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Nem todos os usuários de cocaínaUm alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa. Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack. Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14). tornam-se dependentes da drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.. Da mesma forma, nenhum dependente de cocaína, ao iniciar o consumo, tinha a intenção de se tornar dependente da substânciaVeja droga psicoativa.. No entanto, não existe um limite nítido entre o início do consumo, o uso continuado e o desenvolvimento dos transtornos decorrentes do uso da droga (principalmente Abusoabuso (de drogas, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas)Um grupo de termos muito utilizado embora com significados variáveis. Na 3a. edição revista do Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Psiquiátrica Norte-Americana (DSM-III-R), “abuso de subs­tância psicoativa” é definido como “padrão desajustado de uso indicado pela continuação desse uso apesar do reconhecimento da existência de um problema social, ocupacional, psicológico ou físico, persistente ou recorrente, que é causado ou exacerbado pelo uso recorrente em situações nas quais ele é fisicamente arriscado”. Trata-se de uma categoria residual, ao qual é preferível o diagnóstico de dependência, quando for o caso. O termo “abuso” é algumas vezes utilizado de forma desaprovativa para designar qualquer tipo de uso, particularmente o de drogas ilícitas. Devido à sua ambigüidade, o termo não é usado na 10a. revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) (exceto no caso de substâncias que não produzem dependência; veja mais adiante); uso nocivo e uso arriscado são os termos equivalentes na terminologia da OMS, embora eles geralmente digam respeito apenas aos efeitos físicos e não às conseqüências sociais. O emprego de “abuso” também é desestimulado pelo Escritório de Prevenção do Abuso de Substâncias dos EUA, embora expressões como “abuso de substâncias” sigam sendo amplamente utilizadas na América do Norte, para se referir, de modo geral, aos problemas do uso de substâncias psicoativas.Em outros contextos, o abuso já indicou padrões de uso não-médico ou não aprovado, independentemente das conseqüências. Assim, a definição publicada em l969 pela Comissão de Peritos da OMS em Dependência de Drogas foi “uso excessivo de droga, persis­tente ou esporádico, inconsistente ou sem relação com a prática médica aceitável” (veja uso indevido de álcool ou droga). e Síndrome de Dependência(F1x.2)Um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que podem se desenvolver após o uso repetido de uma dada substância. Esses fenômenos incluem de maneira característica um forte desejo de utilizar a droga, o controle prejudicado sobre o seu uso, o uso persistente a despeito das conseqüências prejudiciais, a prioridade ao uso da droga sobre outras atividades e obrigações, um aumento da tolerância e reações físicas de privação quando o uso da droga é interrompido. Faz-se o diagnóstico da síndrome de depen­dência, de acordo com a CID-10, quando três ou mais dos seis critérios especificados tiverem ocorrido no prazo de um ano.A síndrome de dependência pode referir-se a uma substância específica (por exemplo, tabaco, álcool ou diazepam), a uma classe de substâncias (por exemplo, opióides), ou a um espectro mais amplo de substâncias farmacologicamente diferentes.Veja também:adicção a droga ou a álcool; alcoolismo; depen­dência; transtornos por uso de substância psicoativa). A experimentação da cocaína se desenvolve sempre em um meio (contexto) social definido, promovendo efeitos estimulantes e euforia pronunciada. Nenhuma das conseqüências negativas do consumo estão presentes (nos primeiros meses de consumo ocasional), parecendo ao usuário iniciante que os avisos e informações que tinha sobre a droga antes da primeira experiência foram exagerados ou simples "propaganda enganosa". Em busca dos efeitos inicias, o consumo da cocaína continua; o sujeito passa a visitar outros usuários com mais freqüência, dando-se a desculpa que "estes são verdadeiros amigos" por compartilharem sensações e prazeres semelhantes, diferentes dos amigos "caretas" de antigamente.

Pela primeira vez acontece a compra da cocaína de um destes amigos, e o consumo se intensifica. Até este momento poucos efeitos negativos são evidentes. A família nota alguma mudança, mas como o indivíduo mantém (quase) todas as suas atividades anteriores (trabalho, estudo, pernoitar em casa, etc.), a desconfiança muitas vezes não é revelada ao usuário; este se sente ainda mais confiante, também pelas próprias características da droga. Mais um período de consumo e entra em contato com fornecedores de quantidades maiores, traficantes ou "aviões" (outros usuários que mantém seu consumo por meio de comércio de pequenas quantidades da droga). Descobre, então que quando adquire maior quantidade ocorre um barateamento de seu consumo; compra grande quantidade "para usar ao longo do mês"; infalivelmente consumindo em período muito menor. Algumas conseqüências negativas já são evidentes, mas sua importância é muito menor do que o prazer obtido pelo consumo da substância. "Perco de um lado, mas ganho de outro", pensa o usuário, já atrelado ao caminho determinado pela droga. Podem começar a ocorrer episódios de consumo de grandes quantidades durante várias horas ou poucos dias, as orgias de consumo ("binges" em inglês). Neste ponto suas atividades e atribuições anteriores ao consumo já sofrem de negligência importante, contribuindo ainda mais para o retorno ao consumo.

A situação tem a gravidade intensificada, e o usuário muito se assemelha ao camundongo de laboratório que fornece aos pesquisadores inúmeras informações sobre as drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. de abuso, passando a consumir compulsivamente a despeito das evidências claras de prejuízos sobre sua vida e daqueles que o cercam. Neste ponto qualquer pessoa identifica o Dependente de cocaína. O tratamento tem como objetivo interromper o consumo, restaurar suas conseqüências e mudar o estilo de vida do indivíduo, que facilita o retorno ao uso.

O fator mais relevante deste pequeno exemplo, de um dos padrões de consumo que evolui para a Síndrome de Dependência, é que o indivíduo não necessita chegar a este estado terminal para ser considerado dependente. Qualquer pessoa (não dependente) concorda que muito antes disto o indivíduo perdeu a sua capacidade de controlar o consumo de cocaína. A perda deste controle parece ser o fato central do estabelecimento do estado de dependência; a cocaína passa a controlar o indivíduo, e não o contrário, que ocorreu no momento da experimentação inicial.

Quanto mais cedo se detecta a Dependência maior o sucesso que intervenções terapêuticas podem obter. Com este último conceito como foco tanto a Organização Mundial de Saúde (OMS), como a Associação Psiquiátrica Norte-americana (APA), estabelecem critérios que direcionam o diagnóstico da Síndrome da Dependência, com o intuito de diagnosticar precocemente este Transtorno com enorme custo social.

Conforme descrito acima, a Dependência é uma Síndrome, cujos sintomas

se manifestam em áreas de funcionamento social, psicológica e biológica do indivíduo, e estes critérios privilegiam estas áreas de impacto. A tabela abaixo apresenta as Diretrizes diagnósticas adotadas pela OMS:

Critérios diagnósticos da Síndrome de Dependência


Síndrome de Dependência – diretrizes diagnósticas

Um diagnóstico definitivo de dependência deve usualmente ser feito somente se três ou mais dos seguintes requisitos tenham sido experienciados ou exibidos em algum momento durante o ano anterior:

  • Forte desejo ou compulsãoQuando aplicado ao uso de substâncias psicoativas, o termo se refere a uma necessidade poderosa de consumir a substância (ou substâncias) em questão, necessidade esta atribuída mais a senti­mentos internos do que a influências externas. O usuário da substância pode identificar a necessidade como prejudicial ao seu bem-estar e pode ter uma intenção consciente de se refrear. Esses sentimentos são menos característicos da dependência do álcool e de drogas do que do transtorno obsessivo-compulsivo.Veja também:controle prejudicado; craving; necessidade impe­riosa. para consumir a substância;
  • Dificuldade para controlar o comportamento de consumir a substância, em termos de seu início, término ou níveis de consumo;
    • Estado de AbstinênciaA abstenção do uso de droga ou (particularmente) de bebidas alcoólicas, por questão de princípio ou por outras razões.Quem pratica a abstinência de álcool é chamado de “abstêmio” ou “abstêmio total”. A expressão “atualmente abstinente”, freqüentementeempregada em inquéritos populacionais, geralmente define uma pessoa que não ingeriu bebidas alcoólicas nos últimos 12 meses; esta definição não coincide necessariamente com a descrição que o próprio indivíduo faz de si como um abstêmio.O termo “abstinência” não deve ser confundido com “síndrome de abstinência” ( Deve-se, no entanto, diferenciar “abstêmio” (pessoa que não bebe ou não usa drogas) de “abstinente” (pessoa que presentemente não está bebendo, que não está usando drogas).Veja também: sobriedade; temperança. fisiológico quando o consumo da substância cessou ou foi reduzido, como evidenciado por:
      Sintomas característicos para a abstinência da substância
    • Retorno ao uso da substância (ou similar) para alívio ou evitação destes sintomas
  • Evidência de TolerânciaUma diminuição de resposta a uma dose de determinada subs­tância que ocorre com o uso continuado da mesma. No consumidor freqüente ou de grandes quantidades de bebidas alcoólicas (ou de outras drogas), por exemplo, são necessárias doses mais elevadas de álcool para alcançar os efeitos originalmente produzidos por doses mais baixas. Tanto fatores psicológicos como psicossociais podem contribuir para o desenvolvimento da tolerância, que pode ser física, comportamental ou psicológica. Com respeito aos fatores fisiológicos, pode desenvolver-se tanto a tolerância metabólica como a funcional, isoladas ou conjuntamente. Aumentando-se a taxa de metabolismo da substância, o organismo pode ser capaz de eliminar a substância mais rapidamente. A tolerância funcional é definida pela diminuição da sensibilidade do sistema nervoso central à substância. A tolerância comportamental é uma mudança no efeito da droga como resultado de aprendizado ou de alterações ambientais. A tolerância aguda é uma acomodação rápida, temporária, ao efeito de uma substância após uma única dose. A tolerância reversa, também conhecida como sensibilização, refere-se a uma condição na qual a resposta a uma substância aumenta com o uso repetido.A tolerância é um dos critérios para a síndrome de depen­dência., de tal forma que doses crescentes da substância são requeridas para alcançar efeitos originalmente produzidos por doses mais baixas. Se o indivíduo mantém a dose estável, outra forma de verificar a presença deste critério é a redução dos efeitos da substância;
  • Abandono progressivo de prazeres ou interesses alternativos em favor do uso da substância, aumento da quantidade de tempo necessário para obter ou tomar a substância ou ainda para se recuperar de seus efeitos
  • Persistência no uso da substância, a despeito de evidências claras de conseqüências manifestamente nocivas.


(OMS, 1993)

O Abuso da cocaína é um transtorno com diagnóstico de exclusão, ou seja, só pode ser diagnosticado quando a dependência não se encontra presente. Este diagnóstico, descrito pela APA (Associação Psiquiátrica Norte-americana), focaliza fundamentalmente o consumo problemático e recorrente da cocaína, ou seja, o indivíduo que passa a ter comprometimentos sociais, médicos, psicológicos ou legais e mesmo assim mantém seu uso por período mínimo de um ano (12 meses), mesmo não sendo dependente (por não apresentar os sintomas descritos para a dependência da cocaína, descritos acima). Esta pessoa geralmente tem um menor impacto da droga sobre sua vida (representado por conseqüências geralmente mais brandas do que na dependência), porém caso não seja submetido ao mesmo tratamento que o dependente terá (quase que) infalivelmente o destino da Síndrome de Dependência. Por ter, teoricamente, menores conseqüências negativas, pode-se considerar o Abuso de cocaína como um transtorno que tem a possibilidade de obtenção de melhores resultados terapêuticos do que a Dependência.


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Comentários

FILHO QUE É USUARIO

NÃO ESTA SENDO FACIL LIDAR COm ESTA SITUAÇÃO.JA TE TRÊS DIAS QUE ELE ESTA NA SUmIDO . FUI ATRAS DELE O ENCONTREI ELE FALOU QUE VINHA EmBORA E ATÉ AGORA NÃO APARECEU. TINHA CONSEGUIDO UmA CLINICA PARA ELE NO COmEÇO ELE TINHA CONCORDADO mAS AGORA PARECE QUE ESTA FUGINDO. ELE É EU FILHO ADOTIVO. A INFANCIA DELE FOI mUITO TRISTE A mAE O ABANDONOU mATARÃO O PAI DELE. Um HOmEm TROUXE ELE DO SEU LUGAR DE ORIGEm. ELE COmEÇOU A DAR TRABALHO. ELES O JOGARÃO NA RUA . FOI QUANDO EU O ACLHI. SEI QUE ELE PRECISA DE AJUDA EU O AmO mUITO. COO POSSO AJUDALO. PORQUE AS VEZES TUDO QUE FAÇO PARECE ERRADO.

Será que Sou viciado?

Uso CocaínaUm alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa. Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack. Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14). há uns 2 anos , praticamente todo final de semana , somente no Sábado, não uso somente quando tenho algum compromisso importante no sábado.., durante a semana trabalho , tenho meus compromissos normalmente. Mas no Sábado bate aquela vontade e acabo usando.., isso é um vício ou um hábito??

minha mãe

olá,tenho 23 anos e moro nointerior,já minha mãe mora na capital ela é usuaria de cocaina faz muitos anos,mas isso se intensificou de uma maneira que a familia toda sabe da dependenciadela,mas só ela que não sabe.ela fica agressiva demais a ponto de ninguem chegar perto dela,não sei como lidar com isso,pois tenho um irmão que mora com ela e ele tem 15 anos e sabe do vicio dela,ele sofre muito com tudo isso,pois ele vê e sabe que ela usa e tem que ficar quieto.meu pai faz 12 anos que faleceu por consequencia do uso do crak,mas eu mesmo pequena falavapra ele largar,mas ele dizia que não dava mais tempo.agora minha mãe é nova tem 42 anos e um marido muito bom.estou muito perdida,meu irmão me falou que ela usa po só quando bebe,ou seja,dependendo da semana dela todos os dias,ou,4 vezes na semana.ela tem um comportamento visivel de usuario de cocaina...ela fica com os olhos estalados,muito muito agrassiva,agitada,fala demais,fica fungando igual toro bravo,enfim,alguem por favor respona com alguma orientação pra mim por favor. a eu nem posso imaginar de falar algo desse tipo pra ela isso esta fora de questão,como ja falei ela é muito agrassiva pode ate agredir eu.ajudem me,desde ja agradeço

A cocaína destruiu a minha vida

Namorei com um cara durante 7 anos e meio. A minha família sempre foi contra o nosso relacionamento. Esse ano tivemos uma briga e passamos tres meses afastados por causa da sua mudança de comportamento. Descubri que ele é usuario de CocaínaUm alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa. Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack. Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14).. Fiquei tres dias na casa dele, ele estava sangrando pelo nariz com muita frequencia. Nos separamos de vez, ele agora já tem outra pessoa na vida dele. ta bebendo muito, usando maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva. e cocaína. e o pior é que essa menina q ta com ele sai com ele tambem, acho q ela tambem é usuaria. Ele nao faz mais faculdade e nem trabalha mais. Tenho tanto medo de que aconteça alguma coisa com ele. Nao sei o q fazer gosto muito dele e to sofrendo muito, é uma dor muito grande. As vezes quando passo na frente de bares so me lembro dele. o pior é q ele nao quer mais saber de mim, me acha muito chata e careta. Sei q essa é uma doença pode ter controle, mais q nao tem cura. è um portal q a pessoa abre p sua vida, mais q nao consegue fechar. Adormece, mas q no primeiro gole ou na primeira dificuldade desperta. TO TENTANDO SUPERAR A GRANDE PERDA Q EU TIVE NA MINHA VIDA! Nao sei por que DEUS deixou isso acontecer na minha vida.

Eu te ajudo.

Me add: larissa2501@hotmail.com

Fraterno abraço.

uso coca.ñcom muita

uso coca.ñcom muita frequencia,mas todo fim de semana.quero largar mas ñ consigo.peço a deus todos os dias para me livrar desse mal9n

Adoro Cocaina ...

Sou viciado em cocaina. Começou em 2006 e aprtir de então, tenho consumido semanalmente um pequena quantidade. O grande problema e o barato da coisa , é que , a COCAINA age no meu corpo causando uma grande euforia sexualA saúde sexual refere-se às áreas da medicina envolvidas com a reprodução humana e comportamento sexual, as doenças sexualmente transmissíveis, os métodos contraceptivos, anticoncepcionais, entre outros.. Chego a ter 3 ou 4 orgasmos quando uso em torno de 1 a 2 gramas.

Curto mulheres e travestis sempre com sexo seguro pois faço questão de frizar isto muito bem com meus parceiros e parceiras, com os travestis faço o papel de passivo e posso assegurar que meus orgasmos são muito, muito mais intensos.

Sendo assim , como posso eu me livrar desta drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. , se ela me atinge na maior fonte de prazer do ser humano , o sexo ...

Gostaria de saber como poderia me livrar desta situação ...

Resposta

Primeiro que vc n e viciado. Vc apenas abusa da coca. Segundo que minha experiência e idêntica a sua. Adoro cheirar e dar o c´* Pra travecos de pau enrome. Gozo muito. Se quer parar tem q procuRar um Psiquiatra e tomar remédios .

Também cheiro ocasionalmente e sempre namorei sem que minhas namoradas soubessem. Elas sao nosso equilíbrio . Tanto que cheiro semPre c um amigo que casou 8 anos atras. Todo mundo e trabalhador. Se estou namorando como muito minha namorada. Se estou solteiro como mulher e travesti. Dou muito o cu pancadao e nunca me arrependi. Tudo e fase o importante e nao ter culpa. Afinal quem nao gosta de um pausao melado rasgando as pregas. Delicia.

oi gostaria de saber , oque

oi gostaria de saber , oque eu devo falar com o meu namorado,ele é dependente da cocaína, agora ele usa menos, uma vez na semana ,mais ainda usa.  e  diz que estar disposto a largar mais diz que não é assim, de uma hora pra outra. .e eu me irrito, eu não gosto de ve ele nessa situação, oque eu devo fazer?como devo conversar com? tenho medo de tudo acabar, eu queria pelo menos tirar isso dele!

meu irmão é usuário e agora!?

Boa tarde!

Me chamo Karol, tenho 25 anos. Nesta segunda feira meu irmão se separou de sua esposa, não entedi o por que, afinal eles viviam mt bm, ela sempre o tratando bem, parecia o casal perfeito. Parecia, descobri que ele esta usando cocaína...

Ele está dormindo na casa da minha mae  (onde eu moro).

Eu ainda não comentei nada com minha mãe, acho que quando ela ficar sabendo vai entrar em depressão... 

...Afinal ele sempre foi o chodó dela.

Não sabendo o que fazer nessa situação, liguei para o meu tio, que sempre nos teve como filhos; ele ficou como eu destruído.

Meu tio ficou de procurar a ex-mulher do meu irmão para saber em que pé está essa situação.

Sinceramente, não sei o que fazer...

Não estou conseguindo nem olhar nos olhos da minha mãe.

Estou mt triste com toda essa situação.

Gostaria de saber qual o tempo necesspario para desintoxicação.

 Minha vida virou de pernas para o ar.

Ainda não conversei com ele, pois não temos uma relação legal (nunca tivemos).

O que eu faço?

Desde segunda-feira, minha vida tem sido chorar...

Preciso de ajuda, não posso deixar isso destruir o meu irmão!

cocaina ajuda

Vivi 4 anos com uma pessoa que tinha crises de ciumes frequentes, nos separamos e voltamos varias vezes, e somente agora depois de muito penar com suas loucuras pois imaginava sempre que eu o estava traindo, enganando, que tinha amantes e eu tentava de todas as formas lhe mostrar que eu o amava e que jamais o trairia,sofri muito mas hje descobri que ele usa cocaina, nao to conseguindo acreditar, ta muito dificil p mim aceitar essa situaçao, hje pela manha ele saiu de casa , depois de uma briga terrivel,onde ele ameaçava matar meu patrao porque dizia ser meu amante.Horas depois ele me pede perdao e uma nova chance, eu tive que dizer nao apesar de ama-lo muito, nao sei o que fazer da minha vida daqui p frente, eu queria ajuda-lo mas nao sei como, sei que ele estava me destruindo, mas ate o fim ele continuou mentindo e dizia que usou apenas algumas vezes a muito tempo atras, mas sei que nao tem outra explicaçao p toda essa desconfiança. me ajudem nao sei o que faço!!!

PROCURE UM GRUPO DE MUTUA

PROCURE UM GRUPO DE MUTUA AJUDA CHAMADO AMOR EXIGENTE TEM EM TODO LUGAR DO BRASIL , PROCURE O ENDERECO NO GOOGLE, ESSA DOENCA E PROGRESSIVA, INCURAVEL E FATAL, E VC N PODE FAZER NADA P AJUDA-LO/ ELE SO VAI PARAR QDO SOFRER PERDAS, VC SO PODE CUIDAR DE VC MESMA. BJS ( UM DEPENDENTE QUIMICO DESTROI UMA FAMILIA INTEIRA E SAI INTEIRO)

 

cocaina

estou saindo com uma pessoa q usa cocaina descobri a pouco tempo na semana ele n usa geralmente so os finais de semana quando sai com os amigos a minha duvida e ja tem um tempo q estou com ele e ele nunca mim procura pra ter relaçoes quando eu o procuro o pau dele n sobe sera q isso e sequelas da drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. fico sem saber o q fazer pois gosto muito dele a mae dele n sabe q ele usa ele n e acressivo n e na dele queria so saber o por q q n sobe quando ficamos eu sinto dura mas na hora h brocha.te agradeço se puder mim responder.

AMO MEU MARIDO

Olá

Meu nome e Lisa,sou casada com **** a 15 anos,recentimente descobri que emu marido e usuario da cocaina,fiquei muito muito mesmo apavoarada e continuo,jamais esperava isso dele um cara super cabeça sentrato e um pai e marido mais andava desconfiada dele mais não que era usuario e sim que estava me traindo.Amo muito ele mais morro de medo não sei oque fazer.Ainda para ajudar ele trabalha a noite e impressor grafico,juro não saber oque fazer fico em casa com medo de ele não ir trabalhar como estava fazendo a dias atraz que fou aonde eu descobri tudo.Por favor me envie uma resposta do que fazer pois não posso abandonar ele nesse momento.

Desde já agradeço.

Olá, Sou casada a 11 anos

Olá,

Sou casada a 11 anos tenho um filho de 5 anos, descobri a pouco mais de 3 meses que meu marido usa cocaina, ele sai na sexta feira a noite so retornando na noite de sabado para domingo ou no domingo de tarde. Estou sofrendo muito com isso, pois durante a semana ele trabalha promete que não vai mais usar.Mas não quer parar de sair hoje pela manhã ele veio queria dinheiro começou a procurar a virar a minha bolsa então peguei o dinheiro e dei pois sabia que não ia conseguir fazer ele ficar em casa.Estou pensando em ir embora deixar ele pois ele não quer ajuda acho que ele gosta do que está fazendo o nosso dinheiro ele está acabando com tudo gasta horrores. Eu não quero abandonar ele mas eu não sei mais o que fazer pois estou fazendo muitas orações para que ele se liberte eu o amo muito. Ele não aceita que eu toque no assunto não quer ajuda.

 

quem usa cocaina sua muito

por favor quem usa cocaina sua muito tenho um filho que sua muito e seu comportamento é de alguem que faz uso 

Pode ser

Infelismente sou usuario. os sintomas

são perca da fome.nariz sempre escorendo ou intupido.evita té onhar nos olhos,tem sede ,esta sempr agitado e com as pupilas dos olhos bem aberta.um tipo de usuario falamuito outros fica queto. mas anbos não vai demostra esse comportamento pr vc,se estiver usando espero que não pq ...................... boa sorte fique na paz de deus se prescisar pode me ligar 90212499519094. obs. estou em tratamento e muito feliz

suor

sim ! a cocaina faz a temperatura do corpo almentar ,logo em seguida do consumo o corpo entende que tem alguma coisa estranha e e resfria o corpo com o suor.

cocaina

acho que na vida a gente esta aberto pra tudo,porem Deus com sua sabedoria nos deu o livre arbitrio,mais infelismente nao sabemos usar da melhor forma."cocaina" na minha opiniao e ilusao pra bobos,pois todos temos problemas ou dificuldades,mais achamos sempre que tudo com a gente e pior do que o dos outros,besteira!! Pra mim as pessoas que usam drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. pra fugir da realidade do mundo nao sao merecedores de pena,sao pessoas com transtornos de personalidade,pois nao tem a capacidade de viver pelos seus proprios meios,ai se escondem atras de diversos tipos de drogasDrogas pra tentar pelo menos serem dignos de pena,que pena!Pois a unica coisa que eles fazem e buscar o seu proprio mal e ajudam a levantar as pessoas que vivem de fornece-las.Espero que deus ajude a cada umas dessas pessoas dependentes de modo geral,pois aqueles que fazem so de vez em quando,infelismente tambem sao viciados!!!!!!

sexo entre usuários

Boa Noite, namoro a 1 ano e meio um usuário compulsivo de cocaína e maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva.. Além de todas as atitudes "normais" que os usuários possuem, ainda há um hábito um pouco estranho do mesmo, ele me relatou uma vez em que estava sob efeito que não gosta de sexo "normal", no início de namoro (qdo eu ñ sabia q o mesmo usava cocaína), ele pedia para eu na hr que faziamos amor, fazer o chamado fio-terra, no início achava estranho e até nojento essa pratica, mas passei a ler muito a respeito do assunto e vi que é mto comum homens que são heteros gostarem da pratica, o problema é que de fio terra comecei a usar vibrador nele constantemente...Enfim, ontem em conversa com uma nova amiga, a mesma me falou sobre o hábito de muitos usuários de cocaína, de praticarem "orgias" entre eles, onde uma pisicologa amiga dela, informou que qdo os mesmos iniciam o uso, é "aberto" uma "janela" onde o ID dos mesmos tem domínio sobre o superego, alterando o comportamento sexualA saúde sexual refere-se às áreas da medicina envolvidas com a reprodução humana e comportamento sexual, as doenças sexualmente transmissíveis, os métodos contraceptivos, anticoncepcionais, entre outros., e consequentemente fazendo com que eles formem "grupos fechados" onde usam mta cocaína e fazem sexo anal uns com os outros... Fiquei extremamente chocada com o assunto, e sinceramente com muito medo, pois a transmissão do virus da Aids segundo uma médica da minha cidade, é mais comum em homens bissexuais, que durante o coito anal não utilizam o preservativo...Enfim, minha dúvida principal, é se de fato, esse "hábito" de orgia entre homens, e a fixação por sexo anal (neles) mesmo não sendo homossexuais, é comum entre os usuários ou são apenas casos isolados?? Me ajudem estou muito preocupada....

Ex-Usuario

Ola amiga. Sou ex usuario de cocaina, usei muito durante 4 anos da minha vida. Depois de algum tempo quando eu usava cocaina eu tinha uma vontade incontrolavel de fazer sexo e de ser o passivo da relação, quando não conseguia sexo me trancava em algum motel ou dentro do carro e ficava intrudizindo o que encontrava no meu anus, vale explicar que de cara limpa nunca tive essas vontades muito menos senti atração por homens, era algo incrontrolavel, as vezes estava no bar bebendo usava e acabava indo pro banheiro usar algo pra introduzir no meu anus. Depois que isso começou a acontecer passei a fazer esses grupos fechados que você descreveu, dois amigos de infancia que começaram a usar comigo, usavamos cocaina e nos trancavamos num quarto de motel barato pra fazer sexo anal sem proteção durante toda a madrugada, fazia sexo anal, deixava meus amigos gozarem na minha boca e tudo que você pode imaginar, depois quando passava o efeito nao conseguia me olhar no espelho e acreditar no que havia feito. Era nojento, porem eu realmente não tinha controle, bastava usar e a vontade incontrolavel vinha, nessa situações eu usava muito e não conseguia ter ereções, devido a isso não gozava e ficava a noite toda com essa vontade de dar, enquanto tivesse cocaina eu estava querendo praticar o sexo passivo. Unico jeito que descobrir pra parar foi parar de beberIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica. e cortar completamente as amizades. Por isso falo pra todas vezes mulheres que tem relacionamento com usuarios, terminem esse relacionamento o quanto antes, isso que relatei não é incomum e vocês estão arriscadas a peguer HIV. Eu por sorte consegui parar antes me contaminar.

bao sorte

   Larga ele! pois vai pegar uma doenca ,e faca os exames HIV e DST para tomar novos rumos ,que com certeza vc merece. Infelismente tem que ser assim, depois nao tem mais jeito.

abracos,abra seu olho

Sexo promiscuo

Boa Noite, namoro a 1 ano e meio um usuário compulsivo de cocaína e maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva.. Além de todas as atitudes "normais" que os usuários possuem, ainda há um hábito um pouco estranho do mesmo, ele me relatou uma vez em que estava sob efeito que não gosta de sexo "normal", no início de namoro (qdo eu ñ sabia q o mesmo usava cocaína), ele pedia para eu na hr que faziamos amor, fazer o chamado fio-terra, no início achava estranho e até nojento essa pratica, mas passei a ler muito a respeito do assunto e vi que é mto comum homens que são heteros gostarem da pratica, o problema é que de fio terra comecei a usar vibrador nele constantemente...Enfim, ontem em conversa com uma nova amiga, a mesma me falou sobre o hábito de muitos usuários de cocaína, de praticarem "orgias" entre eles, onde uma pisicologa amiga dela, informou que qdo os mesmos iniciam o uso, é "aberto" uma "janela" onde o ID dos mesmos tem domínio sobre o superego, alterando o comportamento sexualA saúde sexual refere-se às áreas da medicina envolvidas com a reprodução humana e comportamento sexual, as doenças sexualmente transmissíveis, os métodos contraceptivos, anticoncepcionais, entre outros., e consequentemente fazendo com que eles formem "grupos fechados" onde usam mta cocaína e fazem sexo anal uns com os outros... Fiquei extremamente chocada com o assunto, e sinceramente com muito medo, pois a transmissão do virus da Aids segundo uma médica da minha cidade, é mais comum em homens bissexuais, que durante o coito anal não utilizam o preservativo...Enfim, minha dúvida principal, é se de fato, esse "hábito" de orgia entre homens, e a fixação por sexo anal (neles) mesmo não sendo homossexuais, é comum entre os usuários ou são apenas casos isolados?? Me ajudem estou muito preocupada....

Ex-Usuario de coca

Ola amiga. Sou ex usuario de cocaina, usei muito durante 4 anos da minha vida. Depois de algum tempo quando eu usava cocaina eu tinha uma vontade incontrolavel de fazer sexo e de ser o passivo da relação, quando não conseguia sexo me trancava em algum motel ou dentro do carro e ficava intrudizindo o que encontrava no meu anus, vale explicar que de cara limpa nunca tive essas vontades muito menos senti atração por homens, era algo incrontrolavel, as vezes estava no bar bebendo usava e acabava indo pro banheiro usar algo pra introduzir no meu anus. Depois que isso começou a acontecer passei a fazer esses grupos fechados que você descreveu, dois amigos de infancia que começaram a usar comigo, usavamos cocaina e nos trancavamos num quarto de motel barato pra fazer sexo anal sem proteção durante toda a madrugada, fazia sexo anal, deixava meus amigos gozarem na minha boca e tudo que você pode imaginar, depois quando passava o efeito nao conseguia me olhar no espelho e acreditar no que havia feito. Era nojento, porem eu realmente não tinha controle, bastava usar e a vontade incontrolavel vinha, nessa situações eu usava muito e não conseguia ter ereções, devido a isso não gozava e ficava a noite toda com essa vontade de dar, enquanto tivesse cocaina eu estava querendo praticar o sexo passivo. Unico jeito que descobrir pra parar foi parar de beberIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica. e cortar completamente as amizades. Por isso falo pra todas vezes mulheres que tem relacionamento com usuarios, terminem esse relacionamento o quanto antes, isso que relatei não é incomum e vocês estão arriscadas a peguer HIV. Eu por sorte consegui parar antes me contaminar.

esposa

Minha esposa é dependente , e vou te falar a verdade, se não fosse pelos meus três filhos eu já teria desabado, é um fardo muito grande, as vezes tento esquecer que ela existe pra sentir um pouco de paz, mas como fazer isso? Já tentamos de tudo, mas parece que ela só finge que quer parar, quando eu menos espero ela já esta usando. Mas eu acho que vou desistir tentar tocar minha vida, mas infelizmente eu sempre vou ter um laço forte com ela, por mais que eu tente levar minha vida vou saber que meus filhos estão com um problema, uma mãe usuária de drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos..

MEDO

SOU SEPARADA E MEUS FILHOS JÁ CRESCIDOS E 2 ATÉ FORMADOS. GOSTO DE UM CARA QUE USA COCAÍNA A MUITO TEMPO. FICAMOS DURANTE 8 MESES NOS ENCONTRANDO ENQUANTO ELE MORAVA NA MESMA CIDADE QUE EU. MAS JÁ FAZ 1 ANO QUE ELE FOI EMBORA E A GENTE NUNCA ESQUECEU UM DO OUTRO E NO MES PASSADO ELE ME CHAMOU PRA VIVER COM ELE NA CIDADE QUE ELE ESTÁ MORANDO. ELE FALA PRA MIM QUE MUDOU E QUE ESTÁ CONSEGUINDO SE CONTROLAR MAIS DA DEPENDÊNCIA, MAS ESTOU COM MUITO MEDO DE IR MORAR COM ELE E SER VIOLENTO COMIGO, POIS ELE É MUITO CIMENTO E DESCONFIADO. MAS ESTOU SOZINHA ESSE TEMPO TODO E O AMO MUITO! NÓS NOS FALAMOS SEMPRE PELO CEL E SEMPRE ELE FAZ QUESTÃO DE FALAR QUE MUDOU, MAS NA SEMANA PASSADA ELE SE DROGOU E ME LIGOU FALANDO QUE TEVE UMA RECAÍDA. NÃO SEI O QUE FAZER GOSTO MUITO DELE E ELE DE MIM, MAS ESTOU COMPLETAMENTE APAVORADA COM MEDO DE CHEGAR IR MORAR COM ELE MESMO QUE SEJA POR UM TEMPO E ACONTECER UMA AGRESSÃO POR PARTE DELE OU EU ENTRAR NA DELE TAMBÉM. NÃO PARO DE PENSAR NELE UM SÓ MINUTO DURANTE O DIA E A NOITE E ELE TAMBÉM ME FALA A MESMA COISA. VOCÊS ACHAM QUE QUANDO EXISTE AMOR TUDO PODE ACONTECER? SERÁ QUE COM MEU AMOR EU PODEREI FAZER COM ELE DEIXE DE VEZ ESSA DROGAUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.? MESMO INDO PRA FICAR SÓ UM TEMPO LA COM ELE EU ESTOU ME ARRISCANDO? POR FAVOR ME RESPONDAM, PORQUE EU NÃO SEI MAIS O QUE DEVO FAZER. ELE É O AMOR DA MINHA VIDA E GOSTARIA MUITO DE AJUDÁ-LO.

MEDO

Querida, você não vai poder salvar o mundo, acredite, você não tem esse poder. Essa pessoa é dependente de cocaína, e não é assim, indo morar com ele que poderá ajudá-lo. Pessoas dependentes não conseguem fazer ninguém feliz, pelo contrário, são infelizes e trazem infelicidade para que convivem. Melhor mesmo é ajudá-lo não aceitando ir morar com ele, ele precisa de tratamento especializado, talvez até uma clínica, internado, talvez consiga, mas para isso ele precisa querer, pois largar um vício é muito difícil precisa de muita força de vontade. Querida, parta para outra, logo aparecerá coisa melhor. Além do mais, que exemplo você vai dar para seus filhos indo viver com um dependente químico. Deixe essa ajuda para a família dele, esses tem obrigação em ajudá-lo. Sai desse enquanto é tempo. Boa sorte!!

ciumento

nao vai vc vai apanhar ! goste de voce em primeiro lugar,se liga viciado perde o controle e qualquer coisa e agressao, ainda mais que e ciumento. vai se dar mal, arruma outro gatinho e viva a vida...

resposta ao MEDO 12/22/2010

Não pense duas vezes em deixar esse cara,a bíblia diz que um mal chama outro mal,se vc for morar com ele vai acabar viciada,o amor não nos faz sentir medo,o amor suporta tudo com confiança,saiba que uma relaçao feliz é aquela em que Deus se faz presente,e tenho certeza que Deus não está no negócio pq ele não tem parte com a iniquidade ,vicio e pecado.

não olhe para esse cara com os seus olhos carnais.procure primeiro o reino de Deus e a sua justiça e Deus suprirá todas as suas necessidades,até amorosas!

Não ameis o mundo nem o que no mundo há,porque tudo que há no mundo é concupiscência da carne, concupiscência dos olhos e soberba da vida,e o mundo passa e as sua concupiscência,mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre!

SAIBA QUE NÃO VALE A PENA PERDER A SALVAÇÃO POR NADA NESTE MUNDO ,NEM MESMO POR ESSE CARA QUE VC DIZ AMAR,PORQUE DEPOIS DE MORRER É VIDA OU MORTE ETERNA  

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Abstinência e dependência quimica

"Uma concepção errada que prevalece tanto na profissão médica como no público leigo é que o tratamento da dependência química invariavelmente fracassa.

Nada mais longe da verdade, o tratamento da abstinência é eficaz e seguro, embora a melhora seja variável...

...já é ponto pacífico que o melhor tratamento é uma combinação de terapias medicamentosas e psicossociais, aplicadas as duas em doses otimizadas" >> Continuar...


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