O dependente químico na ativa é a pessoa que está fazendo o abusoabuso (de drogas, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas)Um grupo de termos muito utilizado embora com significados variáveis. Na 3a. edição revista do Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Psiquiátrica Norte-Americana (DSM-III-R), “abuso de substância psicoativa” é definido como “padrão desajustado de uso indicado pela continuação desse uso apesar do reconhecimento da existência de um problema social, ocupacional, psicológico ou físico, persistente ou recorrente, que é causado ou exacerbado pelo uso recorrente em situações nas quais ele é fisicamente arriscado”. Trata-se de uma categoria residual, ao qual é preferível o diagnóstico de dependência, quando for o caso. O termo “abuso” é algumas vezes utilizado de forma desaprovativa para designar qualquer tipo de uso, particularmente o de drogas ilícitas. Devido à sua ambigüidade, o termo não é usado na 10a. revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) (exceto no caso de substâncias que não produzem dependência; veja mais adiante); uso nocivo e uso arriscado são os termos equivalentes na terminologia da OMS, embora eles geralmente digam respeito apenas aos efeitos físicos e não às conseqüências sociais. O emprego de “abuso” também é desestimulado pelo Escritório de Prevenção do Abuso de Substâncias dos EUA, embora expressões como “abuso de substâncias” sigam sendo amplamente utilizadas na América do Norte, para se referir, de modo geral, aos problemas do uso de substâncias psicoativas.Em outros contextos, o abuso já indicou padrões de uso não-médico ou não aprovado, independentemente das conseqüências. Assim, a definição publicada em l969 pela Comissão de Peritos da OMS em Dependência de Drogas foi “uso excessivo de droga, persistente ou esporádico, inconsistente ou sem relação com a prática médica aceitável” (veja uso indevido de álcool ou droga). de álcoolNa terminologia química, os álcoois constituem um numeroso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consumida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos potencialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxicação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decorrentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuropatia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica. e de outras drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos., o real é ter a obsessão que é a idéia fixa por droga, e a compulsãoQuando aplicado ao uso de substâncias psicoativas, o termo se refere a uma necessidade poderosa de consumir a substância (ou substâncias) em questão, necessidade esta atribuída mais a sentimentos internos do que a influências externas. O usuário da substância pode identificar a necessidade como prejudicial ao seu bem-estar e pode ter uma intenção consciente de se refrear. Esses sentimentos são menos característicos da dependência do álcool e de drogas do que do transtorno obsessivo-compulsivo.Veja também:controle prejudicado; craving; necessidade imperiosa. é quando inicia e não consegue parar. Com isso o dependente apresenta uma doença incurável, de decadência física, mentalSaúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição"oficial"de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a"saúde mental"é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001, emocional e espiritual e poderá ter um amargo fim ;- prisão, instituições [ internações em hospitais ] ou a morte.
Antigamente o uso de drogasDrogas era um elemento de integração. Utilizada na maioria das vezes por adultos, com objetivos místicos, religiosos, intelectuais ou guerreiros por certos grupos e em certas circunstâncias. A droga estava inserida num momento sócio-cultural, ou seja, a maconha era utilizada no oriente, o álcool no ocidente.
Atualmente o uso de drogas é um elemento de desintegração, ocupando o espaço da intimidade das relações entre a pessoas. A droga não é tratada como assunto de saúde pública e sim como uma questão econômica, visto que a plantação, produção e comércio das drogas ocupam o terceiro lugar na economia mundial.
Uma das formas de entender a drogadição é atribuir à droga como o problema fundamental do dependente, por exemplo - a mídia e alguns especialistas descrevem sobre as drogas de uma forma sensacionalistas. Ficando a falsa impressão que o dependente é um ser que aceita sem critica à droga e que está dominado por um vírus. Com isso fala-se muitos nasVeja teor alcoólico no sangue. drogas e talvez seja essas as formas, cremos inconscientes, mais contundentes de propaganda das drogas. Que poder enfim damos às drogas !!!
A função primordial do uso de drogas na sociedade é, antes de obter o prazer, é o de evitar em pensar, é de não sofrer. O uso de drogas é uma tentativa então de não sentir a dor existencial.
Dizer que as drogas é a causa da deterioração da vida é, no mínimo, uma inversão de valores.É o próprio sistema social que cria uma tendência a proliferação da drogadição.
A droga é apenas uma questão de objeto . Não é a droga que tem o poder, é a pessoa dependente que está fragilizada. Na maneira de compreender a drogadição como manifestação humana, o centro ou o núcleo do enfoque deve ser a existência, estamos interessados na questão humana.
O dependente não adoeceu porque começou a tomar drogas, mais sim por estar adoecido existencialmente bus- cou nas drogas uma ‘solução’ ou ‘cura’ para suas feridas mais íntimas.
Existem pontos significativos da vida do dependente sobre o que entedemos por estar adoecido existencial- mente e para compreensão do lugar da drogadição ocupa na sociedade -
1- Como a prevalência de uma ordem social que tende a hiper racionalização e normatização, nosso comporta- mento deve ser adequado e lógico e nossos sentimentos jogados na lata do lixo ou seja desvalorizados.
2- O ritmo acelerado das transformações, a descartabilidade de objetos e pessoas. Não há tempo e espaço para assimilar e entender de forma produtiva as transformações ocorridas no dia-a-dia.
3-A fragilidade dos laços entre as pessoas, a falta de modelos de identificação dificultam o processo de introdução de valores. Por exemplo, quem confia com orgulho no seu governo ou na polícia ?
4- A medicalização da vida, oriundo da crença dos poderes mágicos dos remédios. Comeu demais, bebe demais, não dorme, está angustiado???. Tem sempre um remédio para sua dor. A substânciaVeja droga psicoativa. química substituindo o conforto humano. Não é a toa que o remédio mais consumido dos útimos quinze anos é o diazepan.
5- A atual sociedade consumista, onde as aparências é colocada como fundamental , do que a essência de termos uma vida humilde.
O perverso e o doentio dessa ideologia consumista, é que somos levados a aceitar como natural e verdadeiro que os valores estão nos objetos externos. Quanto mais possui, mais se sente identificada com seu meio social. Só aquilo que possui é que tem valor.
Tal ideologia pode levar a pessoa a ficar distante de seu íntimo, com dificuldade de mostrar-se por inteiro, ficando ausente de uma comunicação para com o próximo. Isso gera um sentimento de vazio, de ausência, de tristeza íntima, porque a riqueza está no exterior. Esse mesmo sentimento de vazio pode estar mais em evidência nas pessoas, que estimuladas ou multissolicitadas ao consumo, não tem acesso a esse consumo, e ainda ficam com a idéia de serem os falidos ou os fracassados da sociedade.
O consumismo faz a pessoa acreditar que as soluções estão no exterior, nos objetos. Sentir-se vazio, em crise, com angústias,é proibido no mundo consumista.Isso explica porque há uma dificuldade muito grande do dependente pedir ajuda, pois tal posicionamento é pensar diferente numa sociedade, que tem solução para tudo. E se esse pedido de ajuda for psicológica ou psiquiátrica, o sentimento de vergonha ou de fracasso é mais intenso ainda.
O consumismo, como ideologia, coloca na mente da pessoa a confusa idéia, de que estar bem de vida é o mesmo de estar de bem com a vida.
A pessoa é induzida desde criança a buscar as soluções de suas dificuldades no exterior, e a busca do seu interior pode tornar-se dolorosa e quase impossível. Numa sociedade consumista que valoriza as aparências exteriores, a tarefa de trabalhar o interior da pessoa é eliminada. Por isso que a droga pode ser eleita como objeto idealizado de "cura" para as crises e dificuldades internas.
CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DA DOENÇA
Sob o efeito da droga a pessoa percebe-se - onipotente [todo poderoso], viajando, distante dos problemas ou ligado num mundo melhor, escondendo com isso sua insegurança de não saber quem é. A pessoa vai formando um conceito de si mesmo, tendo a droga como liga, se eu uso droga fico numa boa, muito maluco, down e tenho alívio imediato. Caindo num padrão de pensamento seletivo, que é de lembramos das boas experiências sob o efeito de drogas.
No início do processo de dependência(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a necessidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psicoativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoolismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “dependência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (dependência de drogas, dependência química, dependência do uso de substância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicáveis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a dependência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orientação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de abstinência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tolerância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomatologia física (neuroadaptação)., o efeito da droga é de um prazer fugaz, depois de estabelecida a dependência, torna-se escravo da droga e passa então a viver em função dela, necessitando encobrir, sem saber, sua solidão. Porque o que foi apreendido é se de que eu NÃO suportar a dor dos problemas, uso droga e tenho o alívio imediato, e esse processo de continuidade que gera a dependência química, dado pela sistemática -
DOR MAIS DROGA É IGUAL ALÍVIO IMEDIATO MAIS DOR FUTURA E ASSIM CONTINUADAMENTE
Ser escravo de uma droga é em si um projeto suicida. Os modos de vida de um dependente químico na ativa é de descuido com aparência pessoal, acidentes, colocar-se em risco, o furto, o roubo, o estelionato, a prostituição do seu corpo, a perda da moral, da dignidade e do respeito, a habilidade de viver ficou reduzida ao nível animal, bem como a perda seu maior e mais rico patrimônio que é a si mesmo. As funções físicas, mentais e espirituais foram fortementes afetadas pelo uso de drogas.
Esse projeto suicida torna-se um fato quando a pessoa, consciente ou não, tem por término à vida,por exemplo a morte por overdose(em inglês.: overdose)O uso de qualquer droga em quantidade suficiente para provocar efeitos indesejáveis físicos e mentais mais ou menos imediatos. A superdosagem deliberada é um meio comum de suicídio ou de tentativa de suicídio. Em números absolutos, as superdosagens de drogas lícitas são geralmente mais comuns do que as de drogas ilícitas. A superdose pode provocar efeitos transitórios, duradouros ou a morte; a dose letal de uma droga em particular varia com o indivíduo e com as circunstâncias.Veja também:intoxicação; envenenamento por álcool ou droga, ou contrair uma doença orgânica fatal como a AIDS. Constata-se que a drogadição é uma tentativa enganosa de cura para encobrir esse projeto suicida. Assim esse projeto suicida é de uma profunda descrença e desvalorização do viver.
A profunda solidão que o dependente vive é percebida,pois quem elege a droga como modo de anestesiar crises, e na maioria das vezes essa escolha é inconsciente,é para que a sua fragilidade e carência de pessoa não fiquem aparentes para as outras pessoas. Solitário de si mesmo, a droga é a tentativa iludida de encontrar-se.
Existem dependentes químicos na ativa que honestamente se dispõem a deixar as drogas,entretanto não consegue. Porque ocorre as modificações dos valores da sua vida através do avanço da doença, por exemplo a crise de identidade é de não ter os seu VALORES de vida, na falta procura retorná-los e encontra dificuldades, não consegue e volta a usar droga. Está desestruturado, não conseguindo transformar em ação o que tem em idéia que é o desejo de parar de usar droga. Desse modo o dependente mostra adoecido existencialmente, quando amortece as crises do viver buscando solução no exterior, não consegue ajuda no seu interior porque é extremamente trabalhoso. O dependente evita de todas as maneiras em fazer uma reflexão ou pensar, porque dói, estabelecendo uma passagem direta entre o desejo e ação, de parar em usar droga. Aumentando o sentimento de fracasso ou incapacidade de estabelecer um relacionamento verdadeiro com o próximo.
VALORES são organização, confiança, pontualidade, diálogo, solidariedade, humildade, dignidade, responsabilidade, dedicação, respeito, discernimento, disciplina [ responsabilidade das minhas coisas, cumprir tarefas é começar e terminar, assumir compromissos por menor que seja, adiar o prazer ], sinceridade/honestidade [ se não estou sendo sincero/honesto comigo não vou ser com o outro, se tenho um problema vou pedir ajuda ], dificuldades é de não saber lidar com a complexidade da vida, ou seja de lidar com os pontos da vida.
Desse modo fica notório que a drogadição é um projeto suicida, que se manifesta através de atitudes autodesdrutivas ou de suicídios parciais. Tal situação é um viver que não se valoriza e cuja essência colocamos em evidências -
1- Há inúmeras maneiras de se compreender o viver, uma delas é compromisso da pessoa como ser-ao-mundo, entendido como a realização da pessoa que se desenvolve para vida plena à medida que participa construtivamente para a elaboração da sociedade, e esta sociedade retorna para a própria pessoa os ganhos comunitários.
A pessoa que se percebe vazio interiormente pode se reduzir na sociedade consumista, preenchendo-o com o objetos concretos ou em fantasia, ou melhor ainda relaciona-se com objetos.
Qualquer objeto é desprovido de vida, quando usamos um objeto, esperamos um retorno, ainda mais se o objeto é de nossa utilidade.
A droga é um objeto e como tal é, portanto não existe vida própria é inanimada. Assim o dependente químico dá vida a ela e, uma vez ingerida, a droga retorna em destruição ou morte. É uma troca de vida por morte, a ponto de tornar-se escravo dela, transformando-a em senhor, transformando-a na sua melhor companheira e na sua melhor amante. Não é a droga que tem o poder, é pessoa dependente que está fragilizada. Por isso que discussões sobre drogas legais e ilegais, drogas leves ou pesadas, são discussões fúteis.
Contudo, mesmo inconscientemente, o dependente dando vida em troca de morte ou de destruição, é porque intimamente sua vida nada vale ou equivale à morte. Eis o projeto suicida. A dependência de drogas concretiza a desvalorização interior.
Esse projeto suicida coloca a tendência de realização de por término da sua vida, ao mesmo tempo que se nega como ser-ao-mundo. O seu mundo e o núcleo da vida é apenas a droga, é um jeito triste de ser e viver.
2- Na vida as nossas experiências mais profundas são ao mesmo tempo as individuais e as sociais, ou seja tanto do EU como do NÓS, e que ser-ao-mundo é a estrutura da realidade.
Transformando-se em escravo da droga, definitivamente não há lugar para o outro, o semelhante. Na história de vida do dependente, o outro sempre foi o outro-coisificado, mero objeto. Isto revela a ausência do outro, do próximo. E explica porque o dependente não consegue manter relacionamentos profundos e duradouros com o seu semelhante. A experiência do EU é ligada a um objeto e a experiência do NÓS ser anulada. A drogadição é o aniquilamento do EU e do NÓS, ou seja não tem nenhum posicionamento no mundo.
Não é por acaso ou simples coincidência que o dependente gosta da noite. Na noite vive às escondidas, nos cantos, às margens. Roda ou anda pela noite toda, sem rumo, por aí, desesperada, consciente ou não, em busca de prazer, segurança ou mortal conforto nas drogas para suas feridas interiores. Tenta o absurdo de evitar a sua solidão, solitário, com drogas. A drogadição assemelha-se perfeitamente bem as trevas.
3- Afirmam que a maior parte de nós mesmos é recebida - da família, da educação, da sociedade, da cultura e de outras fontes. Isso não quer dizer que recebemos por receber sem crítica, desprovido da individualidade.
A vida de cada um, é "momento individual de um fluxo coletivo". É nesse momento que a individualidade mostra sua autonomia, criando uma sintonia ou passo novo, com o fluxo coletivo para dar continuidade a ele.
Como ser-ao-mundo o dependente químico na ativa, mantém o mesmo passo, a mesma solução usando as drogas, e recorre às mesmas experiências de destruição do EU e do NÓS, não trabalha as suas crises, não criando chances de vida nova.
Antes de conduta rebelde ou revolucionária, a drogadição é uma condição escrava porque a individualidade não se mostra com autonomia, ao mesmo tempo que se ausenta do fluxo coletivo. O dependente não transforma, então o mundo dado, num mundo possível. É um viver alienado, de si mesmo e dos outros.
4- As coisas do viver e do conviver são temporárias. Viver é trabalhar o provisório. Tentamos sempre dar um jeito na vida, mas a vida não tem jeito. Enganamos a nós mesmos quando pensamos que nossas vitórias ou fracassos são definitivos. As crises do viver devem ser vistas com possibilidades de vida nova e não como obstáculos para o existir.
O dependente químico na ativa possui ou apresenta uma grande dificuldade de superar os pequenos problemas do cotidiano. Com a droga o dependente, ilusoriamente, acredita ter encontrado a solução definitiva para o viver, a resposta fácil e inquestionável. O dependente não aceita o que dura algum tempo na sua existência, pois se aceita tal condição, envolve uma disposição e ajuda do seu interior, o que é muito trabalhoso. Sendo a drogadição um projeto suicida, o superar esse projeto, o que quer dizer derrotar, pois esse fermento na massa do crescimento espiritual, está tolhida, apagada e eliminada. Em nossa maneira de ver, ser saudável é ter disposição para superar as contrariedades da existência - é aprendendo trabalhando o provisório. Isso significa precisamente estar de bem com a vida.
O dependente químico na ativa, com uma existência de vida, cujo projeto é suicida, revela a ausência de saúde mental, emocional, ou seja a capacidade de ver a realidade - de admitir que é um dependente químico, e de sair da fantasia - em parar de usar os mecanismos de defesa, para justificar a drogadição.
Autor
José Antônio Zago joseantoniozago@ig.com.br
Psicólogo do Instituto Bairral de PsiquiatriaPsiquiatria é uma especialidade da Medicina que lida com a prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das doenças mentais em humanos, sejam elas de cunho orgânico ou funcional, tais como depressão, doença bipolar, esquizofrenia e transtornos de ansiedade.A meta principal é o alívio do sofrimento psíquico e o bem-estar psíquico. Para isso, é necessária uma avaliação completa do doente, com perspectivas biológica, psicológica, sociológica e outras áreas afins.Uma doença ou problema psíquico pode ser tratado através de medicamentos ou várias formas de psicoterapia.A avaliação psiquiátrica envolve o exame do estado mental e a história clínica. Testes psicológicos, neurológicos e exames de imagem podem ser utilizados na avaliação, assim como exames físicos. Os procedimentos diagnósticos variam mas os critérios oficiais estão descritos em manuais como a CID-10 da Organização Mundial de Saúde e o DSM-IV da American Psychiatric Association. - Itapira - SP.
Mestre em Educação pela Universidade Metodista de Piracicaba.
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Comentários
COMO FAÇO PRA AJUDAR MEU MARIDO
Trafico e usuario
usuario.....cocaina
sou adquito da cocaina queria dicas de alto ajuda para o dia a d
tenho tido muita vontade,mais varias recaidas...tenho muita difiuldade para me relacionor com as pessoas que vive ao meu redor,gostaria de algumas dicas para obiter ajuda de quem esta disposto a me ajudar? tenho ficado muito tenso,nervozo com qualquer motivo.
Depoimento!!
Consumi muito tempo essa porcaria, o texto acima tem muitas verdades, porém os viciados se difereciam. Cada um veio de um "berço", de uma situação, de uma classe social. Alguns são bem criados, outros nem tanto, alguns lidam melhor com suas frustrações e outros nem sabem o que é isso. No meu caso, mesmo sobre o efeito da, a minha total concentração era de parar de me drogar. E veio a paranóia de eu mesmo me questionar e responder. O meu "eu" errado era massacrado pelo meu "eu" correto, e ficava aquele massacre sobre o meu eu errado. O meu eu errado só conordava, me dizia que não queria mais aquela vida também, etc.. etc.. Pensando cada segundo do dia, como sair daquele mato sem cachorro em que eu entrei, pensando como escalar o poço que estou dentro, sem corda, sem nada, poço esse que eu mesmo "cavei" o mais fundo que eu pude. Comecei a por no papel, item por item, como sair daquela maldita vida, sair da verdadeira trevas, daquele poço. Eu precisava namorar, de uma mulher, foi o que fiz. O primeiro degrau é uma parceira ou parceiro, não desperdice essa oportunidade de ter um parceiro. O amor cura, é o maior sentimento humano, crie um propósito para si e não para a platéia. O segundo maior sentimento humano é o ódio, parente das frustrações, que a causa determinante para a fuga nasVeja teor alcoólico no sangue. drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. (prazer momentaneo e inferno depois). Discordo de que o viciado é dependente o resto da vida, não me considero um viciado em potencial, pela simples razão de não sentir a minima vontade de consumir nada, pelo contrário tenho ojeriza, quando vejo matérias na TV sobre o assunto e saber que eu era um deles. Estou a 11 anos sem saber o que é essa vida de drogado, dessa inconsequencia consigo mesmo, larguei por mim mesmo, por vergonha na cara, por querer viver, por amor. Criei objetivos, hoje sou casado, cheio de projetos e objetivos, alcançar eles ou não, é um detalhe e não uma obseção. Um dia de cada vez.. Como a música de Guilherme Arantes. (Amanhã). Amanhã será um lindo dia, da mais louca alegria, que se possa imaginar!!!!
Anonimo
Uma vez adicto, sempre adicto! Basta o primeiro
Como disses:
Muitos são dependentes e nem mesmo sabem o que está acontecendo, substituem o quimico...
Uma vez adicto, sempre adicto!
Não importa se fazem 10, 15, ou 20 anos que o ADICTO seco está abstinente... Basta o primeiro gole, o primeiro pega ou cafungada, e...Tudo volta a ser como antes, naquele tempo...
A solução: Grupos, terapia, medicação (qdo prescrita por profissional) e muita Boa Vontade...
Força de vontade não serve, é algo FORÇADO.
cocaína
Olá!!
Fiquei sabendo que meu irmão de 37 anos está usando drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.. Sabíamos que no pasado quando ele era mais jovem usou e parou. E agora foi pego pela minha mãe e a esposa dele usando cocaína em casa. Como devemos fazer???
Já falamos com ele, porém ele mesmo disse que foi bom terem pego ele, pois sendo assim ele irá parar. Estou chocada e assustada. Será que posso confiar nele??
Obrigado
Fui usuário por 02 anos de Cocaina
Primeiramente, parabéns pelo autor deste artigo, sem mentiras, foi o melhor artigo que já lá a respeito de drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. na internet, o mais sincero e pertinente.
Agora gostaria de falar um pouco de mim, a alusão que o autor faz a questão de se estar em uma fase ruim com a dependência eh uma co-relação realmente, eu tinha uma namorada há 03 anos, emprego fixo, faculdade. Ateh que um dia o namoro terminou, toda minha vida era envolto nela, eu não tinha mais amigos quase, só ela. Então sem minha namorada, me senti totalmente perdido, sem saber oq fazer, e nessa época acabei conhecendo uma garota viciada em cocaina, e começamos a nos relacionar, larguei faculdade, larguei emprego, nossa vida era quase todos os dias rodar nasVeja teor alcoólico no sangue. madrugadas usando drogasDrogas sem parar, ambos perdidos na vida, querendo achar na droga a solução, vendi muitas coisas minhas, já apanhei de traficante, polícia, fiz coisas que nunca imaginaria fazer, até que um dia ví realmente que precisava de ajuda, falei com meus familiares, que sofriam muito por minha causa, e fui internado. Hoje tenho algumas recaídas as vezes infelizmente, é uma coisa muito difícil, mas estamos na luta, e essa minha companheira acabou entrando na prostiuição, não tenho mais contato com ela, é muito triste tudo, perdi a confiança de todos, perdi meus amigos, perdi minha dignidade, muito se perde nessa vida, portanto saiba que esse não é o caminho para os problemas.
cocaina
meu esposo usa com frequencia, fico muito
preocupada não sei como ajuda-lo pq
sempre pergunto se ele é usuario e ele nega. não adimite
o q faz ...
mi ajundem ! o que faço?
ogb.
leva ele pra igreja
leva ele pra igreja
querida pra levar alguem para
conversar...enquanto é cedo.
Pessoalidade,autonomia e dependência química
Estou escrvendo um ante-projeto e gostaria de saber se você conhece fontes para que eu pesquise autores que possibilitem incluir o dependenete químico dentro do conceito de pessoa, sem que ele perca sua autonomia.
Grata
Janete
drogas
Bom namorei durante 3 meses um dependente,ele tinha saido de uma clinica e estava se recuperando bem,bom ele terminou cmg pq gostava de mim e n qria me ver sofrer pq ele estava devendo alguns traficantes e tinha medo do q podia acontec er,hj depois de um ano ele voltou a me procurar e estamos fikando de novo nada serio ainda mais gosto demais dele e gostaria de saber a opiniao de vcs sobre isso e se e possivel ele ter força de vontade de melhorar por mim ele esta mt mal,mas nos gostamos mt e n qro fikar longe dle de novo por favor me ajudem...Sofri mt qnd nos separamos entrei ate em depressao...qro ajuda-lo...
usuário
Olá, tenho 39 anos e fumoUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidrocanabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão periférica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classificados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva. maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidrocanabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão periférica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classificados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva. Há 24 anos, Eu levo uma vida normal pois tenho um trabalho, Adoro minha família sempre tivemos paz e Harmonia e nunca tivemos um problema com esse fato, Assim que começei a fumar, eu tive uma conversa franca com meus pais,a mesma coisa com minha esposa, somos muito felizes...Acho que isso vai muito do caráter da pessoa... Será que é pq eu só uso maconha? Eis a questão.....
crack
como posso ajudar minha irma que tem um filho dependente e esta morrendo aos poucos
oi tdo bem !!!
o que eu queria saber !!uma duvida !!@tenho uma namorada !que ja foi depente !!
toda vez que estamos juntos ela ,parece que só precisa de carinho !quando valta pra casa ,ela mora em outra cidade , ela nao atende o telefone , tipo parece que nada acontceu nos ultimos dias ! eu estou totalmente preocupado !!!
qual é sua opinio !!sobre nosso relacionamento !devo decistir segui minha vida !!
ou quando nos encontrar fazer que nada aconteceu ???
Boa Tarde ... Gostaria de
Boa Tarde ...
Gostaria de saber se tem como tratar esse vicio em casa ... sem internação !!!
E como deve ser feito ...
Obrigada
G.C.F.M
como parar de usar drogas
Saldações a todos, a dependencia quimica todos nos sabemos que é uma doença cronica incuravel e fatal se não for tratada, por tanto a unica maneira de viver sem drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. é praticar o programa de recuperação , o internamento em fazendas terapeuticas proporciona ao dependente este acesso ao programa e ainda oferece a ele a oportunidade de viver por alguns meses em um ambiente totalmente seguro , sem drogasDrogas e respirando recuperação 24 horas por dia , porem existem irmandades (grupos de apoio ) que oferecen aos dependentes acesso a este programa de recuperação , estou falando de grupos como o N A narcoticos anonimos , se um dependente deseja parar de usar drogas e não quer ser internado então eu aconcelho a participar das reuniões de N A . descubra uma reunião perto de vc entrando no site www.na.org.br , força companheiro e um forte abraço .
G.C.F.M
CLARO QUE TEM COMO SE TRATAR EM CASA, SEM INTERNAÇÃO,MAS É MUITO INTERESSANTE E EFICAZ UM ACOMPANHAMENTO COM PROFISSIONAIS QUALIFICADOS. PROCURE O CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL ÁLCOOL E DROGASUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. AI NA SUA CIDADE.
ESPERO TER AJUDADO!!!
Gostei do texto. Estou
Gostei do texto.
Estou pesquisando a respeito, mais especificamente sobre a manipulaçao e a mentira, inseridas no contesto dependente quimico.
Isso porque é comum em ficalização, Delegacia, quando há fulga da Clinica um residente alegar estar sendo tratado mal etc. embora tenho visto que esta caracteristica mentir/manipular faça parte do Residente
Enfim, como advogado de Clinica tenho que me enterar a respeito dessas questões.
Obrigado pela publicação foi bastante util.
valter bertini
Bragança Paulista
O descaso com as drogas.
Por que à saúde publica não age com pessoas que são dependentes químicos?
Talvez seja porque os fins lucrativos são altos e a maior parte, quem leva são eles, (os grandes).
Quem é dono da boca?
Os governantes.
À policia e traficantes, são apenas marionetes que vivem em uma guerra estúpida, para que possamos pensar que tudo isso vai acabar, ignorância pensarmos que um dia isso vai enfim acabar, não vai.
Por isso não perco meu tempo indo às urnas votar. pois sei que os piores traficantes são eles própios.
Crack
Queria sabeer, se um dependente quimico do cracjk pode se recuperar?
beijos
quantidade de mortes com dependetes quimicos
Olá como vai
Gostaria de saber quantas pessoas morrem no Brasil por ano com ouso de drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.
Des de já lhe agradeço
William
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