Se por um lado o mercado das drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. está em crescimento, por outro lado está cada vez menor a faixa de idade dos adolescentes que entram nesse submundo. Para entendermos um pouco mais o porque de cada vez mais jovens estarem envolvidos em drogasDrogas, precisamos antes falar sobre as modificações que ocorrem numa fase da vida pela qual todos nós passamos: a adolescência. Uns conseguem vivê-la sem problemas significativos, porém todos a vivem (ou viveram) com conflitos.
Os conflitos da adolescência sempre existiram. É um assunto em pauta ao longo das gerações. Desde antes de Cristo, esses conflitos já eram descritos pelo filósofo grego Sócrates (470 a.C. - 399 a.C.) "Os jovens rebelam-se contra a autoridade e não respeitam os mais velhos. Contradizem seus pais, cruzam as pernas e tiranizam seus mestres"; e Aristóteles (383 a.C. - 322 a.C.) "São cheios de esperança, por não haverem sofrido muitos desenganos e se comprazem na convivência valorizando, mais que as pessoas de outras idades, a amizade e o companheirismo, já que buscam mais o amigo do que o interesse. Tudo fazem com excesso: amam-se, se odeiam, se enfim, agem, o fazem com veemência". Adolescência e puberdade caminham juntas.
A adolescência é o amadurecimento emocional e a puberdade o amadurecimento físico, as transformações biofisiológicas que objetivam a maturação sexualA saúde sexual refere-se às áreas da medicina envolvidas com a reprodução humana e comportamento sexual, as doenças sexualmente transmissíveis, os métodos contraceptivos, anticoncepcionais, entre outros., tem seu início entre 11, 12 anos e se completa por volta dos 15,17 anos. Na menina seu início é marcado pela menarca (primeira menstruação) e no menino pela primeira ejaculação com sêmen. E as transformações que ocorrem na puberdade, influenciam no amadurecimento emocional. Essas mudanças da puberdade geram um enorme conflito, o que contribui para o amadurecimento emocional. É nesse momento que surgem os lutos:
O luto pelo corpo infantil: A voz começa a mudar, e outras mudanças ocorrem sem que possam exercer algum controle a essas mudanças. O adolescente se sente impotente para controlar essas transformações. E no afã de não "perderem" seus corpos o marcam com tatuagens ou pierces (espécies de brincos colocados no umbigo, sobrancelha, língua, etc.), ou se sentem envergonhados de seu próprio corpo. Um corpo diferente, desconhecido, novo.
O luto pela definição sexual: Nessa fase da adolescência começa a se pensar na diferenciação sexual. Precisa haver uma definição e uma postura condizente com o seu sexo, o que até então não era pensado com tanta responsabilidade.
O luto pelos pais da infância: Os pais, grandes heróis, agora são vistos como seres humanos falíveis, susceptíveis a erros, a fracassos e a tantos sentimentos que não os fazem mais serem vistos como invencíveis.
O luto pelo papel e pela identidade infantil: O conflito entre serem dependentes ou independentes. Entrar no mundo dos adultos é um misto de desejo e temor. Significa a perda definitiva da condição de ser criança.
E é em meio a todos esses conflitos que a droga surge como um elemento capaz de solucioná-los. Oferece uma fuga à realidade e por alguns instantes, sob o efeito dela, se sente o todo-poderoso, "em paz", independente (pois se torna "onipotente de fato"). E é em meio a tantas mudanças, no afã de conquistar a tão sonhada independência, que se junta a grupos. E com medo de não ser aceito por eles, se submete às suas regras. A busca pela independência o leva a ser dependente das regras desse grupo e muitas vezes dependente da droga. É neste ajuntamento que ele consegue muitas vezes ser ouvido na sua "linguagem", pois para eles os pais são ultrapassados, caretas e não sabem nada da vida. Ocorre que muitas vezes a regra desse grupo é se drogar. E se em casa não houve um diálogo suficientemente capaz de envolvê-lo, ele facilmente, e fatalmente, cederá a essas regras. Vale ressaltar que se unir a grupos é extremamente saudável. Quando não o consegue é um sintoma de dificuldade na elaboração dos lutos. O que não é saudável é negar-se, se despersonalizar em função do outro.
O adolescente/jovem se sente onipotente diante da morte e não teme nenhum risco que possa correr. Crê piamente que no momento em que resolver parar com a droga irá conseguir. Só que este mesmo jovem não conta com o poder destrutivo dessas substâncias, que atuará até mesmo na sua vontade em parar de usá-las. A linha limite entre o prazer que a droga dá e a sua dependência, é imperceptível. Quase invisível. E um simples prazer, até mesmo a nível social, pode levar a um caminho sem volta. O início é sempre inocente. Uma curiosidade..., um desejo de ser aceito..., a sensação de onipotência... O que não dá para acreditar é que um dia essa mesma droga tão prazerosa irá exercer um total domínio, e o fará totalmente controlado por ela. Estatísticas do CEBRID (Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas), mostram que em 10 capitais pesquisadas, os solventesVeja substâncias voláteis. são o tipo de droga mais experimentada por estudantes do ensino médio (13,8%). Isto mostra que a busca pelo prazer transcende as vias do possível.
Se drogas como cocaínaUm alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odontologia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa. Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é perigoso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provocado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack. Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sonolência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardíacas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos teratogênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os transtornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14)., maconha, não são acessíveis, pelo seu alto custo financeiro, outras substâncias são utilizadas. Permanece, portanto o mesmo objetivo: a busca pelo prazer imediato. É inegável que as drogas proporcionam uma sensação agradável por um período de tempo, mas este mesmo objeto de prazer é capaz de levar a um caminho sem volta - a morte. A dependência química é um problema social que fica atrás apenas do desemprego e do atendimento à saúde. Afetando a produção do mercado de trabalho de uma forma direta. Com faltas, acidentes de trabalho, baixa produtividade. De acordo com a ABEAD (Associação Brasileira de Estudos sobre Alcoolismo e Drogas) existem hoje no Brasil 15 milhões de dependentes químicos, o que corresponde a 5% do PIB (Produto Interno Bruto).
A droga promove o afastamento da família, ansiedadeAnsiedade, ânsia ou nervosismo é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração etc., perda da saúde, perda dos amigos, decadência financeira, acidentes de trabalho e no trânsito, impotência, perda do autocontrole e em última instância a morte. Especialistas no assunto estão cada vez mais convencidos de que é muito melhor e mais produtivo um trabalho de prevenção às drogas, de conscientização de seus malefícios. Pois o trabalho de recuperaçãoA manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou de drogas. O termo é particularmente associado com os grupos de ajuda mútua; entre os Alcóolicos Anônimos (AA) e outros grupos dos doze passos refere-se ao processo de atingir e manter a sobriedade. Posto que a recuperação é vista como um processo que dura toda a vida, um membro do AA é sempre visto internamente como um alcoólico “em recuperação”, embora o termo alcoólico “recuperado” possa ser usado fora do grupo. muitas vezes não ultrapassa o índice de 30%, em clínicas de tratamento e nos hospitais-dia é de apenas 12%. Estatisticamente está provado que a terapêutica preventiva oferece resultados mais positivos e menos onerosos do que a terapêutica curativa. Ainda continua sendo "melhor prevenir do que remediar". B - ADOLESCÊNCIA X DROGA Os adolescentes estão sempre em busca de sua independência e de estabelecer a sua identidade, seu lugar, encontrar seu espaço no mundo. Não se enquadram mais no grupo das crianças e nem ainda no grupo dos adultos. Ficam num estágio intermediário a procura de descobrir seu lugar no mundo e conquistar o seu espaço, o que está sempre aliado à conquista de sua independência.
Em busca do registro da sua existência, os adolescentes parecem que andam todos com o mesmo uniforme. As meninas amarram um casaco pela cintura pra esconder as formas que o corpo começa a tomar e que elas não sabem ainda o que fazer com esses contornos. Os meninos vestem calças bem largas e camisas que são pelo menos três manequins acima do que de fato caberia neles. Conversam sempre usando gírias que parecem estar falando em outro idioma. E assim que percebem que as gírias são usadas por elementos estranhos ao grupo, ou seja, pelos adultos, as trocam imediatamente. Esses elementos característicos funcionam como suas marcas no mundo.
O adolescente/jovem acredita ser onipotente, tem a sensação de poder desafiar a morte. É comum vê-los praticando esportes radicais, fazendo piruetas e dando saltos mortais sobre skates. Daí encontrarmos maior dificuldade em falar sobre os perigos das drogas com eles. Eles são "imortais", "invencíveis". Desafiar a morte é extremamente excitante para os jovens, dá prazer. E cada vez mais acreditam que exercem poder sobre as drogas, e têm a certeza que poderão parar com elas quando quiserem. A mídia reforça a onipotência desses jovens, quando veiculam comerciais de cigarros e bebidas alcoólicas, mostrando modelos com faces rosadas, aspectos saudáveis, praticando esportes (quase sempre esportes radicais). Mas na realidade, quem tem seu pulmão escurecido pela nicotinaUm alcalóide que é a principal substância psicoativa do tabaco. Tem efeitos tanto estimulantes quanto relaxantes. Produz um efeito de alerta no eletroencefalograma e, em alguns indivíduos, um aumento na capacidade de focalização da atenção. Em outros, reduz a ansiedade e a irritabilidade.A nicotina é utilizada sob forma de inalação da fumaça do tabaco ou como “tabaco sem fumaça” (tabaco de mascar), rapé ou goma de mascar com nicotina. Cada tragada de fumaça de tabaco inalada contém nicotina que é rapidamente absorvida através dos pulmões e chega ao cérebro em segundos. A nicotina provoca uma tolerância e uma dependência consideráveis. Devido ao seu rápido metabolismo, os níveis cerebrais de nicotina caem rapidamente e o fumante sente um desejo intenso (craving) de mais um cigarro, 30-45 minutos depois de fumar o último.No usuário de nicotina que se tornou fisicamente dependente, desenvolve-se uma síndrome de abstinência depois de algumas horas da última dose: necessidade imperiosa (craving) de fumar, irritabilidade, ansiedade, raiva, dificuldade de concentração, aumento do apetite, diminuição da freqüência cardíaca e, por vezes, dor de cabeça e perturbações do sono. O desejo intenso tem seu pico em 24 horas e declina ao longo de várias semanas, apesar de poder ser evocado por estímulos associados a hábitos de fumar anteriores.O tabaco contém várias outras substâncias além da nicotina. O uso prolongado do tabaco pode resultar em câncer do pulmão, cabeça ou pescoço, em doenças cardíacas, em bronquite crônica, em enfisema e em outros transtornos físicos.A dependência de nicotina (F17.2) está classificada na CID-10 como um transtorno por uso do tabaco em transtorno por uso de substância psicoativa., ou seu fígado encharcado pelo álcoolNa terminologia química, os álcoois constituem um numeroso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consumida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos potencialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxicação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decorrentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuropatia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica., não possui a vitalidade desses figurantes. Um dado assustador do Ministério da Saúde é que existem hoje 30 milhões de fumantes, sendo que 30 mil tem menos de 10 anos. Essas crianças são fumantes passivos, que absorvem, 30% da nicotina do cigarro fumado pelos pais, familiares, e pessoas que as cercam.
O índice de usuários do álcool se encontra em maior escala, entre jovens da classe média-alta. Pois em suas casas existem bares abastecidos com todos os tipos de bebidas alcoólicas, e o uso socialVeja beber social. é o primeiro degrau na escalada da drogadição. O uso social do álcool e da nicotina está cada vez mais disseminado, pois são drogas lícitas, permissivas. O índice de usuários dessas drogas, hoje, é maior do que da cocaína. A escalada da dependência, começa com o uso experimentalUsualmente, os primeiros poucos episódios de uso de uma droga específica (algumas vezes incluindo tabaco ou álcool). A expressão refere-se algumas vezes ao uso extremamente raro ou não-persistente.. Primeiro bebe por curiosidade, não tem padrão de uso. Depois, o uso social, só nos finais de semana, esporadicamente. Depois passa para o uso habitual, quando escolhe pessoas e lugares ligados à droga, não indo a festa, por exemplo, que não tenha bebida alcoólicaLíquido que contém álcool (etanol) e é destinado a ser bebido. Quase todas as bebidas alcoólicas são preparadas por fermentação, que pode ser seguida – no caso dos destilados – por destilação. A cerveja é produzida através da fermentação de cereais (cevada maltada, arroz, milho, etc.) freqüentemente com a adição de lúpulo. Os vinhos são produzidos através da fermentação de frutas, particularmente de uvas. O Xerez, o vinho do Porto e outros vinhos fortificados são vinhos aos quais se adicionam certos destilados, habitualmente para obter-se um conteúdo de etanol de cerca de 20%. Outros produtos de fermentação tradicionais são o hidromel (a partir de mel), cidra (de maçã ou outras frutas), saquê (de arroz), pulque (do cacto agave) e chicha (de milho).Os destilados variam quanto à matéria prima (cereal ou fruta) da qual são derivados: por exemplo, a vodca é feita a partir de cereais ou de batatas; o uísque, de centeio ou milho; o rum, de cana de açúcar; e o conhaque, de uvas ou outras frutas.O álcool também pode ser sintetizado quimicamente (do petróleo, por exemplo), mas raramente tem-se usado isso para produzir bebidas alcoólicas.Inúmeros congêneres – constituintes das bebidas alcoólicas que não o etanol e a água – já estão identificados, mas o etanol é o principal ingrediente psicoativo em todas as bebidas alcoólicas comuns.As bebidas alcoólicas têm sido usadas desde a pré-história na maioria das sociedades tradicionais, exceto na Australásia, na América do Norte (logo ao norte da atual fronteira entre os EUA e o México) e na Oceania. Muitas bebidas fermentadas tradicionais tinham um conteúdo de álcool relativamente baixo e só podiam ser armazenadas por poucos dias.A maioria dos governos procura criar alvarás ou impostos especiais ou mesmo controlar completamente a produção e a venda de álcool, embora possa permitir a produção caseira de diversos tipos de bebidas alcoólicas. Em vários países, certas bebidas alcoólicas (principalmente destiladas) são produzidas ilicitamente, e podem se contaminar com substâncias tóxicas (chumbo, por exemplo) no processo de produção.. Depois passa a ser uso abusivo, por compulsãoQuando aplicado ao uso de substâncias psicoativas, o termo se refere a uma necessidade poderosa de consumir a substância (ou substâncias) em questão, necessidade esta atribuída mais a sentimentos internos do que a influências externas. O usuário da substância pode identificar a necessidade como prejudicial ao seu bem-estar e pode ter uma intenção consciente de se refrear. Esses sentimentos são menos característicos da dependência do álcool e de drogas do que do transtorno obsessivo-compulsivo.Veja também:controle prejudicado; craving; necessidade imperiosa., pela busca ao prazer que a droga trás. Nessa fase inicia-se a perda do controleUma incapacidade para modular a quantidade e a freqüência do uso de substâncias psicoativas. A incapacidade de interromper a ingestão de substâncias como o álcool e a cocaína, uma vez experimentado seus efeitos iniciais. Em discussões mais recentes sobre o síndrome de dependência, a expressão “perda do controle” foi substituída por “controle prejudicado”., dificilmente conseguirá parar. Até que por fim chega à dependência química.
De início a droga é prazerosa, e o usuário passará a vida inteira tentando resgatar o prazer inicial, mas não vai consegui-lo nunca mais. O uso daí pra frente será única e exclusivamente destrutivo. Vivemos na era do imediatismo. O crescimento da tecnologia nos remete a uma sensação de que temos que ter tudo aqui e agora. por fax, por e-mail, via internet. O prazer também "tem que ser" assim: imediato. Se diante de alguma dificuldade o "mais prático" é fugir da realidade, a saída é se render às drogas, onde o prazer é imediato. Ocorre que as conseqüências do uso das drogas, nem sempre tão imediatas quanto o prazer que elas trazem. Mas é certo que virão e só trarão o oposto dessa tão sonhada sensação prazerosa. A falta de limite tem sua parcela de responsabilidade nesse desejo desenfreado da busca pelo prazer. Muitos pais confundem autoritarismo com imposição de limites. Porém o limite na educação dos filhos é de suma importância. Não precisa ser autoritário, precisa se estabelecer regras, limites.
Estabelecê-los implica tempo, desgaste emocional, mas é um preço a ser pago que com certeza trará recompensas. O papel do filho é fazer exigências aos pais e o papel dos pais é impor limites a essas exigências. A falta de limites o fará querer sempre mais e mais. E quanto mais prazer tiver com as drogas, mais prazer irá querer ter. O fim será fatalmente a overdose(em inglês.: overdose)O uso de qualquer droga em quantidade suficiente para provocar efeitos indesejáveis físicos e mentais mais ou menos imediatos. A superdosagem deliberada é um meio comum de suicídio ou de tentativa de suicídio. Em números absolutos, as superdosagens de drogas lícitas são geralmente mais comuns do que as de drogas ilícitas. A superdose pode provocar efeitos transitórios, duradouros ou a morte; a dose letal de uma droga em particular varia com o indivíduo e com as circunstâncias.Veja também:intoxicação; envenenamento por álcool ou droga. Dizer não a um filho, o ensinará a dizer também não, amanhã, para as drogas.. Aqui estão alguns itens que nos ajudam a identificar um usuário de drogas.
Mudanças bruscas de comportamento: afasta-se dos amigos "caretas" (que não se drogam) e das atividades que exercia.
Falta de motivação para as atividades comuns. í Queda no rendimento escolar ou abandono dos estudos
Perda de interesse por atividades antes favoritas: esportes que praticava
Alteração do aspecto físico (desleixo): não faz a barba, não toma banho.
Presença de instrumentos necessários para consumo de drogas (seringas, canudos ou similar, etc...).
Alterações acentuadas no apetite: a cocaína faz aumentar o apetite e a maconha tira o apetite, pois a droga emite informação ao cérebro de que está alimentado.
Excesso de distração: tem sempre um aspecto "desligado", "vive no mundo da lua".
Desaparecimento de objetos de valor em casa ou no trabalho: o adicto precisa vender objetos para conseguir dinheiro para a droga.
Lesões e irritações nasais constantes: característica do usuário de cocaína.
Afecções físicas incomuns, tais como: hepatite, sangramento pelo nariz: a droga enfraquece o sistema imunológico.
Ausências de casa ou do trabalho repentinas e por longo tempo.
A presença de no mínimo três desses itens já é o suficiente para se identificar o usuário de droga. A abordagem nessa situação jamais poderá ser punitiva ou de condenação. Conselhos fatalmente serão inúteis, pois o prazer (mesmo que momentâneo) que a droga trás, é superior a qualquer argumento. Procurar ajuda de um profissional da área, com certeza é o melhor caminho. C - ADOLESCÊNCIA X DROGA Desde que o mundo é mundo o que os adolescentes mais desejam é serem diferentes de seus pais. Querem conquistar sua própria identidade. E no afã de conquistá-la surgem às brigas, os conflitos familiares. O que o senso comum denomina: choque de gerações. Surgem então mecanismos de defesa na intenção de não perderem o controle total da situação. Um deles é a intelectualização: elabora teorias para tudo, tem a solução para todos os problemas do mundo. Outro mecanismo de defesa é o ascetismo: desvaloriza os prazeres sexuais. As meninas se acham feias e pensam que nenhum menino olha para elas. Os meninos muitas vezes se afastam das meninas com medo de "levarem um não".
As dificuldades de trabalharem as diferenças sexuais, não permitem, a eles, que procure o outro. Sob o ponto de vista psicológico, essas transformações, geradoras de tantos conflitos, objetivam um ajuste de comportamentos e de atitudes, o que irá caracterizar o término da adolescência. Essas mudanças se encontram nas áreas:
Sexual: definição da sexualidade, capacidade de manter relações duradouras de amor terno e genital, nas relações heterossexuais.
Social: independência econômica, aceitar o trabalho como parte integrante do cotidiano.
Ideológica: formação de um conjunto de valores morais, ter suas próprias idéias em relação ao mundo
Vocacional: se definir e se estabelecer profissionalmente, entrada no mercado de trabalho.
Emancipação das figuras parentais: se independer dos pais tanto financeiramente como emocionalmente. Pode ocorrer alguns casos em que o indivíduo passe pela fase da adolescência e não amadureça em algumas dessas áreas. Vivendo sempre dependente, emocionalmente, das figuras parentais.
A emancipação dos pais é importante para que haja, futuramente, um retorno às figuras parentais numa nova relação baseada numa relativa igualdade. Os pais sempre serão pais e os filhos sempre serão filhos, mas a relação passará a ser de amizade. Até que num tempo futuro ocorrerá a inversão dos papéis. Os filhos é que cuidarão dos pais, levando ao médico, etc. Uma das queixas mais freqüentes dos adolescentes é não serem ouvidos pelos pais. Nem sempre esse "não-ouvir" é proposital. Na maioria das vezes os pais até ouvem seus filhos, mas não conseguem estabelecer um diálogo. E a isto os filhos denominam como "não-escuta". Na era da tecnologia, a TV, o computador, a internet (com papos virtuais), ocupam a vez das saudáveis conversas familiares. Existem famílias que quando desligam a TV, somem da sala, deixando-a vazia. Cada um vai para seu quarto. Não há ambiente para conversas. Nesse espaço vazio, o adolescente/jovem vai a busca de grupos em que possa colocar suas idéias, possa ser ouvido, ser entendido e ser aceito. Pois ali todos vivem a mesma situação de conflito. Ocorre que nem sempre esses grupos são de um convívio saudável. Esse agrupamento é um lugar em que muitas vezes a droga é apresentada como uma substância capaz de trazer alívio, descontração, prazer e relaxamento. Pois do contrário, se fosse apresentada como causadora de dor e morte, com certeza seus usuários seria em menor número. Para o adolescente/jovem, o prazer imediato que a droga oferece, é mais interessante do que qualquer perigo que ela possa trazer. Pois não teme a morte, ele pensa que é "invencível", "onipotente". O efeito que as drogas exercem no organismo vai depender de qual for usada.
Existem três tipos de drogas: as depressoras, as estimulantes e as perturbadoras do Sistema Nervoso Central (SNC). No cérebro, existem centenas de milhões de neurônios onde se veiculam as informações entre ele e as outras partes do corpo. Os neurônios emitem e recebem informações através de substâncias químicas denominadas neurotransmissores. As drogas atuam deprimindo, estimulando ou perturbando a ação desses neurotransmissores. Entre as drogas depressoras estão o álcool, a heroínaVeja opióide., a morfinaVeja opióide., os analgésicos, os ansiolíticosDrogas contra a ansiedade. Veja sedativos/hipnóticos. (benzodiazepínicosUm grupo de drogas estruturalmente relacionadas, usadas primordialmente como sedativos/hipnóticos, relaxantes musculares e antiepilépticos, e outrora denominados de “tranqüilizantes menores”. Acredita-se que estes agentes produzam efeitos terapêuticos ao potencializar a ação do ácido gama-aminobutírico (GABA), um importante neurotransmissor inibidor.Os benzodiazepínicos foram introduzidos para substituir os barbitúricos, como uma alternativa mais segura. Eles não suprimem o sono REM na mesma medida que os barbitúricos, mas tem um potencial significativo para induzir dependência e uso indevido.Os benzodiazepínicos de ação curta incluem o halazepam e o triazolam, ambos com início de ação rápida; o alprazolam, o flunitrazepam, o nitrazepam, o lorazepam e o temazepam com início intermediário; e o oxazepam com início lento. Têm-se relatado amnésia anterógrada profunda (apagamento) e reações paranóides com o uso de triazolam, bem como insônia de rebote e ansiedade. Muito clínico tem encontrado problemas particularmente difíceis na interrupção do tratamento com o alprazolam.Os benzodiazepínicos de ação longa incluem o diazepam (com o mais rápido início de ação), o clorazepato (também de início rápido), o clordiazepóxido (início intermediário), o flurazepam (início lento) e o prazepam (início mais lento). Os benzodiazepínicos de ação longa podem produzir um efeito incapacitante cumulativo e tem maior probabilidade de causar sedação diurna e perturbações motoras que os agentes de ação curta.Mesmo em doses terapêuticas, a interrupção abrupta dos benzodiazepínicos induz uma síndrome de abstinência em até 50% das pessoas tratadas por seis meses ou mais. Os sintomas são mais intensos com as preparações de ação curta; com os benzodiazepínicos de ação longa os sintomas de abstinência aparecem uma ou duas semanas depois da interrupção e duram mais, mas são menos intensos. Como com outros sedativos, é necessário um programa de desintoxicação lenta para evitar complicações graves como as convulsões da abstinência.Alguns benzodiazepínicos têm sido usados em combinação com outras substâncias psicoativas para acentuar a euforia, por exemplo, ex., 40-80 mg. de diazepam tomados logo antes ou imediatamente após uma dose de manutenção diária de metadona. Os benzodiazepínicos são, com freqüência, usados de indevidamente em combinação com o álcool ou na dependência de opióides (veja uso de múltiplas drogas).A superdose fatal é rara com qualquer benzodiazepínico, a menos que ele seja ingerido concomitantemente ao álcool ou outro depressor do sistema nervoso central.), o éter, a gasolina, o thiner, a benzina, as colas, o esmalte de unha. No grupo das drogas estimulantes estão as anfetaminas, a nicotina, a cocaína (o crackVeja cocaína.), a cafeínaUma xantina, que é um estimulante leve do sistema nervoso central, um vasodilatador e um diurético. A cafeína é encontrada no café, chá chocolate, guaraná, coca cola e outros refrigerantes, em alguns casos juntamente com outras xantinas tais como a teofilina ou a teobromina. Denomina-se cafeinismo o uso excessivo crônico ou agudo (por exemplo, o consumo diário de 500 mg ou mais) com uma conseqüente toxicidade. Os sintomas incluem inquietação, insônia, rubor facial, contrações musculares, taquicardia, perturbações gastrintestinais incluindo dores abdominais, tensão, pensamento e fala acelerados e desorganizados e, algumas vezes, exacerbação de uma ansiedade pré-existente ou estados de pânico, depressão ou esquizofrenia. Os transtornos por uso de substâncias da CID-10 incluem os transtornos causados pelo uso e a dependência de cafeína (classificadas em F15).. As drogas perturbadoras englobam a maconha, skank (mutação genética da CannabisUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidrocanabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão periférica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classificados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva.), o LSDVeja alucinógeno., o cogumelo, a merla (folha da cocaína adicionada ao querosene e/ou a gasolina.). Entre essas podemos destacar as drogas lícitas, ou seja, as que são usadas sem nenhuma discriminação, ou controle: o álcool e a nicotina. A cada ano o tabacoQualquer preparação das folhas da Nicotiana tabacum, uma planta nativa da América, Seu principal ingrediente psicoativo é a nicotina.Veja também:nicotina; fumar passivo. mata cerca de três milhões de pessoas em todo o mundo e este número tende a ser crescente. Se este quadro não for revertido, a estimativa é de que nos próximos 30, 40 anos, o tabagismoUm vocábulo de origem francesa que se refere à condição do fumante gravemente dependente da nicotina e que, em conseqüência, manifesta graves sintomas de abstinência. Equivalente a síndrome de dependência do tabaco. responderá por cerca de 10 milhões de mortes por ano. Sendo que 70% delas ocorrerão em países em desenvolvimento. Noventa e cinco por cento da população fumante, iniciou antes dos 21 anos de idade, ou seja, na fase da adolescência. Segundo o Banco Mundial, o consumo do fumoUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidrocanabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão periférica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classificados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva. gera uma perda mundial de US$ 200 bilhões/ano, por mortes precoces, faltas ao trabalho, gastos com seguros, menor rendimento no trabalho, perdas com incêndios, sobrecarga do sistema de saúde com tratamento das doenças Doença (do latim dolentia, padecimento) é uma condição anormal de um organismo que interfere nas funções corporais e está associada a sintomas específicos. Pode ser causada por fatores externos, como outros organismos (infecção), ou por desfunções ou malfunções internas, como as doenças autoimunes. A patologia é a ciência que estuda as doenças e procura entendê-las.Resulta da consciência da perda da homeostasia de um organismo vivo, total ou parcial, estado este que pode cursar devido a infecção, inflamação, isquémias, modificações genéticas, sequelas de trauma, hemorragias, neoplasias ou disfunções orgânicas. Distingue-se da enfermidade, que é a alteração danosa do organismo.O dano patológico pode ser estrutural ou funcional. O médico faz a História clínica e examina o paciente a procura de sinal (médico) e sintomas que definem a síndrome da doença, solicita os exame complementar conforme suas hipótese diagnóstica, visando chegar a um diagnóstico.O passo seguinte é indicar um tratamento. causadas pelo fumo, redução da qualidade de vida do fumante e de sua família. Sendo que o uso do cigarro associado ao álcool, aumenta o risco de câncer de faringe, laringe e boca. "A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que até o ano 2025, o tabagismo matará um total de 500 milhões de pessoas da população atual. Sendo que deste montante, 200 milhões corresponderão às crianças e adolescentes de hoje. Cerca da metade dessas mortes atingirão pessoas entre 35 e 69 anos de idade, que perderão, em média, 20 anos de vida. " (Fonte: INCA, 1998). No tratamento clínico para desintoxicaçãoO processo pelo qual um indivíduo é afastado dos efeitos de uma substância psicoativa.Como um procedimento clínico, é o processo de afastamento da substância realizado de maneira segura e efetiva, de tal forma que os sintomas da abstinência são minimizados. O serviço no qual esse processo se dá é denominado de unidade ou centro de desintoxicação.Tipicamente, o indivíduo está clinicamente intoxicado ou já em abstinência no início da desintoxicação. A desintoxicação pode ou não envolver o uso de medicamentos. Quando os usa, o medicamento em geral é uma droga que apresenta tolerância cruzada e dependência cruzada em relação à(s) substância(s) usada(s) pelo paciente. A dose é calculada para aliviar a síndrome de abstinência sem induzir intoxicação e é gradualmente diminuída à medida que o paciente se recupera.A desintoxicação como um procedimento clínico implica que o indivíduo seja supervisionado até recuperar-se completamente da intoxicação ou da síndrome de abstinência física. O termo “autodesintoxicação” é usado algumas vezes para denotar a recuperação não assistida de um episódio de intoxicação ou de sintomas da abstinência. do usuário de drogas, é importante que a família acompanhe todo tempo, pois sem a ajuda desta, o recuperando poderá retornar ao seu uso. É bastante comum vermos casos em que depois do dependente químico estar limpo, ou seja, desintoxicado, uma vez voltando ao convívio da família, o sintoma da dependência retorne.
É fato que as drogas atingem qualquer pessoa de qualquer credo, raça, cor, sexo e idade. Mas ela só alcança você, se você deixar ou quiser que isso aconteça. Nunca se considere imune a elas. Nunca duvide dos poderes que elas possuem. Amar a vida não é ser careta.
Autor
Sueli Menezes - Psicóloga Clínica
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Comentários
eu achoq as droga sao uma
eu achoq as drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. sao uma droga deus eh bao fio
procure sua paz no maximo numa cervejada de fim de semana com muierada praia dinhero e mpb fio
fique com deus xau
gustavo amorim
esse e muito bom pra sdeu trabalho de ciencias nu e jesus vai adora e entedeu
Para entendermos um pouco mais o porque de cada vez mais jovens
Para entendermos um pouco mais o porque de cada vez mais jovens estarem envolvidos em drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos., precisamos antes falar sobre as modificações que ocorrem numa fase da vida pela qual todos nós passamos: a adolescência.
Texto
Eu ia usar isso pra fazer um trabalho de linguagem...mais eu mudei de ideia pq o texto é muito grande.
Mais eu gostei muito dele, esta muito explicativo.Mais se vc ou vcs, fizessem um resumo, nao precisa ser pequeno, mais nao grande. Ficaria melhor e as pessoas nao iriam ter priguiça de ler ou fazer um trabalho quando se tem que explicar lá na frente da turma!!
Obrigada!!
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