não precisam se internar em clinicas ou comunidades terapêutica. Nesses grupos a participação é voluntária. Caso eles não queiram participar eu sugiro que a senhora procure um e participe. A sua codependência também precisa de cura. Entenda que isso hoje é reconhecido como doença e como tal precisa ser tratada por pessoas que entendam todo processo. Sou um cristão evangélico e conto com a ajuda da minha igreja no processo de restauração dos nossos residentes. Em muitos casos quando não achamos uma saída , Jesus nos mostra através do seu amor. Fique em paz! Francisco Maciel Lima

Alcolismo

Tenho um pai alcolatra bebe todos os dia ate ficar tonto ai depois vem brigano comigo e minha mae não sei o faço....

EU VENCI COM MINHA FAMÍLIA

OI FRANCISCO. LI SEU COMENTÁRIO E QUERO TE DIZER QUE UM DIA TAMBÉM FUI ALCÓLATRA. HOJE, TENHO UMA FAMÍLIA LINDA E CURSO REABILITAÇÃONo campo relacionado ao uso de substâncias psicoativas, o processo através do qual um indivíduo com um transtorno por uso de uma dessas substâncias atinge seu máximo possível estado satisfa­tório de saúde, de funcionamento psicológico e bem-estar social [A Organização Mundial da Saúde define a reabilitação psicossocial como “um processo que facilita aos indivíduos deficientes, incapacitados ou inválidos a oportunidade de atingirem seu nível máximo de funcionamento independente em suas comunidades. Isso implica tanto a melhoria das capacidades individuais como a introdução de modificações ambientais a fim de proporcionar a melhor qualidade de vida possível aos indivíduo que tenham sofrido de uma doença mental, ou que tenham alguma deficiência de suas capacidades mentais que resulta em qualquer grau de incapacidade.” (WHO. Psychosocial rehabilitation: a consensus statement.Doc.: WHO/MNH/MND/96.2, Geneva, WHO, 1996)].A reabilitação segue uma fase inicial de tratamento (que pode implicar desintoxicação e tratamentos médicos e psiquiátricos). Compreende uma ampla variedade de abordagens, que incluem terapia de grupo, terapias comportamentais específicas para prevenir a recaída, partici­pação em grupos de ajuda mútua , residência em uma comunidade terapêutica ou em uma pensão protegida, treinamento vocacional e emprego protegido. A expectativa é a de uma reintegração social na comunidade em geral. DE DEPENDENTES QUÍMICOS, COMO É O CASO DE SEU PAI. SAIBA QUE ELE TEM UMA DOENÇA QUE PRECISA SER TRATADA POR MEDICAMENTOS, APOIO E FORÇA DE VONTADE. SABE COMO PAREI DE BEBERIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica.? ACEITEI A AJUDA DE MEUS PAIS, MEUS FILHOS E MEU MARIDO. CONVERSE COM ELE QUANDO ESTIVER SÓBRIO E CONTE M,INHA EXPERIENCIA. DE REPENTE VOCÊ DESPERTE NELE A VONTADE DE SER AJUDADO. MOSTRE A ELE QUE A VIDA É MUITO MAIS FELIZ SEM DROGASUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. OU ÁLCOOLNa terminologia química, os álcoois constituem um nume­roso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consu­mida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos poten­cialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxi­cação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decor­rentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuro­patia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica.. SE PRECISAR DE MIM ESTOU NO EMAIL professorajanetesouza@bol.com.br Abraços.

Tratamento da familia do dependente quimico

Cara Neliana,

O seu trabalho sobre tratamento me ajudou muito na palestra que vou dar hoje (06.08.2011) para as familias da CT que coordeno. Tenho estudado outros trabalhos e o seu está muito claro e didático.

Muito obrigado.

Francisco Maciel Lima

Pedagogo e coordenador de CT.

Texto sobre Tratamento da Familia de Dependente Químico

Sou psicóloga e diretora de um Centro de Tratamento em Manaus e gostei muito deste artigo sobre a família, que tenho utilizado na abordagem com os familiares dos pacientes de nosso centro.  

Quanto ao envolvimento da familia no tratamento, entendemos que tanto nos casos de NA quanto de AA a participação da família é fundamental, pois ela, a princípio,  necessita de tratamento pois adoeceu durante todo o processo de instalação da doença juntamente com o dependente químico. Na sequencia, ela participará do tratamento, interagindo com a equipe e com o proprio paciente, confrontando inclusive diante das negações e minimizações. 

 

Excelente esse artigo. Sei

Excelente esse artigo. Sei exatamente o que é a dor de ter um dependente químico na família. Meu pai morreu de overdose(em inglês.: overdose)O uso de qualquer droga em quantidade suficiente para provocar efeitos indesejáveis físicos e mentais mais ou menos imediatos. A superdosagem deliberada é um meio comum de suicídio ou de tentativa de suicídio. Em números absolutos, as superdosagens de drogas lícitas são geralmente mais comuns do que as de drogas ilícitas. A superdose pode provocar efeitos transitórios, duradouros ou a morte; a dose letal de uma droga em particular varia com o indivíduo e com as circunstâncias.Veja também:intoxicação; envenenamento por álcool ou droga, e sou casada com um adicto há cinco anos. Ele está trabalhando na recuperação dele, e eu na minha.

Criei um blog para ajudar a quem ama um dependente químico.

Só por hoje, força fé e esperança! Só por hoje, sei que posso amar e não sentir dor!

http://amandoumdependentequimico.blogspot.com

Parabéns ao A.A., Al-Anon e

Parabéns ao A.A., Al-AnonVeja grupo de ajuda mútua; grupo dos 12 passos. e Alateen. A pesquisa certificou-me de que os Programas são excalentes e surtem efeitos positivos. Obrigada!

Adorei este sit pois estava

Adorei este sit pois estava precisando de orientações.........

depende quimico

Existe ajuda gratuita.psicologica para o depende e a familia? E possivel ter uma visita em casa para uma analise? Preciso de uma ajuda psicologica! nao to aguentando o que to passando. ME AJUDEM. debora.sammarco06@hotmail.com

 

Existe....procure o CAPS

Existe....procure o CAPS

tratamento gratuito p/ familiares de usuarios/depend de drogas

Na UDED, UNIDADE DE DEPENDENCIA DE DROGASUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.- UNIFESP - ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA,  oferecemos 8 sessoes de orietacao familiar, direcionada aos pais de jovens de 12 a 25 anos que usam drogasDrogas e/ou abusam de alcool.

vagas abertas: agendamento por telefone: 5540-2500

marco de 2011

 

correção do tel: p/ pais de jovens que usam/depend de drogas

Na UDED, UNIDADE DE DEPENDENCIA DE DROGASUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.- UNIFESP - ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA,  oferecemos 8 sessoes de orietacao familiar, direcionada aos pais de jovens de 12 a 25 anos que usam drogasDrogas e/ou abusam de alcool.

vagas abertas: agendamento por telefone: TELEFONE CORRIGIDO - 5549-2500

DADOS DIVULGADOS NO JORNAL BOM DIA DA GLOBO DIA 3/8/11

marco de 2011

droga é uma droga

o meu marido tem problemas com drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. ,ele diminuiu muito mais se deus quiser ele vai conseguir parar , o mais inportante é querer t força de vontade ,e nunca desistir....

depende quimico

Existe ajuda gratuita.psicologica para o depende e a familia? E possivel ter uma visita em casa para uma analise? Preciso de uma ajuda psicologica! nao to aguentando o que to passando. ME AJUDEM

 

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Abstinência e dependência quimica

"Uma concepção errada que prevalece tanto na profissão médica como no público leigo é que o tratamento da dependência química invariavelmente fracassa.

Nada mais longe da verdade, o tratamento da abstinência é eficaz e seguro, embora a melhora seja variável...

...já é ponto pacífico que o melhor tratamento é uma combinação de terapias medicamentosas e psicossociais, aplicadas as duas em doses otimizadas" >> Continuar...


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