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Até pouco tempo atrás, pensava-se que todos os dependentes eram iguais e assim formariam um grupo homogêneo. Somente nos últimos 25 anos os serviços de tratamento perceberam a necessidade de identificar subgrupos de dependentes, com a finalidade de ajustar as propostas terapêuticas para cada subgrupo.

Com o aumento da procura de tratamento por pacientes do sexo feminino foram verificadas características diferenciais, próprias desta população. O consumo de álcoolNa terminologia química, os álcoois constituem um nume­roso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consu­mida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos poten­cialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxi­cação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decor­rentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuro­patia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica. e drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. em mulheres carrega um estigma social e moral mais intenso, as mulheres costumam procurar tratamentos médicos clínicos gerais ao invés de serviços especializados em tratamento de dependência(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a neces­sidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psico­ativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoo­lismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “depen­dência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (depen­dência de drogas, dependência química, dependência do uso de subs­tância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicá­veis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a depen­dência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orien­tação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de absti­nência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tole­rância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomato­logia física (neuroadaptação). química, suas razões para início e manutenção do consumo são diferentes (p.ex. os homens costumam consumir com amigos e a mulher, sozinha), bem como o impacto das drogasDrogas sobre sua saúde.

Também é mais freqüente encontrarmos co-morbidadeVeja duplo diagnóstico; uso de múltiplas drogas.[A coexistência simultânea de mais de um diagnóstico, identificação esta associada ao processo diagnosticador analítico-descritivo. De início usado para designar a coexistência dos diagnósticos de síndrome de dependência (geralmente de álcool) e de um outro transtorno mental (depressão ou esquizofrenia, por exemplo), passou a ser usado de maneira mais ampla para designar não apenas essa situação, como também a co-ocorrência de mais de uma dependência (o que, epidemiologicamente, representa a maioria dos casos atuais, como, por exemplo, a co-morbidade de dependência de álcool e de tabaco) como também a co-ocorrência de uma dependência e doenças de outra natureza, como, por exemplo, VIH/AIDS ou câncer (com importantes implicações etiológicas)]. psiquiátrica (associação de transtornos psiquiátricos, principalmente Depressão, com Abusoabuso (de drogas, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas)Um grupo de termos muito utilizado embora com significados variáveis. Na 3a. edição revista do Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Psiquiátrica Norte-Americana (DSM-III-R), “abuso de subs­tância psicoativa” é definido como “padrão desajustado de uso indicado pela continuação desse uso apesar do reconhecimento da existência de um problema social, ocupacional, psicológico ou físico, persistente ou recorrente, que é causado ou exacerbado pelo uso recorrente em situações nas quais ele é fisicamente arriscado”. Trata-se de uma categoria residual, ao qual é preferível o diagnóstico de dependência, quando for o caso. O termo “abuso” é algumas vezes utilizado de forma desaprovativa para designar qualquer tipo de uso, particularmente o de drogas ilícitas. Devido à sua ambigüidade, o termo não é usado na 10a. revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) (exceto no caso de substâncias que não produzem dependência; veja mais adiante); uso nocivo e uso arriscado são os termos equivalentes na terminologia da OMS, embora eles geralmente digam respeito apenas aos efeitos físicos e não às conseqüências sociais. O emprego de “abuso” também é desestimulado pelo Escritório de Prevenção do Abuso de Substâncias dos EUA, embora expressões como “abuso de substâncias” sigam sendo amplamente utilizadas na América do Norte, para se referir, de modo geral, aos problemas do uso de substâncias psicoativas.Em outros contextos, o abuso já indicou padrões de uso não-médico ou não aprovado, independentemente das conseqüências. Assim, a definição publicada em l969 pela Comissão de Peritos da OMS em Dependência de Drogas foi “uso excessivo de droga, persis­tente ou esporádico, inconsistente ou sem relação com a prática médica aceitável” (veja uso indevido de álcool ou droga). e Síndrome de Dependência(F1x.2)Um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que podem se desenvolver após o uso repetido de uma dada substância. Esses fenômenos incluem de maneira característica um forte desejo de utilizar a droga, o controle prejudicado sobre o seu uso, o uso persistente a despeito das conseqüências prejudiciais, a prioridade ao uso da droga sobre outras atividades e obrigações, um aumento da tolerância e reações físicas de privação quando o uso da droga é interrompido. Faz-se o diagnóstico da síndrome de depen­dência, de acordo com a CID-10, quando três ou mais dos seis critérios especificados tiverem ocorrido no prazo de um ano.A síndrome de dependência pode referir-se a uma substância específica (por exemplo, tabaco, álcool ou diazepam), a uma classe de substâncias (por exemplo, opióides), ou a um espectro mais amplo de substâncias farmacologicamente diferentes.Veja também:adicção a droga ou a álcool; alcoolismo; depen­dência; transtornos por uso de substância psicoativa) em mulheres do que na população dependente masculina, demandando tratamento associado de ambos quadros clínicos. O organismo da mulher parece mais frágil ao impacto da cocaínaUm alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa. Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack. Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14)., com maiores alterações hormonais, que acarretam desde produção de leite até ausência dos ciclos menstruais.

As complicações clínicas costumam ser também precoces, sendo de fundamental importância (e gravidade) a associação de gravidez com o consumo de cocaína. A cocaína atravessa rapidamente a placenta, exercendo todos os seus efeitos físicos sobre o feto (hipertensão, constrição de vasos sangüíneos), levando à falta de oxigenação e suprimento de sangue adequado. Recém-nascidos de gestantes consumidoras apresentam diversas complicações que incluem baixo peso ao nascimento, morte logo após o parto, malformações (genitais, urinárias, redução do tamanho do cérebro, entre outras), hemorragia cerebral, alterações de padrão de sonoSono é um estado ordinário de consciência, complementar ao da vigília (ou estado desperto), em que há repouso normal e periódico, caracterizado, tanto no ser humano como nos outros animais superiores, pela suspensão temporária da atividade perceptivo-sensorial e motora voluntária., diminuição de alimentação, aumento de reflexos e disfunções musculares. Estas últimas podem durar até 2,5 meses após o parto.

Uma parcela das mulheres dependentes de cocaína se engaja em prostituição como forma de obtenção de droga. O inverso também parece ser verdadeiro, havendo uma alta prevalência de prostitutas que consomem cocaína, álcool e outras drogas. Problemas relacionados à impulsividade, dificuldades interpessoais e dificuldade no julgamento foram associadas às dependentes de cocaína. Porém não se conseguiu definir se estas características eram anteriores ou conseqüências do consumo da droga.

Algumas considerações adicionais, relativas ao tratamento de mulheres dependentes, devem ser enfatizados, com a finalidade de possibilitar melhores resultados terapêuticos:

  • Prover possibilidade de cuidados para os filhos, no mínimo durante os momentos que a paciente se encontra em contato com o serviço de tratamento.
  • Identificar rapidamente padrões de consumo compulsivo (ou Abuso/Dependência) de medicações prescritas, que dificultam o engajamento da paciente no processo de recuperaçãoA manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou de drogas. O termo é particularmente associado com os grupos de ajuda mútua; entre os Alcóolicos Anônimos (AA) e outros grupos dos doze passos refere-se ao processo de atingir e manter a sobrie­dade. Posto que a recuperação é vista como um processo que dura toda a vida, um membro do AA é sempre visto internamente como um alcoólico “em recuperação”, embora o termo alcoólico “recuperado” possa ser usado fora do grupo. e mudança do estilo de vida (por exemplo, "calmantes").
  • Treinamento intensivo de auto-estima, geralmente mais abalada do que na população dependente do sexo masculino.
  • Modelagem dos papéis sociais da mulher (por exemplo, familiar e ocupacional).


        


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Comentários

precisi de ajuda

boa tarde a todos sou flavio tenho 24 anos sou viciado deste dos meu 18 anos antes eu usava em festa hoje uso 3 vezes por semana tenho uma esposa linda ela sabe mais acho que ela esta se aborecendo mais quando eu uso não fico agrasivo fico alegue coverso tenho respeito mais que ro largar esa vida agradeso pela ajuda.

Ajuda para o Flávio

Flávio, a primeira coisa que você precisa entender é que se você já um dependente químico, você não conseguirá sair dessa sozinho, é preciso ajuda, pois o ponto é descobrir qual o lugar que a drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. está ocupando e a partir da desintoxicaçãoO processo pelo qual um indivíduo é afastado dos efeitos de uma substância psicoativa.Como um procedimento clínico, é o processo de afastamento da substância realizado de maneira segura e efetiva, de tal forma que os sintomas da abstinência são minimizados. O serviço no qual esse processo se dá é denominado de unidade ou centro de desintoxi­cação.Tipicamente, o indivíduo está clinicamente intoxicado ou já em abstinência no início da desintoxicação. A desintoxicação pode ou não envolver o uso de medicamentos. Quando os usa, o medicamento em geral é uma droga que apresenta tolerância cruzada e dependência cruzada em relação à(s) substância(s) usada(s) pelo paciente. A dose é calculada para aliviar a síndrome de abstinência sem induzir intoxicação e é gradualmente diminuída à medida que o paciente se recupera.A desintoxicação como um procedimento clínico implica que o indivíduo seja supervisionado até recuperar-se completamente da into­xicação ou da síndrome de abstinência física. O termo “autodesintoxi­cação” é usado algumas vezes para denotar a recuperação não assis­tida de um episódio de intoxicação ou de sintomas da abstinência., elaborar um plano de reconstrução de vida, ou seja, como viver a vida (alegrias, tristezas, desafios, frustrações) sem a colaboração da droga. procure ajuda, pois a saída é possível, mas tão importante quanto deixar de usar as drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. é manter-se limpo com menos riscos de recaídas.

CADA UM TEM O QUE MERECE

conhece o ditado: diga com que andas, que direi quem tu és! Acho que se aplica bem a todo usuário. Já usei, pra conhecer, e vi do que é capaz. Pra que continuar? Se teu cérebro nao domina mais teu corpo, joga ele fora.

meu esposo esta em recuperação

OI boa tarde a todos meu nome é sissa tenho 24 anos e sou casada a 6 o meu esposo é usuario de cocaina  a 10 anos... ja foi enternado congregava na assembleia estava bem ele ja consegiu ficar ate 10 meses limpos mas depois sempre recaia...  hj faz uma semana que ele esta limpo dei um ponto final pois eu ja estava sofrendo mais doque ele mesmo mas estou notando nele um comportamento muito estranho antes ele ficava numa boa sabe sem usa ..Mas essa uma semana que ele esta limpo de novo ele chora todos os dias por que esta com vontade e sabe que nao pode mais que ...Acho que ele ainda esta firme ... pesso ajuda pra saber como agir pois esta sendo muito dificil pra mim tambem

Pensso que qualquer passo meu em vao pode faze ele recair ....

obrigado pela atenção

Gente tenha força de vontade

Gente tenha força de vontade Deus está com vcs mas não depende dele se vcs quer parar vcs conseguem tenho certaza disso se dediquem façam metas não tenham MEDO e sim FÉ... Deus é mais e ele vai ajudar vcs basta vcs quererem ser ajudados. Danny seja corajosa vc tem uma profissão brilhante não jogue seu futuro pela janela aproveite o presente pois quando chegar o futuro pode ser tarde demais e ao caso de sua vida sexualA saúde sexual refere-se às áreas da medicina envolvidas com a reprodução humana e comportamento sexual, as doenças sexualmente transmissíveis, os métodos contraceptivos, anticoncepcionais, entre outros. se ser homosexual te faz feliz então lute pelos seus direitos NINGUÉM tem nada a ver com sua vida seja FELIZ...

Não quero mais isso!!!!

Ola meu nome é Cacau tenho 25 anos sou usuaria de cocaina a sete meses,antes disso eu havia experimentado apenas.Mas a sete meses atras conheci um rapaz e comecamos juntos a usar,me traz momentos otimos quando estou drogada,mas de um tempo pra cá ando assustada com a quantia de droga que ele sozinho usa em media ele usa 7 a 11 capsulas sozinho,isso me deixa assustada,estou limpa a duas semanas e nao sei o que fazer para ele sair dessa dependencia.Conheco ele bem sei que ele foge de algo que é incerto e o que mais doi e que ele usa e quando ele esta comigo ele tem mais vontade ainda de usar.Ele cheira a 20 anos e esta tendo problemas de saude agora.Nao sei o que fazer,mas nao vou deixar ele se acabar sem tentar ajuda-lo.Nunca procurem a dorga como uma fuga.

olá sou mulher de um usuario

olá sou mulher de um usuario e me tornei uma usuaria mas aos poucos estou me libertando tem hora q não da pra controlar o artigo é da hora mas não dá pra dormir isso é foda

 

uso cocaina

Oi, meu nome e Marcia sou uma de pendente de cocaina uso cocaina 1 vez na senana,com meu namorado. comecei a usar com ele porque ele e usuario a muito tempo. pedi para ele me dar so pra esprementar ele nao deu,mais um dia que estava muito deprimida pidi novamente e ele me deu. desde dezenbro desse ano uso cocaina com ele. minguem sabe que uso somente ele. mais se fico sem a cocaina fico irritada e isso esta acabando com a minha vida social, hoje faz 3 semanas que nao uso nada e estou muito mal. e fico muito mais inpaciente e irritada por isso estou tentando nao ir atras da drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. mais esta muito dificil

Danny BOMBEIRO

Danny BOMBEIRO

Oi bom vou começar minha istoria,tenho 20 anos desda minha adolecençia fui minha pessoa triste,por não assumir minha homoxualidade aos 10 anos começei a frequentar a igreja congregação cristã no brasil, aos 13 anos me batizei aos 16 anos conheçi um rapaz q q tinha 23 anos noivei e casei com 17 anos fiquei apenas 5 meses casada voltei p casa da minha mãe e parei de ir p igreja e comei a ir hem baladas gls mas mesmo assim quando sentia vontade eu ia aos 18 anos conheçi uma garota e me apaixonei me assumi p minha mãe ela como cristã não aceitava como ainda não aceita,fui morar sozinha durante 2 meses de vez hem quando usava cocaina com uma amiga mas não me fazia falta,voltei p casa da minha mãe pelo motivo dela sofrer muyto sou filha caçula tenho uma irmã de 23 anos ja é casada e tem uma filha de 2 anos e é cristã,aos 19 anos me formei p BOMBEIRO CIVIL,HEM UMAS DESSA SAIDINHAS DE BALADINHA ESPERIMENTEI A maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva. mas tb não me sentia falta,mas uma vez minha mãe não aceitava minha homoxualidade fui morar sozinha novamente com um amigo q era gay dai tynha sempre uma amiga a msm q me apresentou a maconha ,de vez hem quando sempre a noite fumavamos um cigarro de maconha nos 3 depois eu passei a fumar todos os dia o meu colega q e gay não me aconpanhava,e quando começei a ir a boka começei a pegar maconha e um papel de cocaina mas msm assim não me sentia falta a cocaina só a maconha.

QUANDO ia ver minha mãe nem ficava muito tempo lá por q ja dava vontade de fuma ia embora p fumar,minha mãe descobriu mas sempre neguei,ai tyve uma briga com meu colega gay e dezaluguei  a casa e voltei a morar com minha mãe começei a ir p igreja novamente mas de novo parei e voltei a fumar maconha e sair p balada hem umas dessas quando morava sozinha conheçi uma amigo q é hetero mas não usa nada nem um tipo de drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. apenas só bebe sempre saimos juntos  p balada  mas ai me desliguei um pouco da maconha e comei a comprar cocaina, mas quando acaba o po' vem a profunda depressão antes cheirava só duas vezes por mes agora é toda semana minha mãe descobriu q uso cocaina,e não me aceita como lesbica isso me faz cair mais na cocaina ,mas msm assim consigui um emprego sou SAlva VIDAS comprei meu carro,mas não consigo parar de cheira,faz 2 semanas e 3 dias q não uso cocaina mas estou na fissura,hoje é sexta e quero ir na boka e pegar hum pó,mas sempre me fico perguntando quando como um dia vou parar minha mãe esta 1 semana sem falar com migo e minha irmã tb pelo fato de se lesbica e agora ser usuario de drogasDrogas,pesso p DEUS me ajudar por q sou uma pessoa muyto triste com migo msm por q ser homoxual e ser asuaria de drogas...

 

FISIcamente estou bem mas antes de começar a usau cocaina pesava 96kilos faz um 9 meses q uso e agora estou pesando 78 kilos minha mãe ja ate falou q estou emagreçendo muyto...

não tenho muyto apetite p comer a não ser se eu fumar maconha....

ME ajudem....

Lavagem cerebral

Danny 

Você sabe o que queres para seu futuro,só não enchergasse ainda, independente disso você  tem uma profissão maravilhosa que é salvar a vida das outras pessoas que estão se afogando, na realidade você está se afogando também, nesse mundo das drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. NINGUÉM é seu amigo (apesar que mtos dizem ser) coloque metas em sua vida faça uma lista do que vc quer e pode melhorar, EVITE as pessoas que lhe convidam ou faça mal para vc, se conseguires mude de cidade de estado fique longe das más companhias,é mto difícil mais NÃO é impossível, troque de celular, enfim,MUDE de atitude, quanto sua opção de ser homossexual  é sua escolha e saiba que cada escolha tem conseqüências por mais que seja complexa,a sua familia esta abalada com suas atitudes ou suas escolhas, pois seja corajosa e mostre que vc ama eles....abraços e boa sorte  

Dependente da cocaína

Oi, meu nome é Camila tenho 25 anos ea 5 anos uso cocaína,fui internada a 2 anos em uma clínica de psiquiatriaPsiquiatria é uma especialidade da Medicina que lida com a prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das doenças mentais em humanos, sejam elas de cunho orgânico ou funcional, tais como depressão, doença bipolar, esquizofrenia e transtornos de ansiedade.A meta principal é o alívio do sofrimento psíquico e o bem-estar psíquico. Para isso, é necessária uma avaliação completa do doente, com perspectivas biológica, psicológica, sociológica e outras áreas afins.Uma doença ou problema psíquico pode ser tratado através de medicamentos ou várias formas de psicoterapia.A avaliação psiquiátrica envolve o exame do estado mental e a história clínica. Testes psicológicos, neurológicos e exames de imagem podem ser utilizados na avaliação, assim como exames físicos. Os procedimentos diagnósticos variam mas os critérios oficiais estão descritos em manuais como a CID-10 da Organização Mundial de Saúde e o DSM-IV da American Psychiatric Association. em São josé (sc),fiquei internada 40dias.Depois que saí da internação fiquei 1ano e 3meses sem usar,aí me relacionei com um rapaz e voltei a usar.Mais uso de idiota que sou,essa porcaria já acabou com a minha vidauma vez e tenho certeza que isso vai acontecer denovo.

Meus pais não adimitem que eu sou dependente,isso me prejudica.Meu sonho é nunca recair a essa porcaria que se chama cocaíina.To sem usar a 3 semanas ,e seeu tiver força de vontade fico sem usar.O que me leva a usar é a companhia de pessoas que se fazem amigas!!!!!

Quero parar e vou conseguir!!!

eu consegui voces tanbem podem

oi galera vi o depoimento de voces tanbem fui usuario por um bom tempo ja usei cocaina machonha lsdVeja alucinógeno. ecstasy . durante muito tempo coisa de uns 2 anos so cheirando direto mas consegui para com apoio de amigos e de pessoas que ja tinham passado por isso. acredito que esse vicio para muitas pessoas sao apenas uma fase da vida assim com uma pessoa para ajudar fica mas facil mudar se prescisarem de alguem pra conversar me passa o msn vai ser um prazer conversar com voces.

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Abstinência e dependência quimica

"Uma concepção errada que prevalece tanto na profissão médica como no público leigo é que o tratamento da dependência química invariavelmente fracassa.

Nada mais longe da verdade, o tratamento da abstinência é eficaz e seguro, embora a melhora seja variável...

...já é ponto pacífico que o melhor tratamento é uma combinação de terapias medicamentosas e psicossociais, aplicadas as duas em doses otimizadas" >> Continuar...


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