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O toxicômano teria perdido a dimensão do sagrado? I

RESUMO: Em nossa sociedade moderna, o doente toxicômano é frequentemente dividido pelo dualismo obsessivo de nosso sistema de pensamento e de tratamento (dualidade psicossomática) que pretende confiscar-lhe o gozo da « falta de juízo ». Diante deste discurso, as sociedades tradicionais propõem uma outra concepção mais totalizante do sujeito-sofredor. Corpo, espírito e espiritualidade constituem um todo.

O toxicômano teria perdido a dimensão do sagrado? II

RESUMO: Em nossa sociedade moderna, o doente toxicômano é frequentemente dividido pelo dualismo obsessivo de nosso sistema de pensamento e de tratamento (dualidade psicossomática) que pretende confiscar-lhe o gozo da « falta de juízo ». Diante deste discurso, as sociedades tradicionais propõem uma outra concepção mais totalizante do sujeito-sofredor. Corpo, espírito e espiritualidade constituem um todo.

A religiosidade, a espiritualidade e o consumo de drogas

Resumo  

Religiosidade e problemas com o álcool: um estudo de caso

RESUMO: Este estudo buscou analisar a relação entre os fatores problemas com o álcool e religiosidade. Para tanto, foi utilizado um estudo de caso único, composto por narrativas biográficas e sonhos do sujeito, um homem de mais de 50 anos. A partir desse material, buscou-se verificar como os fatores se manifestavam consciente e inconscientemente, seguindo a teoria e a metodologia de interpretação de C. G. Jung.

O que a mulher espera de um homem

Foi essa pergunta inteligentíssima da psicóloga Roseli Sayão dirigida no Roda Viva, a um perplexo Arnaldo Jabor, que, com toda a sua agilidade mental e com sua diferenciada experiência com o feminino, teve a honestidade de responder, simplesmente: "não sei." Foi o silencio do sábio. Porque não é fácil responder de bate-pronto a essa questão embaraçosa sem cair numa seqüência dos piores lugares-comuns.

A influência da comorbidade com transtornos alimentares na apresentação de mulheres dependentes de substâncias psicoativas

Resumo: A associação entre transtornos alimentares e dependência de substâncias é freqüente na prática clínica. Apesar de já existirem dados sugestivos de que essa associação possa sinalizar maior severidade nos distúrbios psiquiátricos e clínicos das pacientes, poucas pesquisas avaliaram sua influência no tratamento.

Maconha e melancolia

Uma importante reflexão de Manoel T. Berlinck sobre o uso social da maconha, extensão do seu artigo "Ipanema e a clínica Psicanalítica", aparecido na Revista Latino-americana de Psicopatologia Fundamental.

Depressão, suicídio e transtornos por uso de drogas na adolescência

A presença de pelo menos um diagnóstico psiquiátrico associado a transtornos por uso de drogas é uma ocorrência freqüente na clínica. A Organização Mundial da Saúde, em seu relatório de 2001 sobre a saúde no mundo, relata que de 30% a 90% dos pacientes atendidos em serviços especializados em dependência de álcool e outras drogas têm duplo diagnóstico.1

A Criação do Centro de Atenção Psicossocial Espaço Vivo

Resumo: Este artigo trata do processo da reforma psiquiátrica brasileira, a partir dos anos 80, que levou ao surgimento de serviços alternativos em saúde mental. Mais especificamente, aborda a criação e organização do Centro de Atenção Psicossocial Espaço Vivo, de Botucatu-SP, que ocorreu a partir das transformações no atendimento aos pacientes psicóticos do Hospital Professor Cantídio de Moura Campos.

Banisteriopsis caapi: ação alucinógena e uso ritual.

RESUMO

O Sistema do Prazer, as Drogas e a Sociedade!

A busca constante por estímulos prazerosos, como alimentos saborosos, uma cerveja geladinha e a relação sexual excitante, está associada a um "sistema cerebral de recompensa", assim denominado pelo neurobiólogo americano James Olds nos anos 60. Trata-se de uma complexa rede de neurônios que é ativada quando fazemos atividades que causam prazer. Este sistema nos fornece uma recompensa sempre que fazemos determinadas atividades, levando-nos, portanto, a repetir aqueles atos.

Educação: Prevenir ou Formar?

A minha liberdade, em qualquer acepção genuína, não reside na minha capacidade de viver como "sujeito puro" mas, antes, na minha capacidade de viver no relacionamento dialético.
Rollo May

Não suportamos o que vivemos!

Não temos, ou perdemos, o entusiasmo para mudar a realidade!

Não temos intenções, nem projetos, tampouco desejos!

Poema - Carlos Drumond de Andrade

CHEGOU UM TEMPO QUE NÃO SE DIZ MAIS MEU DEUS,

TEMPO DE ABSOLUTA DEPURAÇÃO.

TEMPO EM QUE NÃO SE DIZ MAIS MEU AMOR,

PORQUE O AMOR RESULTOU INUTIL

E OS OLHOS NÃO MAIS CHORAM

E AS MÃOS TECEM APENAS O RUDE TRABALHO.

ALGUNS ACHANDO BARBARO O ESPETÁCULO,

PREFERIRIAM OS DELICADOS MORRER.

CHEGOU UM TEMPO EM QUE NÃO ADIANTA MORRER,

CHEGOU UM TEMPO EM QUE A VIDA É UMA ORDEM.

A VIDA APENAS SEM MISTIFICAÇÃO.

A personalidade do usuário de drogas

Vamos falar da personalidade do usuário de drogas. Esse é um tema complexo demais, porque não existe uma personalidade ou um modelo psicopatológico dos usuários de drogas.

Qualquer tipo de psicopatologia pode fazer uma evolução às drogas. isso nos coloca num panorama muito amplo, mas existe uma que tem predomínio na tendência ao uso das drogas, a patologia da depressão.

Liberdade ao dependente químico em recuperção

Imaginem que o dependente químico na ativa, viva num país como pessoas escravizadas e, que o senhor seja a DROGA e o seu VIVER é o pior possível. Mas esse país é o nosso ser, íntimo, mente, sentimentos, e como chegou a esse ponto de ser escravo e como vai chegar a conquistar a sua liberdade no dia-a-dia.

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