

O fato de tornar-se acostumado a qualquer comportamento ou condição, inclusive o uso de substâncias psicoativas. No contexto de drogas, o termo tem a conotação de dependência. Em 1957, uma Comissão de Peritos da OMS diferenciou habituação a drogas de adicção a drogas, com base na ausência de dependência física, no desejo ao invés de compulsão para tomar a droga e da pouca ou nenhuma tendência a aumentar a dose (veja tolerância) [Expert Committee on Addiction-Producing Drugs. Seventh report of the WHO Expert Committee. Geneva, World Health Organization, 1957 (WHO Technical Report Series, No. 116).]. Em 1964, outra Comissão de Peritos da OMS substituiu ambos termos por dependência de drogas [WHO Expert Committee on Addiction-Producing Drugs. Thirteenth report of the WHO Expert Committee. Geneva, World Health Organization, 1964 (WHO Technical Report Series, No. 273)].
Veja cânabis.
Um transtorno do fígado caracterizado por necrose das células hepáticas e sua inflamação conseqüente ao consumo crônico de níveis arriscados de álcool. É um precursor bem documentado da cirrose alcoólica, especialmente em casos nos quais a ingestão de álcool permanece elevada
Embora em termos estritos o diagnóstico seja histológico, com freqüência é realizado com base em evidências clínicas e bioquímicas, mesmo que a confirmação pela biópsia não seja possível. Em termos clínicos, o diagnóstico é sugerido pela presença de icterícia (que pode ser intensa), discreta hepatomegalia e, por vezes, ascite e hemorragia.
Veja opióide.
Veja sedativo/hipnótico.
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