São medicamentos que têm a propriedade de atuar sobre a ansiedadeAnsiedade, ânsia ou nervosismo é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração etc. e tensão. Estas drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. foram chamadas de tranqüilizantes, por acalmarem a pessoa estressada, tensa e ansiosa. Atualmente, prefere-se designar esses tipos de medicamentos pelo nome de ansiolíticosDrogas contra a ansiedade. Veja sedativos/hipnóticos., ou seja, que "destroem" (lise) a ansiedade. Também são utilizadas no tratamento de insônia e nesse caso também recebem o nome de drogasDrogas hipnóticas, isto é, que induzem sonoSono é um estado ordinário de consciência, complementar ao da vigília (ou estado desperto), em que há repouso normal e periódico, caracterizado, tanto no ser humano como nos outros animais superiores, pela suspensão temporária da atividade perceptivo-sensorial e motora voluntária.. Os ansiolíticos mais comuns são substâncias chamadas benzodiazepínicosUm grupo de drogas estruturalmente relacionadas, usadas primordialmente como sedativos/hipnóticos, relaxantes musculares e antiepilépticos, e outrora denominados de “tranqüilizantes menores”. Acredita-se que estes agentes produzam efeitos terapêuticos ao potencializar a ação do ácido gama-aminobutírico (GABA), um importante neurotransmissor inibidor.Os benzodiazepínicos foram introduzidos para substituir os barbitúricos, como uma alternativa mais segura. Eles não suprimem o sono REM na mesma medida que os barbitúricos, mas tem um potencial significativo para induzir dependência e uso indevido.Os benzodiazepínicos de ação curta incluem o halazepam e o triazolam, ambos com início de ação rápida; o alprazolam, o flunitrazepam, o nitrazepam, o lorazepam e o temazepam com início intermediário; e o oxazepam com início lento. Têm-se relatado amnésia anterógrada profunda (apagamento) e reações paranóides com o uso de triazolam, bem como insônia de rebote e ansiedade. Muito clínico tem encontrado problemas particularmente difíceis na interrupção do tratamento com o alprazolam.Os benzodiazepínicos de ação longa incluem o diazepam (com o mais rápido início de ação), o clorazepato (também de início rápido), o clordiazepóxido (início intermediário), o flurazepam (início lento) e o prazepam (início mais lento). Os benzodiazepínicos de ação longa podem produzir um efeito incapacitante cumulativo e tem maior probabilidade de causar sedação diurna e perturbações motoras que os agentes de ação curta.Mesmo em doses terapêuticas, a interrupção abrupta dos benzodiazepínicos induz uma síndrome de abstinência em até 50% das pessoas tratadas por seis meses ou mais. Os sintomas são mais intensos com as preparações de ação curta; com os benzodiazepínicos de ação longa os sintomas de abstinência aparecem uma ou duas semanas depois da interrupção e duram mais, mas são menos intensos. Como com outros sedativos, é necessário um programa de desintoxicação lenta para evitar complicações graves como as convulsões da abstinência.Alguns benzodiazepínicos têm sido usados em combinação com outras substâncias psicoativas para acentuar a euforia, por exemplo, ex., 40-80 mg. de diazepam tomados logo antes ou imediatamente após uma dose de manutenção diária de metadona. Os benzodiazepínicos são, com freqüência, usados de indevidamente em combinação com o álcool ou na dependência de opióides (veja uso de múltiplas drogas).A superdose fatal é rara com qualquer benzodiazepínico, a menos que ele seja ingerido concomitantemente ao álcool ou outro depressor do sistema nervoso central., que aparecem em medicamentos como Valium® , Librium® , Lexotam® , Dormonid® etc
Como os tranqüilizantes ou ansiolíticos são usados?
São usados pela boca (via oral) quando apresentados na forma de comprimidos ou cápsulas, ou ainda, são usados por via endovenosa quando apresentados na forma de injeção. As formas injetáveis só podem ser utilizadas em hospitais.
Por que as pessoas usam os tranqüilizantes ou ansiolíticos?
As pessoas que utilizam esses medicamentos sem necessidade médica, fazem esse uso para se sentirem mais calmas, menos tensas, mais relaxadas e algumas vezes para dormirem. Utilizam esses medicamentos inadequadamente em qualquer situação que acreditem que se sentirão nervosas ou estressadas.
Quem são as pessoas que mais utilizam os tranqüilizantes ou ansiolíticos?
Além das pessoas que tem problemas médicos que justifiquem a utilização desses medicamentos e nesse caso necessitam da prescrição médica para obtê-los, há os que os utilizam sem necessidade médica. Nesse caso obtém o medicamento de forma clandestina, ou seja, sem a prescrição médica e são pessoas que acreditam não mais controlar seu nervosismo a não ser com ansiolíticos e/ou aquelas que não mais conseguem dormir a não ser fazendo uso desses medicamentos.
Geralmente esse uso inadequado é mais comum entre as mulheres, porém ele também existe entre os homens.
Há ainda usuários de drogas estimulantes como cocaínaUm alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odontologia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa. Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é perigoso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provocado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack. Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sonolência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardíacas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos teratogênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os transtornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14). e anfetaminas, que fazem uso desses ansiolíticos para tentarem diminuir a excitação e euforia provocadas por esses estimulantes ou mesmo para tentarem dormir após muitas horas de uso dessas drogas estimulantes que tiram o sono.
O que os tranqüilizantes fazem no corpo apos uma dose (efeitos físicos agudos)?
Nas doses terapêuticas, produzem um estado relaxado, de calma ou dependendo da dose e da droga podem induzir a sono. Dessa forma, quem utiliza esses medicamentos tem uma atenção prejudicada e não podem desenvolver atividades perigosas onde a atenção é muito necessária como por exemplo dirigir ou operar uma máquina perigosa.
O que fazem os tranqüilizantes ou ansiolíticos no corpo com o uso contínuo (efeitos físicos crônicos)?
Os ansiolíticos benzodiazepínicos quando utilizados por alguns meses podem levar às pessoas a um estado de dependência(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a necessidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psicoativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoolismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “dependência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (dependência de drogas, dependência química, dependência do uso de substância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicáveis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a dependência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orientação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de abstinência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tolerância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomatologia física (neuroadaptação).. Como conseqüência, sem a droga o dependente passa a sentir muita irritabilidade, insônia excessiva, sudoração, dor pelo corpo todo podendo, nos casos extremos, apresentar convulsões.
Os ansiolíticos benzodiazepínicos podem causar tolerânciaUma diminuição de resposta a uma dose de determinada substância que ocorre com o uso continuado da mesma. No consumidor freqüente ou de grandes quantidades de bebidas alcoólicas (ou de outras drogas), por exemplo, são necessárias doses mais elevadas de álcool para alcançar os efeitos originalmente produzidos por doses mais baixas. Tanto fatores psicológicos como psicossociais podem contribuir para o desenvolvimento da tolerância, que pode ser física, comportamental ou psicológica. Com respeito aos fatores fisiológicos, pode desenvolver-se tanto a tolerância metabólica como a funcional, isoladas ou conjuntamente. Aumentando-se a taxa de metabolismo da substância, o organismo pode ser capaz de eliminar a substância mais rapidamente. A tolerância funcional é definida pela diminuição da sensibilidade do sistema nervoso central à substância. A tolerância comportamental é uma mudança no efeito da droga como resultado de aprendizado ou de alterações ambientais. A tolerância aguda é uma acomodação rápida, temporária, ao efeito de uma substância após uma única dose. A tolerância reversa, também conhecida como sensibilização, refere-se a uma condição na qual a resposta a uma substância aumenta com o uso repetido.A tolerância é um dos critérios para a síndrome de dependência., ou seja, a pessoa com o passar do tempo tem que aumentar a dose para sentir o mesmo efeito que sentia anteriormente
O que fazem os tranqüilizantes ou ansiolíticos na mente?
Todos os benzodiazepínicos são capazes de estimular os mecanismos no nosso cérebro que normalmente combatem estados de tensão e ansiedade. Assim, quando devido às tensões do dia-a-dia ou por causas mais sérias, determinadas áreas do nosso cérebro funcionam exageradamente resultando num estado de ansiedade, os benzodiazepínicos exercem um efeito contrário, isto é inibem os mecanismos que estavam hiperfuncionantes e a pessoa fica mais tranqüila como que desligada do meio ambiente e dos estímulos externos.
Como conseqüência desta ação os ansiolíticos produzem uma depressão da atividade do nosso cérebro que se caracteriza por: 1) diminuição de ansiedade; 2) indução de sono; 3) relaxamento muscular; 4) redução do estado de alerta.
É importante notar que estes efeitos dos ansiolíticos benzodiazepínicos são grandemente alimentados pelo álcoolNa terminologia química, os álcoois constituem um numeroso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consumida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos potencialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxicação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decorrentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuropatia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica.; a mistura álcool + estas drogas pode levar uma pessoa ao estado de comaComa (ou comatose) é o estado no qual uma pessoa perde completa ou parcialmente a consciência, não tem reações nervosas, ou reage pouco ou nada a estímulos externos.. Além desses efeitos principais os ansiolíticos dificultam os processos de aprendizagem e memória, o que é, evidentemente, bastante prejudicial para as pessoas que habitualmente utilizam-se destas drogas.
Finalmente, é importante ainda, lembrar que estas drogas também prejudicam em parte nossas funções psicomotoras, prejudicando atividades como dirigir automóveis, aumentando a probabilidade de acidentes.
Os tranqüilizantes ou ansiolíticos afetam o desempenho escolar?
Pode afetar o desempenho escolar pelos efeitos colaterais, tais como sonolência, dificuldade de concentração.
Os tranqüilizantes ou ansiolíticos são utilizados como medicamento?
Sim. Para o tratamento de insônia e ansiedade.
Os tranqüilizantes ou ansiolíticos podem ser usados na gravidez?
Um aspecto importante quanto aos efeitos tóxicos refere-se ao uso por mulheres grávidas. Suspeita-se que estas drogas tenham um pode teratogênico, isto é, que possam produzir lesões ou defeitos físicos no feto.
As pessoas que usam os tranqüilizantes ou ansiolíticos ficam dependentes?
Sim, este fenômeno se desenvolve com maior rapidez quando doses iniciais grandes são usadas desde o início.
Fonte: Cebrid
Departamento de Psicobiologia - Unifesp/EPM
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Comentários
ansiedade e ansiolíticos.
Muitos consideram a ansiedade
Muitos consideram a ansiedadeAnsiedade, ânsia ou nervosismo é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração etc. um mal moderno, problemas das pessoas que moram nos grandes centros urbanos, que vivem uma vida extremamente agitada, mas a muitos anos atrás em uma cidade pequena, de vida pacata, a bíblia nos mostra um exemplo claro que a ansiedade é um problema na vida das pessoas que independente de lugar, grau de escolaridade ou religião colocam as suas preocupações a frente de Deus.
No livro de Lucas, no capítulo 10, versículo 38 e seguintes há uma passagem que relata a ida de Jesus a casa de duas irmãs, Marta e Maria; esta última simplesmente deixa tudo de lado para se sentar aos pés do Mestre para ouvir a sua orientação e proceder segundo ela, um exemplo claro de submissão e confiança naquele que é o autor de todas as coisas.
Marta porém é o melhor exemplo que podemos ter sobre o assunto em questão; ela tinha os seus afazeres e preocupações, suficientes para se envolver com eles, e olha que ela morava em uma cidade pequena e naquela época não existia cartão de crédito e juros de alguns por cento ao ano, mas mesmo assim as necessidades dela a envolviam a tal ponto de deixar o Senhor de lado para por si só tentar resolver todas as questões da vida.Pare, olhe para você, a quanto tempo que as preocupações da vida (compras, dinheiro, contas , trabalho, casamento, filhos, etc...) estão consumindo o seu viver e roubando o seu tempo de ir a igreja, de ouvir uma pregação.
Os nossos problemas, as nossas ansiedades infelizmente nos afastam de Deus e nos aproximam dos problemas de tal forma que ficamos cegos, não enxergamos um palmo na frente do nosso nariz, ficamos obcecados por tentar resolver, e a grande verdade é, nos esforçamos tanto pra nada.
Marta ficou chateada, aborrecida pois ela estava preocupada em fazer tantas coisas e via a sua irmã sentada, de repente ela diz ao Senhor:
- “Não vai fazer nada, vai deixa-lá ai, mande que ela me ajude”.
Essa reação mostra a segunda etapa na vida de uma pessoa ansiosa, o nervosismo.Toda pessoa ansiosa se afasta de Deus, se aproxima e se envolve com o problema e se vendo incapaz de resolvê-lo se estressa com o primeiro que aparece em sua frente, geralmente são as pessoas que mais amamos, gerando assim um clima de contenda e discórdia(mais um problema a ser resolvido).O ansioso passa a noite inteira acordado pensando em como fazer, em como pagar as dívidas, em como ter sucesso, e ao amanhecer não resolveu nada, vê que tudo continua da mesma forma e por isso, impotente diante das circunstância se revolta, dando patadas pra todos os lados.
E não fica só por aí, Jesus disse:
- “Estás cansada e afadigada com muitas coisas, uma só é necessária...”.
Após o ansioso se desligar de Jesus e se ligar no problema, se ver impotente diante das situações vem o momento do abatimento total, assumir a derrota, o fracasso no seu viver, e é triste saber que muitos já estão nesta fase, sem esperanças, sem forças, pedindo até a morte, mas quero lhe dizer, há um remédio pra você!
Pare por 10 minutos na praça e observe as aves do céu, ou vá há uma floricultura e fique por 10 minutos apreciando os lírios do campo, é tudo o que você precisa fazer para aprender que se não colocarmos em Deus as nossas confianças e lançarmos sobre Ele as nossas ansiedades nunca iremos a lugar nenhum, se é Ele que cuida das aves, providenciando o alimento a elas, se é Ele que veste os lírios do campo, creia, pois nem as aves nem os lírios foram feitos a imagem e semelhança do Senhor, eu e você fomos.
Medite em I Pedro capítulo 5, versículo 7.
Lembre-se sempre:
- Você têm o direito de ser feliz!
Em Cristo,
Pr Glauber Morare
Existe sim uma forma de se livrar dos ansioliticos...
So conheço uma forma de ficar livre dos ansioliticos e de qualquer outra dependencia que qualquer pessoa tenha é so atravez de Jesus, na Biblia esta escrito em João 8:32 Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará, essa verdade descrita aqui é Jesus leiam em João 14:6 Jesus disse: Eu sou O caminho, A VERDADE e A vida.... so atravez de Jesus que é a Palavra de Deus nós podemos ser livres de qualquer dependencia, de qualquer prisao, so atraves de Jesus nós somos livresss.
Busquem conhecer a Palavra de Deus, leiam a Bilblia e peçam para Deus abrir o entendimento de vcs. Tenho certeza que vcs serao livre e muiiitooo felizes pq felicidade verdadeira é so com Jesus.
Quem quiser receber mais informaçoes e mensagens entre em contato comigo que eu envio... torres _ janaina@hotmail.com
Fiquem todos com Jesus e que Ele nos ajude sempre a ter a verdadeira paz!!!!!!!
sofro por ser dependente de
sofro por ser dependente de ansioliticos,nao quero mais!!!quero ser livre,poder dormir sem ter q tomar todas as noites 1 comprimido...
Cocaína x Calmante
Olá! Sou usuário, não diariamente, porém algumas vezes sinto a necessidade de tomá-lo devido a inchaço nasVeja teor alcoólico no sangue. pernas, aceleração e no caso imprensionado com possíveis e variadas reações, devido a chegar a fazer tratamento psiquiatrico, por ter me considerado dependente, mas que também não é o caso, pois seria "semvergonhice" mesmo. Tanto que devido a sintomas
- Circulatório e respiratório
- Cognição e comportamento
- Digestivo e abdômen
- Fala e voz
- Nervoso e musculoesquelético
- Pele
- Sinais gerais
- Urinário
que falam de possíveis infartos, um colchão velho de minha cama me trouxe sintomas parecidos e achei que estava infartando e era apenas frequência de uma madeira em minhas costas, onde meus pais perguntavam o que eu sentia, porque daria dormência no braço esquerdo e eu tinha no direito e neste instante de tao imprensionado comecei a sentir tudo. Bom, a minha pergunta é: Se no uso da cocaína aspirada, sentindo-me estranha o uso de Bromazepan, que já uso a um tempo devido alguns ocorridos na vida pessoal, para realmente me manter naturalmente calma, se a mistura é perigosa. Não tenho dependência ao tranquilizante, uso quando estou realmente me encontro muito tensa ou abalada emocionalmente (nervosa) pelos traumas vividos. O usoda drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. é naquele momento de fuga, mas que quando uso, às vezes me da um certo pânico. Primeira resposta eu já sei: não use mais. Mas corro algum risco devido a junççao destes dois componentes químicos??Atenciosamente,
F.R
CARA F.R O USO DE CALMANTES A
CARA F.R O USO DE CALMANTES A BASE DE DIAZEPINICOS , COMBINADOS COM O ESTIMULANTECom referência ao sistema nervoso central, qualquer agente que ative, acentue ou aumente a atividade neural; também chamado de psicoestimulante. Compreende as anfetaminas, a cocaína, a cafeína e outras xantinas, a nicotina, e os supressores do apetite sintéticos tais como a fenmetrazina e o metilfenidato. Outras drogas têm ações estimulantes, que, entretanto, não são seus efeitos primários mas que podem se manifestar em altas doses ou após o uso crônico; estas incluem os antidepressivos, os anticolinérgicos, e certos opióides.Os estimulantes podem dar origem a sintomas sugestivos de intoxicação, incluindo taquicardia, dilatação pupilar, aumento da pressão sanguínea, hiperreflexia, sudorese, calafrios, náusea e vômitos, e um comportamento anormal como beligerância, grandiosidade, hipervigilância, agitação e perturbação do juízo crítico. O uso crônico em geral leva a alterações de personalidade e do comportamento tais como impulsividade, agressividade, irritabilidade e desconfiança. Pode ocorrer uma psicose delirante plena. A interrupção da ingestão após períodos de consumo prolongado ou elevado pode produzir uma síndrome de abstinência, com humor deprimido, fadiga, alterações do sono e aumento de sonhos.Na CID-10, os transtornos mentais e comportamentais decorrentes do uso de estimulantes são subdivididos em: devidos ao uso de cocaína (F14) e devidos ao uso de outros estimulantes, inclusive a cafeína (F15), entre os quais destacam-se a psicose anfetamínica e a psicose devida à cocaína.Veja também:transtorno psicótico induzido por álcool ou droga. COCAINA IRA AOS POUCO OU QUEM SABE DE UMA VEZ TE MATAR !!!
SUGIRO QUE VA HÁ ALGUM GRUPO DE NARCOTICOS ANONIMOS E RESPONDA UM QUESTIONARIO QUE A LITERATURA DELES POSSUEM QUE TEM O TITULO "SOU UM ADICTO" ?
TALVEZ VOCE ENTENDA MELHOR O QUE ACONTECE COM VC !
dependência aos diazenpínicos
Gostaria de saber se eu, dependente de diazenpínicos, posso fazer um tratamento para deixar de usar esses medicamentos que uso a longos anos, pois sinto-me refém desse mau, dependente, de tal forma que faria qualquer tratamento para melivrar dessa prisão.ajudem- me!
Existe uma maneira de parar
Existe uma maneira de parar com os benzodiazepínicos, sem muito sofrimento, mesmo que o médico esteja administrando? Existe alguma corrente médica que atue nessa direção e possa me ajudar? É possível uma pessoa clinicamente diagnosticada como maníaco depressivo poder parar com os remédios e assim recuperar a sua integridade mentalSaúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição"oficial"de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a"saúde mental"é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001, nervosa e cerebral e conseqüentemente em todas atividades e aspectos de sua vida?
Essas perguntas foram feitas por uma pessoa que aos dezoito anos, por um equívoco dos médicos, que ao se depararem com uma eletroencefalografia positiva, passaram a ministrar, entre outros, os benzodiazepínicos. Aos cinquenta anos essa pessoa em outros exames eletroencefalográficos verificou não sofrer de disritmia. Atribuiu-se o fluxo desta enfermidade em face a de um colapso psíquico somático circunstancial por acontecimentos que provocaram uma crise convulsiva nesses dezoito anos de idade.
Atualmente essa pessoa encontra-se com 57 anos e pede socorro!
Obrigado.
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