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Efeitos do GHB no corpo humano

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Nos primeiros instantes de consumo, o GHB eleva o nível de dopamina no cérebro, fazendo com que a pessoa se sinta mais alerta e feliz. Em doses elevadas, geralmente conduz ao coma profundo. Quando consumido junto com álcool ou anfetaminas, conduz à morte por asfixia, desidratação ou hipotermia.

A potência do líquido faz variar os seus efeitos, que geralmente começam a fazer sentir-se 10 minutos após o consumo e podem durar duas a três horas mas efeitos residuais podem permanecer por um dia inteiro.

Em doses baixas, o GHB tem um efeito de euforia semelhante ao do álcool e pode fazer o consumidor sentir-se relaxado, feliz e sociável.

O indivíduo pode sentir mais energia, sensação de bem-estar, euforia, relaxamento, aumento da confiança, desinibição, sensualidade, tonturas ou abrandamento do ritmo cardíaco.
Algumas pessoas podem ter efeitos menos positivos como náuseas, vómitos, dores de cabeça, sonolência, tonturas, amnésia, perda de controlo muscular, problemas respiratórios, perda de consciência, incapacidade de se movimentar.

Doses mais elevadas podem provocar agitação, alucinações, desorientação, sonolência, sedação, discurso incoerente, enjoo, dificuldade de concentração, dificuldade em focar a visão, perda de coordenação, relaxamento muscular, desmaio e sono profundo.

O GHB não deve ser misturado com álcool ou outras drogas depressoras, dado que a mistura acentua os efeitos desta substância.

O GHB não parece provocar dependência física ou psicológica nem tolerância, apesar de tal se poder verificar quando coexistem consumos recentes de álcool.

 

  1. Introdução.
  2. Relatórios científicos sobre GHB.
  3. Por que GHB foi proibido?
  4. Quais são os interesses reais?
  5. Efeitos.
  6. Ação do GHB no corpo.
  7. GHB e sono.
  8. GHB, álcool, e Alcoolismo.
  9. Outros usos de GHB.
  10. GHB e sexo.
  11. Segurança no uso.
  12. Contraindicações
  13. Dosagem.
  14. Notas.
  15. Referências.
Drogas: 

 

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Comentários

nos adolecentes temos 

 q estar preparado para

 qualquer momento chegara q outro adolecente ou outra

pessoa ofereça a maconha

e dizer NÃO. 

É preciso que cada pessoa tenha consciência dos seus objetivos e das suas capacidades e limites.

Colocar a culpa na "maconha" como porta de entrada para outras drogas é cômodo e desvia o problema transformando-o em causa.

O adolescente deve se sentir livre para experimentar e refletir se é isso mesmo que ele procura para si e se tras algum benefício.

 

 

se nós conhecemos pessoas que usam drogas,nós ñ podemos discriminala e sim ajudar essa pessoa,ainda ms se essa pessoa for seu melhor amigo.

cada pessoa é consiente do q faz principalmente quando se envolve em drogas

então recuse qualquer tipo de droga e tenha uma vida mais saudavel !!!

:)

cada um é cada um, e faz  oq quiser dela, ate msmo experimetar drogas  ou usa-la de forma correta e sem abuso!!!  desde q compre com seu proprio dinheiro e nao mate !!!

 

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  1. Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e medicamentos.
  2. O(s) autor(es) dos artigos é indicado ao final de cada página.
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Ajuda e informações para tratamento de dependentes e familiares:

  • Abead - Associação de Estudos do Álcool e Outras Drogas - Rua Oscar Freire, 102 - 2º andar - Tel.: 3891-1207 - 3085-4815
  • Amor Exigente - Tel: (11) 5224-1776
  • Associação Promocional Oração e Trabalho - APOT - Tel: (19) 251-5511 ramal 26/ At: Padre Haroldo / Rua. Dr. João Quirino do Nascimento, 1601 - Campinas - SP
  • Central de AA - Tel: (11) 3315-9333 - Av. Senador Queiroz,101, 2º andar / São Paulo-SP
  • Central de Alanon - Tel: (11) 228-7425 e (11)222-2099
  • Central de NA - Tel: (11) 5594-5657
  • Central de Naranon - Tel: (11) 3311-7226 e 227-8983
  • Cebrid - Centro Brasileiro de Informações sobre drogas Psicotrópicas - Rua Botucatu, 862 - 1º andar - Tel.: 5539-0155 - 5576-4504
  • CODA - Codependentes Anônimos - www.codabrasil.org
  • Comunidade Terapêutica Dr. Bezerra de Menezes - Tel: (11) 4109-6422 / Rua Inácio Pedó 660 / São Bernardo do Campo -SP
  • Outros: www.casadia.org
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