

Termo genérico que engloba a deterioração da memória e das funções mentais superiores relacionadas com o lobo frontal e o sistema límbico. Assim, compreende tanto a síndrome amnésica induzida pelo álcool (F10.6) como a “síndrome do lobo frontal” (incluído em F10.7). No entanto, o termo é com freqüência usado quando somente um destes transtornos está presente.
A perda de memória na síndrome amnésica afeta caracteristicamente a memória recente. O dano do lobo frontal está manifestado por deficiências do pensamento abstrato, da conceitualização, do planejamento e do processamento de informação complexa. Outras funções cognitivas estão relativamente bem conservadas e a consciência não está perturbada.
Deve-se distinguir entre dano cerebral relacionado com o álcool e demência alcoólica. Nesta última situação há maior dano global das funções cognitivas e geralmente a evidência de outras etiologias, tais como traumatismos cranianos repetidos.
Veja também:demência alcoólica.
Veja síndrome fetal alcoólica.
Veja escorbuto.
Uma síndrome orgânica cerebral aguda caracterizada por perturbações concomitantes da consciência, da atenção, da percepção, da orientação, do pensamento, da memória, do comportamento psicomotor, das emoções e do ciclo sono-vigília. A duração é variável, de poucas horas a poucas semanas e a gravidade varia de leve até muito grave. A síndrome de abstinência induzida pela retirada do álcool com delirium é conhecida como delirium tremens.
Síndrome de abstinência com delirium; um estado psicótico agudo que ocorre em indivíduos dependentes de álcool, durante a fase de abstinência, e caracterizado por confusão, desorientação, ideação paranóide, delírios, ilusões, alucinações (tipicamente visuais ou táteis, menos comumente auditivas, olfatórias ou vestibulares), inquietação, distraibilidade, tremores (algumas vezes grosseiros), sudorese, taquicardia e hipertensão. É usualmente precedida por sinais de síndrome de abstinência simples.
O início do delirium tremens ocorre usualmente 48 hs ou mais após a suspensão ou a redução do consumo de álcool, mas pode apresentar-se até 1 semana após este período. Deve ser distinguido da alucinose alcoólica, que nem sempre é um fenômeno da abstinência. A condição é conhecida coloquialmente como “DT”.
Um termo de uso variado; mais comumente designa um transtorno crônico ou progressivo resultante de um beber arriscado, caracterizado pelo comprometimento das múltiplas funções corticais superiores, incluindo memória, raciocínio, orientação, compreensão, cálculo, capacidade de aprendizagem, linguagem e juízo crítico. A consciência não se turva. As perturbações cognitivas são usualmente acompanhadas de deterioração do controle emocional, do comportamento social ou da motivação. A existência da demência alcoólica como uma síndrome específica é posta em dúvida por alguns que atribuem a demência a outras causas.
Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a necessidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psicoativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoolismo.
Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “dependência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (dependência de drogas, dependência química, dependência do uso de substância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicáveis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.
De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a dependência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orientação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.
Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de abstinência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tolerância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomatologia física (neuroadaptação).
Um termo farmacológico usado para indicar a capacidade de uma substância (ou classe de substâncias) para suprimir as manifestações da síndrome de abstinência de outra substância ou classe e assim manter o estado de dependência física. Note que neste contexto dependência tem um sentido psicofarmacológico mais estrito, associado à supressão dos sintomas da síndrome de abstinência.
Uma conseqüência do fenômeno da dependência cruzada é a maior probabilidade de desenvolvimento de dependência de uma substância se o indivíduo já estiver dependente de uma substância relacionada. Por exemplo, a dependência de um benzodiazepínico desenvolve-se mais rapidamente em indivíduos já dependentes de uma outra droga deste tipo ou de outras substâncias com efeitos sedativos, tais como álcool e barbitúricos.
Veja também:desintoxicação; tolerância cruzada.
Veja dependência.
Qualquer agente que suprime, inibe, ou diminui alguns aspectos da atividade do sistema nervoso central (SNC). As principais classes de depressores do SNC são os sedativos/hipnóticos, os opióides e os neurolépticos. O álcool, os barbitúricos, os anestésicos, as benzodiazepinas, os opiáceos e seus análogos sintéticos são exemplos de drogas depressoras. Os anticonvulsivantes são por vezes incluídos no grupo dos depressores, por causa de suas ações inibitórias da atividade neuronal anormal.
Os transtornos relacionados ao uso de depressores são classificados na CID-10 como transtornos por uso de substâncias psicoativas, nas categorias F10 (para o álcool), F11 (para os opióides) e F13 (para os sedativos ou hipnóticos).
Veja também:álcool; benzodiazepina; neuroléptico; opióide; sedativo/hipnótico.
A anulação de leis ou regulamentações que definem como criminoso um comportamento, produto ou condição. O termo é usado tanto em relação às drogas ilícitas e aos delitos de embriaguez em via pública (veja intoxicação). Algumas vezes é também aplicado para a redução da gravidade de um crime ou de penalidades dele resultantes, como quando a posse de maconha é reduzida de um crime que leva à prisão para uma infração que pode ser penalizada com uma advertência ou multa. Assim, a descriminalização é freqüentemente distinguida da legalização, que envolve a completa anulação de qualquer implicação delituosa, freqüentemente acompanhada de um esforço governamental para controlar ou influenciar o mercado do comportamento ou produto afetado.
Veja também:controle de drogas; controle do álcool.
Um estado de liberação das restrições internas sobre o comportamento de um indivíduo. A desinibição pode resultar da administração de uma droga psicoativa.
A crença em que uma droga psicoativa, especialmente o álcool, induz farmacologicamente o comportamento desinibido, em geral é expressa na formulação fisiológica do século XIX sobre o desligamento das inibições localizadas “nos centros superiores da mente”. Quase qualquer adjetivo, desde “maligno” a “expressivo”, pode ser usado para descrever o comportamento atribuído ao efeito desinibitório. A expressão “teoria da desinibição” é usada para distinguir esta crença de uma perspectiva mais recente que afirma que os efeitos farmacológicos são fortemente mediados por expectativas culturais e pessoais e pelo contexto.
Desinibição é também usado por neurofisiologistas e neurofarmacólogos para referir-se à remoção de uma influência inibitória em um neurônio ou circuito neuronal, em contraste com a estimulação direta desse neurônio ou circuito neuronal. Por exemplo, as drogas opióides deprimem a atividade de neurônios dopaminérgicos que normalmente exercem um efeito inibitório tônico na secreção de prolactina pelas células da hipófise. Assim, os opióides “desinibem” a secreção de prolactina e indiretamente causam uma elevação do nível de prolactina no plasma.
O processo pelo qual um indivíduo é afastado dos efeitos de uma substância psicoativa.
Como um procedimento clínico, é o processo de afastamento da substância realizado de maneira segura e efetiva, de tal forma que os sintomas da abstinência são minimizados. O serviço no qual esse processo se dá é denominado de unidade ou centro de desintoxicação.
Tipicamente, o indivíduo está clinicamente intoxicado ou já em abstinência no início da desintoxicação. A desintoxicação pode ou não envolver o uso de medicamentos. Quando os usa, o medicamento em geral é uma droga que apresenta tolerância cruzada e dependência cruzada em relação à(s) substância(s) usada(s) pelo paciente. A dose é calculada para aliviar a síndrome de abstinência sem induzir intoxicação e é gradualmente diminuída à medida que o paciente se recupera.
A desintoxicação como um procedimento clínico implica que o indivíduo seja supervisionado até recuperar-se completamente da intoxicação ou da síndrome de abstinência física. O termo “autodesintoxicação” é usado algumas vezes para denotar a recuperação não assistida de um episódio de intoxicação ou de sintomas da abstinência.
Uma benzodiazepina comum.
Veja alcoolismo
Um termo empregado para designar tipicamente a ação criminosa de dirigir um veículo com teor alcoólico no sangue acima dos limites estabelecidos. Nos últimos anos, as leis contra dirigir alcoolizado têm sido freqüentemente ampliadas e aplicadas também para “dirigir drogado” ou “dirigir intoxicado”, geralmente proibindo dirigir com qualquer traço de certas drogas específicas na corrente sanguínea.*
Sinonímia: dirigir embriagado; dirigir bêbado; dirigir intoxicado; dirigir sob a influência do álcool
[A legislação em vigor no Brasil (LEI Nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 - Institui o Código de Trânsito Brasileiro). estabelece o limite legal para se dirigir em 0,06% (ou seja, 6 decigramas de etanol por litro de sangue). O artigo 165 da referida Lei estabelece:
“Dirigir sob a influência de álcool, em nível superior a seis decigramas por litro de sangue, ou de qualquer substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica.
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa (cinco vezes) e suspensão do direito de dirigir;
Medida administrativa - retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado e recolhimento do documento de habilitação.
Parágrafo único. A embriaguez também poderá ser apurada na forma do art. 277.”
Como parte da estratégia de redução de danos, existe uma tendência mundial no sentido de reduzir cada vez mais esse limite, que, em algumas jurisdições, já é zero, ou seja, um motorista é passível de sanções penais se dirigir com o mínimo vestígio detectável de álcool no sangue.].
O protótipo da droga sensibilizadora ao álcool prescrita para ajudar na manutenção da abstinência do álcool. O dissulfiram inibe a atividade da aldeído-desidrogenase e, na presença de álcool, causa um acúmulo de acetaldeído e uma reação aversiva de rubor facial, acompanhada por náuseas, tonturas e palpitações. Esses efeitos por vezes são denominados de “reação Antabus”.
Expressão referente à teoria, proposta originalmente por Sully Ledermann, nos anos 1950, segundo a qual o consumo de álcool está distribuído entre os bebedores de uma população de acordo com uma curva log-normal que varia entre populações segundo um único parâmetro, de forma que uma grande proporção do consumo de álcool se deve a uma pequena proporção de bebedores. Embora a formulação específica de Ledermann esteja hoje desacreditada, aceita-se com uma verdade geral que, nas sociedades nas quais o álcool é de livre acesso no mercado, os bebedores estão distribuídos ao longo de um espectro de níveis de consumo de álcool segundo uma curva unimodal desviada para a esquerda (referida como a distribuição unimodal do consumo, a qual também caracteriza o consumo de muitos outros produtos). A ênfase na distribuição do consumo na população tornou-se associada ao crescente interesse pelas medidas de controle do álcool como forma de redução dos níveis dos problemas associados ao álcool de uma dada população; por isso, esta perspectiva orientada para a saúde pública é, às vezes, designada como teoria da distribuição do consumo.
A convicção de que o alcoolismo é uma condição de causa biológica primária e com história natural previsível, configura-a de acordo com as definições aceitas de uma doença. A perspectiva leiga dos Alcoólicos Anônimos (1939) – de que o alcoolismo, caracterizado pela perda de controle do indivíduo sobre o beber e, assim, sobre sua vida, era uma “doença” – foi introduzida na literatura acadêmica nos anos 1950 sob a forma do conceito do alcoolismo como doença. O conceito estava embasado nas concepções médicas e leigas do século XIX de embriaguez como uma doença. Em 1977, um Grupo de Pesquisadores da OMS, reagindo ao uso amplo e diversificado do termo alcoolismo, propôs substituí-lo na nosologia psiquiátrica por síndrome de dependência do álcool . Por analogia com dependência de drogas, a dependência de álcool tem encontrado aceitação geral nas atuais nosologias.
Veja cardiopatia alcoólica.
Definido pelo Comitê Olímpico Internacional e pela Federação Internacional de Atletas Amadores como o uso ou distribuição de substâncias que podem melhorar artificialmente as condições físicas e mentais de atletas e, portanto, seu desempenho atlético. As substâncias que têm sido usadas com este fim são inúmeras e incluem vários esteróides, estimulantes, beta bloqueadores, anti-histamínicos e opióides. Têm-se efetuado testes oficiais de detecção de doping nos Jogos Olímpicos desde 1968 e eles são atualmente uma prática habitual em vários esportes profissionais e amadores em muitos países.
No final do século XIX, um emprego de doping designava a administração de substâncias psicoativas a cavalos de corrida, para alterar seu desempenho e “dopado” passou a ser usado para descrever uma pessoa cujos sentidos estivessem aparentemente embotados, como sob efeito de drogas. Na gíria, o termo “dope” tem sido utilizado para se referir a qualquer substância psicoativa e, na América do Norte, nas últimas décadas, refere-se particularmente à maconha.
A análise de fluidos corporais (sangue, urina ou saliva), cabelos ou outros tecidos para verificar a presença de uma ou mais substâncias psicoativas.
Os testes são usados para monitorizar a abstinência de substâncias psicoativas em participantes de programas de reabilitação de drogas, para monitorizar o uso furtivo de drogas por pacientes em terapia de manutenção e em empregos condicionados a abstinência destas substâncias. Veja teor alcoólico no sangue para testes específicos para o álcool.
Um volume de bebida alcoólica (por exemplo, um copo de vinho, uma lata de cerveja, ou um coquetel que contém destilados) que contém aproximadamente as mesmas quantidades (em gramas) de etanol, independente do tipo de bebida. O termo é geralmente utilizado para educar usuários de álcool sobre efeitos similares associados com o consumo de diferentes bebidas alcoólicas, servidas em copos ou em recipiente de tamanho padronizado (por exemplo, os efeitos de um copo de cerveja são equivalentes aos de uma taça de vinho). No Reino Unido, emprega-se o termo “unidade” (aproximadamente 8-9 gramas de etanol); na literatura norte-americana, “uma dose” contém cerca de 12 gramas de etanol. Em outros países, as quantidades de álcool escolhidas para se aproximarem de uma dose padrão podem ser maiores ou menores, dependendo dos costumes locais e do acondicionamento da bebida.
Um termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.
Veja sedativos/hipnóticos.
Veja droga antiepiléptica.
Um grupo de substâncias terapêuticas prescritas para o tratamento de transtornos epilépticos. Estas substâncias são normalmente prescritas para as convulsões decorrentes da abstinência do álcool, embora não exista uma sólida evidência de sua eficácia nem para a profilaxia primária nem secundária dessas convulsões.
Sinonímia: droga anconvulsivante
Uma droga ilícita ou lícita, cujo uso é considerado encaminhador ao uso de outra droga, geralmente tida como mais problemática.
Uma substância psicoativa, cuja produção, venda ou uso são proibidos. Estritamente falando, não é a droga que é ilícita, mas sua produção, venda ou uso em circunstâncias específicas em uma dada jurisdição (veja substâncias controladas). “Comércio de drogas ilícitas”, um termo mais exato, refere-se à produção, distribuição e venda de qualquer droga fora dos canais sancionados legalmente.
Uma droga que está legalmente disponível por receita médica em determinada jurisdição ou, por vezes, uma droga legalmente disponível sem receita médica.
Veja também:droga ilícita.
Uma substância química nova, com propriedades psicoativas, sintetizada especificamente para venda no mercado ilícito e para contornar as regulamentações sobre as substâncias controladas já conhecidas. Em resposta, essas regulamentações agora normalmente cobrem as novas substâncias psicoativas e os possíveis análogos das já existentes. O termo foi cunhado na década de 1980.
Uma substância terapêutica prescrita para ajudar na manutenção da abstinência do álcool por meio da produção de efeitos colaterais desagradáveis, diante da ingestão do álcool. Os compostos comumente em uso inibem a aldeído desidrogenase, a enzima que catalisa a oxidação do acetaldeído. A conseqüente acumulação do acetaldeído causa uma síndrome caracterizada por rubor facial, náusea e vômitos, palpitações e tontura. O dissulfiram (Antabus) e a carbamida de cálcio são exemplos de drogas sensibilizadoras ao álcool.
Um termo genérico que se refere à co-morbidade ou à concomitância no mesmo indivíduo de um transtorno por uso de substância psicoativa e outro transtorno psiquiátrico. Tal indivíduo é por vezes referido como um doente mental que abusa de substâncias químicas. Menos comumente, o termo se refere à co-ocorrência de dois transtornos psiquiátricos que não envolvem o uso de substâncias psicoativas. O termo também tem sido aplicado à concomitância de dois transtornos por uso de substâncias (veja uso de múltiplas drogas). O uso deste termo não traz implicações sobre a natureza da associação entre as duas condições ou de qualquer relação etiológica entre elas.
Sinonímia: co-morbidade
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Comentários
filha de um drogado
ola a todos.
tenho 23 anos e passei os ultimos dez anos da minha vida a ver o meu pai degradar-se por causa da droga. ele tinha uma boa vida, um bom negocio, uma boa casa, uma mulher k sempre trabalhou com ele e faz (infelizmente ainda faz) tudo por el e uma filha que o adorava. Cresci a assistir a violencias domesticas ate que começei eu tambem a ser vitima de violencia. O dinheiro passou a ser problema e hoje ate tenho medo que ele me venda o que temos em casa para comprar droga. Eu sinceramente ja perdi as esperanças pois porque depois de muitas "curas" e promessas vieram muitas mais recaidas. Hoje infelizmente peço que ele morra duma vez talvez com uma overdose ou com droga estragada pois eu morro por dentro quando vejo o meu pai a morrer aos bocados... desculpem se o que vos disse nao vos ajudou em nada... para mim foi um desabafo ao mundo. E a tentativa que um algum pai ou mae ou filho que leia este comentario pense duas vezes antes de usar drogas duras (sou a favor da legalizaçao das leves) pois pode causar muito sofrimento aos que os amam e claro a sua propria morte...
conselho ao rapaz de cima
nossa , deve ser dureza mesmo . A unica soluçao é esperar em Deeus . Só ele pode resolver o que aos nossos olhos parece impossível . creia somentee e espere até nao ter mais possibilidade , porqe Ele age na hora e no momento certo (:
muito bom todo o assunto
muito bom todo o assunto
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