Cresce o número de médicos que adotam práticas espiritualistas à sua conduta clínicaClínica médica, no Brasil, também conhecida como Medicina Interna e Clínica geral, é a especialidade médica que trata de pacientes adultos, atuando principalmente em ambiente hospitalar. Inclui o estudo das doenças de adultos, não cirúrgicas, não obstétricas e não ginecológicas, sendo a especialidade médica a partir da qual se diferenciaram todas as outras como Cardiologia e Pneumologia.No Brasil, o especialista em Clínica médica deve cumprir, além do curso de Medicina, dois anos de Residência médica.Em Portugal, trata-se de um termo actualmente a cair em desuso. Em sua substituição, surgiu a Especialidade de Medicina Geral e Familiar, mais abrangente e de natureza diferente.; afinal isso demonstra uma sensibilidade maior por parte desses profissionais ou trata-se antes de uma escora emocional para os próprios médicos? No caso do dependente de drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos., qual a importância da espiritualidade no tratamento?
O alerta foi dado em agosto pelo New England Journal of Medicine, uma das bíblias da literatura médica mundial. "Estamos preocupados com a adesão do público em geral, de médicos em particular e de escolas de medicina quanto a recomendações de práticas espiritualistas como parte integrante de estratégias terapêuticas", afirma o Dr. Richard Sloan, da Universidade Columbia, Nova York, EUA, em um artigo escrito a partir de conclusões feitas por pesquisadores e líderes religiosos. O artigo diz ainda que "práticas religiosas podem ser tão dilacerantes quanto curadoras". A preocupação do New England não deixa de ser relevante. A Dra. Cristina Navalon, psicóloga especializada em dependência(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a necessidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psicoativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoolismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “dependência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (dependência de drogas, dependência química, dependência do uso de substância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicáveis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a dependência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orientação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de abstinência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tolerância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomatologia física (neuroadaptação). química e transtornos psicossomáticos têm experiência com tais métodos de cura. "Tive um paciente soropositivo que, submetido à chamada quebra de maldição em uma igreja evangélica, simplesmente não agüentou a sobrecarga emocional e, já debilitado, morreu".
Ela não atribui o trágico evento somente ao ritual a qual seu paciente foi submetido, mas considera que tal sobrecarga pode ter sido tão estressante que o debilitou ainda mais. "Temos que fazer distinções; uma coisa é usar a espiritualidade como parte integrante do tratamento; outra, bem diferente, é se valer somente da espiritualidade para tal fim", explica. O psicólogo mineiro Antônio Brandão Mzarewscky concorda com Cristina. "Tem muito psicólogo se passando por pastor ou padre, e tem muito religioso fazendo às vezes, mal e porcamente devo dizer, de psicólogo". O alerta do prestigioso órgão americano diz respeito a todas as especialidades, mas para os profissionais que lidam com transtornos mentais, psiquiatras e psicólogos, tal alerta soa como sirene de fábrica. Afinal, os transtornos mentais abundam tanto nos consultórios como nasVeja teor alcoólico no sangue. igrejas. Quando o profissional de saúde recomenda a segunda para fazer parte do tratamento, está abandonando a medicina baseada em evidências?
Engessado em "vidas passadas"
"Depende da recomendação", afirma Cristina. "Eu, por exemplo, faço uso sim da espiritualidade na abordagem do dependente químico primeiro porque acredito em Deus e o tenho como fundamental elemento terapêutico; segundo, porque se o paciente apresenta vínculo espiritual, seja com que religião for, seria estupidez minha não utilizar essa ferramenta emocional de qualidade". Para Cristina, falar e deixar o paciente falar de Deus não atrapalha o tratamento desde que ele não fique engessado numa postura de culpa e aflição, achando-se devedor de Deus e das pessoas. O paciente com orientação kardescista, por exemplo, pode se sentir paralisado no seu sofrimento ao crer que o mesmo seja um carma, uma dívida espiritual contraída em outras encarnações, podendo ainda minimizar e/ou racionalizar mais seu problema, escorando-se na justificativa de que suas vidas passadas o fazem adotar esse ou aquele comportamento. Cabe ao terapeuta, redirecionar tais atitudes.
Alguns terapeutas, entretanto, possuem uma clara e consistente aversão à espiritualidade apresentada, sequer favorecendo a alusão do paciente a essa questão. A psicóloga Clara Tavares de Almeida, de São Paulo, acha que todo o material que poderia ser chamado de espiritualista apresentado por seus pacientes, são símbolos arquetípicos na melhor expressão de Jung. Esse psicanalista suíço (1875-1961) dizia que arquétipos são imagens psíquicas do inconsciente coletivo, patrimônio comum a toda a humanidade. "Não posso admitir que um paciente meu me diga que fala com Deus, com o Espírito Santo, ou seja, lá com que entidade for e achar isso ocorra realmente", acentua. Para ela, esse tipo de discurso tem de ser utilizado como material interpretativo, nada mais que isso. "É por essas e por outras que anda cheio de padres e pastores, principalmente de igreja evangélica, por aí," "tratando" doenças Doença (do latim dolentia, padecimento) é uma condição anormal de um organismo que interfere nas funções corporais e está associada a sintomas específicos. Pode ser causada por fatores externos, como outros organismos (infecção), ou por desfunções ou malfunções internas, como as doenças autoimunes. A patologia é a ciência que estuda as doenças e procura entendê-las.Resulta da consciência da perda da homeostasia de um organismo vivo, total ou parcial, estado este que pode cursar devido a infecção, inflamação, isquémias, modificações genéticas, sequelas de trauma, hemorragias, neoplasias ou disfunções orgânicas. Distingue-se da enfermidade, que é a alteração danosa do organismo.O dano patológico pode ser estrutural ou funcional. O médico faz a História clínica e examina o paciente a procura de sinal (médico) e sintomas que definem a síndrome da doença, solicita os exame complementar conforme suas hipótese diagnóstica, visando chegar a um diagnóstico.O passo seguinte é indicar um tratamento. mentais com expulsão de demônios", afirma.
A antropóloga Cristina Pozzi Redko, em seu artigo "Alguns idiomas religiosos de aflição no Brasil", publicado no jornal eletrônico Psychiatry On Line Brazil (Unifesp/EPM), em 1999, diz que "sofrimentos psicológicos ou emocionais agudos, ou angústia existencial, são desafios a que as religiões se direcionam com a intenção de tornar a vida mais compreensível e auxiliar as pessoas a se orientarem dentro deste contexto". O médico ou o profissional de saúde ao orientar seu paciente a procurar uma igreja e vincular-se a uma fé religiosa, pode refletir o reconhecimento por parte desse profissional de que seu repertório de atitudes terapêuticas é escasso quando diante da exuberância de um quadro agudo, como, por exemplo, a dependência química instalada de longa data. Procurar ou não uma igreja, entretanto, muitas vezes independe do médico. O paciente vai, por conta própria, atrás de um solução milagrosa não alcançada na abordagem humana adotada.
Leitura bíblica caótica
Cristina Pozzi diz em seu artigo: "Os problemas de saúde consistem na dimensão mais significante de aflição que leva uma pessoa a procurar uma fonte de ajuda religiosa no Brasil; alguns estudos sugerem que a doença pode mobilizar a procura de ajuda pela religião por causa das representações mágico-religiosas do corpo bastante difundidas no Brasil. Isto pode ilustrar o fato que embora um brasileiro fale em doença, tanto em relação à etiologia quanto aos recursos disponíveis, o indivíduo freqüentemente fará uma distinção entre doença material e doença espiritual. Por exemplo, seria ilógico considerar o "encosto" (causado por um espírito) ou "uma obsessão" (causada por um espírito obcessor) como doenças materiais. Entretanto esta distinção é muito sutil". Ela complementa: "Alguns estudos revelam que pessoas que sofrem de transtornos mentais podem procurar ajuda em fontes religiosas como parte de seus mecanismos de auto-ajuda".
O profissional que transmite ao seu paciente um conteúdo espiritual, seja pela abordagem direta, seja pelo teor do discurso que imprime ou mesmo pelos elementos presentes no seu consultório, geralmente é consciente de que não importa qual é a sua religião, seita, filosofia ou doutrina. Nem a do seu paciente. Uma vez estabelecida qual sua orientação religiosa, o terapeuta que crê que existe um Deus modificador deve preservar seu paciente e valorizar esse conteúdo espiritual como parte integrante do tratamento. Cristina Navalon, por exemplo, há muito não recomenda as sessões de quebra de maldição presentes nas igrejas pentecostais evangélicas. "Com o reavivamento do seu passado de forma não elaborativa, apenas emersa, sem o estabelecimento das conexões emocionais e familiares o paciente pode sofrer o peso de lembranças com as quais não sabe lidar; tanto é assim que, no caso dos dependentes químicos, a droga entra como cimento que tampa ou desfigura esse passado".
Os psicólogos ouvidos pela "ABDQ.com" são unânimes quanto à preocupação de religiosos estarem fazendo às vezes de psicólogos. E têm razão. Sob o nome de aconselhamento pastoral, muitos pastores evangélicos sem o menor treinamento e traquejo sequer como conselheiros terapêuticos (função reconhecida por várias especialidades médicas) estão fazendo atendimento em igrejas, usando como métodos de "cura" imposição de mãos, expulsão de demônios, leitura caótica da Bíblia. Em várias comunidades terapêuticas que cuidam de dependentes químicos, a situação é ainda mais grave. Em muitas delas inexiste a conexão religião-psicoterapia, reinando uma indigência estrutural geral de tal monta que o dependente químico não tem nenhum esboço de uma abordagem espiritual de qualidade. A resultante disso é um embotamento espiritual do paciente que só contribui para penalizá-lo ainda mais. Em outras, entretanto, o cunho espiritual do tratamento é bem focado e equilibrado com os outros procedimentos laborais.
Dom de línguas: glossolalia
Se os médicos estão se valendo de práticas religiosas talvez isso seja um indicativo de que afinal existe algo acima do conhecimento humano que o cientificismo puro não consegue explicar. Talvez seja também um dos nós de encontro entre ciência e religião. A ciência não pode mais se arvorar como expressão máxima dos fatos, nem a religião pode se escorar em dogmas, creditando todos os fenômenos ao sobrenatural. Há um ponto em comum entre essas duas vertentes, resgatadas, por exemplo, por expoentes da ciência como Albert Einstein, Niels Bohr e Wolfgang Pauli que perceberam que a ciência chegara a um ponto em que lhe era impossível abordar toda a complexidade de fenômenos que assolam o ser humano. Tanto que em 1986, uma declaração conjunta assinada por alguns intelectuais de peso como o paquistanês Abdus Salam (Prêmio Nobel de Física) e o francês Jean Dausset (Prêmio Nobel de Medicina) afirmava que a ciência e as tradições espirituais são complementares e não contraditórias e que o intercâmbio entre elas "abre as portas para uma nova visão da humanidade".
Essa declaração, assinada em Veneza, mostra a possível transigência entre as duas correntes, pois desde que Darwin apresentou seu postulado de evolução das espécies, tirando o véu divino do surgimento do homem na Terra e introduzindo um viés contestador, ciência e religião se batem na tentativa de uma para desacreditar a outra. Só para ficar num exemplo, o dom de falar línguas, presente e extremamente valorizados nos ambientes pentecostais, tido como uma das principais dádivas de Deus porque, segundo essas igrejas, trata-se da língua dos anjos, é, para a ciência médica, glossolalia. Trata-se, segundo o psicanalista Sérgio Telles, de "um sintoma psicótico esquizofrênico e manifestação histérica coletiva em ambientes religiosos fundamentalistas". "Tais pessoas, ao falarem "línguas", estão em um nível psicótico ou outros em nível neurótico (histérico), regredidos e identificados com a mãe, com os adultos, com os portadores da língua, os "falantes"; elas revivem, assim, momentos fundamentais e constitutivos do psiquismo, em que ouviam a língua "estrangeira", carregada de sentidos e desejos dos adultos", diagnostica.
O que irrita os psicólogos é o "tratamento" prescrito ao paciente por líderes religiosos despreparados, baseados em conceitos empíricos-eclesiáticos e muitas vezes sem o concurso de profissionais de saúde. O grande problema, ao ver de vários psicólogos e psiquiatras, é a crença difundida por algumas igrejas de que Deus tanto livra que a administração de medicamentos pode ser suspensa pelo paciente. O Dr. Ageu Heringer Lisboa, psicólogo e presidente do Corpo de Psiquiatras e Psicólogos Cristão (CPPC) é enfático: "Se um pastor ou padre manda o membro de sua igreja que toma medicamentos suspender o uso, deveria assinar um termo de responsabilidade". A substituição pura e simples da estratégia medicamentosa pela ação religiosa pode ser muito danosa. O psicólogo que acredita em Deus e usa de suas palavras como elemento terapêutico tenta fazer o paciente entender que o milagre que Deus promove na sua vida é um processo, não um evento. E é um processo que contempla a intervenção psicoterápica e medicamentosa, essa última se for o caso.
A importância da psicoteologia
"Não sou contra o aconselhamento pastoral, nem contra conselheiros terapêuticos; sou contra quem pratica tais funções sem conhecimento de causa e embasamento teórico", ressalva Cristina Navalon. Para os líderes religiosos, sobretudo os evangélicos, que por sua superexposição na mídia são os que mais aparecem, os profissionais de saúde desconsideram em sua maioria o poder de Deus como elemento de tratamento e o pouco caso que muitos deles fazem dos atendimentos pastorais. O pastor Márcio Paulo Veraz afirma: "Muitas pessoas chegam até nós completamente destruídas depois de terem passado por vários tratamentos médicos sem sucesso; nós as acolhemos, damos carinho, conforto espiritual e perspectiva de vida lastreada em um Deus soberano e absoluto", ressalta. Veraz é formado em psicologia, e por isso é capaz de conjugar religião e conhecimento científico. Quando isso acontece, o paciente pode se ver no melhor dos dois mundos: a psicoteologia.
Raras são as pessoas formadas em psicoteologia, mesmo porque ela não é disciplina. Com essa formação tais profissionais podem, no caso do dependente químico, escavar o conteúdo emocional do paciente, chegando aos mecanismos de defesa clássicos presentes em todas as pessoas. E, na esfera religiosa, promover a restauração interna, o preenchimento do vazio existencial deixado pela droga. "Eu acho que deixar a droga é um milagre de Deus", acredita Cristina Navalon. Para ela, a religião pode mudar o foco de atenção do dependente, a partir da perspectiva de revalorização interna que abriga. A antropóloga Cristina Pozzi diz que o "efeito fundamental da religião é alterar o significado de uma doença para aquele que sofre, que também pode ser considerado como uma forma de persuasão modificadora da visão de mundo do indivíduo. Isto não implica na remoção dos sintomas, mas na mudança dos significados que a pessoa atribui à sua doença ou ainda a uma alteração no estilo de vida".
Não existe pesquisa a respeito, mas é pode-se avaliar a importância do vínculo espiritual para o dependente, a partir dos seus testemunhos de vida sobre como deixaram a droga. De cada dez, pelo menos nove falam em Deus - como O entendem - como fundamental no seu processo de recuperaçãoA manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou de drogas. O termo é particularmente associado com os grupos de ajuda mútua; entre os Alcóolicos Anônimos (AA) e outros grupos dos doze passos refere-se ao processo de atingir e manter a sobriedade. Posto que a recuperação é vista como um processo que dura toda a vida, um membro do AA é sempre visto internamente como um alcoólico “em recuperação”, embora o termo alcoólico “recuperado” possa ser usado fora do grupo.. Em seguida, vem o cônjuge, a família, os amigos. Disso se infere que, seja qual for à estratégia terapêutica adotada, se Deus não estiver presente, o dependente pode até abandonar a droga, mas isso não quer dizer que esteja recuperado. Deus é importante tanto no processo de recuperação em si, como no pós-tratamento, essa sim a fase mais difícil. Os grupos de mútua-ajuda não abrem mão de Deus, nomeando-o democraticamente como Poder Superior, desvinculando-O de rótulos e emblemas. A espiritualidade é importante e com isso concorda inclusive o New England quando termina seu artigo afirmando que "a religião não precisa da ciência para justificar sua existência ou seu encanto".
Autor
José Antonio Mariano - email - mariano@kbonet.com.br é jornalista especializado em psiquiatriaPsiquiatria é uma especialidade da Medicina que lida com a prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das doenças mentais em humanos, sejam elas de cunho orgânico ou funcional, tais como depressão, doença bipolar, esquizofrenia e transtornos de ansiedade.A meta principal é o alívio do sofrimento psíquico e o bem-estar psíquico. Para isso, é necessária uma avaliação completa do doente, com perspectivas biológica, psicológica, sociológica e outras áreas afins.Uma doença ou problema psíquico pode ser tratado através de medicamentos ou várias formas de psicoterapia.A avaliação psiquiátrica envolve o exame do estado mental e a história clínica. Testes psicológicos, neurológicos e exames de imagem podem ser utilizados na avaliação, assim como exames físicos. Os procedimentos diagnósticos variam mas os critérios oficiais estão descritos em manuais como a CID-10 da Organização Mundial de Saúde e o DSM-IV da American Psychiatric Association. e psicologia, consultor, pesquisador e conselheiro em dependência química e diretor editorial da revista Arquivos Brasileiros de Dependência Química
Publicado em: Revista Arquivos Brasileiros de Dependência Química
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PRESERVANDO A ORIGINALIDADE DA LITERATURA BÍBLICA
o bipolar eas drogas
Eu sou o sercel pirani, escritor e psicologo, escrevi os livros PENSAMENTOS DE UM BIPOLAR, 320 PG e o livro O BIPOLAR E AS DROGASUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. 380 PG
'http://www.sercelpirani.com.br'
ESPIRITUALIZANDO ALMAS CRISTÃS POR AMOR À VERDADE
FORJANDO OS VERDADEIROS DISCIPULOS DE CRISTO POR AMOR À CAUSA DOS JUSTOS:
O ESPÍRITO DOS SANTOS PROFETAS DESPERTA OS DISCIPULOS DO CRISTO VIVO, REVELANDO O QUE ESTÁ ESCONDIDO NASVeja teor alcoólico no sangue. PARÁBOLAS BÍBLICAS: (RM.9.1) – Digo a verdade em Cristo, não minto, testemunhando comigo, no Espírito Santo, a minha própria consciência; (1PE.2,6) – pois isso está na Escritura:
(MT.15.18) – E chamando Jesus os seus discípulos, disse: (MC.14.41) Ainda dormis e repousais? Basta! (LC.8.10) - A vós outros é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; aos demais, fala-se por parábolas, para que, vendo, não vejam, e, ouvindo, não entendam: (HB.12.25) - – Tende cuidado, não recuseis ao que fala; (LC.10.24) – pois eu vos digo que muitos profetas e reis quiseram ver o que vedes e não viram, e ouvir o que ouvis e não ouviram; (SL.78.22) – porque não creram em Deus nem confiaram na sua salvação: Vede o que o Espírito Santo nos revela ao recompormos as 116 letras e os 4 sinais, que compõem esta parábola:
(AP.2.7) – QUEM TEM OUVIDOS OUÇA O QUE O ESPÍRITO DIZ ÀS IGREJAS:AO VENCEDOR DAR-LHE-EI QUE SE ALIMENTE DA ÀRVORE DA VIDA, QUE SE ENCONTRA NO PARAÍSO DE DEUS:
(LC,20.17) – Que quer dizer, pois, o que está escrito? Quer dizer que hoje podemos ler, entender e saber ensinar que:
AGORA O CRISTO VIVO ESCREVE ENSINANDO O HOMEM A SER DE DEUS: QUER QUE O ESPÍRITO QUE É DONO DA VERDADE, ESPIRITUALIZE A ALMA QUE É DONA DA JUSTIÇA:
(JB.14.1) – Não se turbe o vosso coração, credes em Deus, crede também em mim; (EC.12.14) – porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até mesmo as que estão escondidas, quer sejam boas quer sejam más. (JÓ.33.3) – As minhas razões provam a sinceridade do meu coração, e os meus lábios proferem o puro saber: (LC.14.27) – E qualquer que não tomar a sua cruz e vir após mim, não pode ser meu discípulo: (JB.21.14) – Este é o discípulo que dá testemunho destas cousas e que as escreveu, e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro; (IS.28.26) pois o seu Deus assim o instrui devidamente e o ensina. ((1TS.5.18) – Em tudo daí graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus, para convosco.
ESPIRITUALIZANDO ALMAS CRISTÃS
FORJANDO OS VERDADEIROS DISCIPULOS DE JESUS CRISTO:
O ESPÍRITO DOS SANTOS PROFETAS DESPERTA OS DISCIPULOS DO CRISTO VIVO, REVELANDO O QUE ESTÁ ESCONDIDO NASVeja teor alcoólico no sangue. PARÁBOLAS BÍBLICAS: (RM.9.1) – Digo a verdade em Cristo, não minto, testemunhando comigo, no Espírito Santo, a minha própria consciência; (1PE.2,6) – pois isso está na Escritura:
(MT.15.18) – E chamando Jesus os seus discípulos, disse: (MC.14.41) Ainda dormis e repousais? Basta! (LC.8.10) - A vós outros é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; aos demais, fala-se por parábolas, para que, vendo, não vejam, e, ouvindo, não entendam: (HB.12.25) - – Tende cuidado, não recuseis ao que fala; (LC.10.24) – pois eu vos digo que muitos profetas e reis quiseram ver o que vedes e não viram, e ouvir o que ouvis e não ouviram; (SL.78.22) – porque não creram em Deus nem confiaram na sua salvação: Vede o que o Espírito Santo nos revela ao recompormos as 116 letras e os 4 sinais, que compõem esta parábola:
(AP.2.7) – QUEM TEM OUVIDOS OUÇA O QUE O ESPÍRITO DIZ ÀS IGREJAS:AO VENCEDOR DAR-LHE-EI QUE SE ALIMENTE DA ÀRVORE DA VIDA, QUE SE ENCONTRA NO PARAÍSO DE DEUS:
(LC,20.17) – Que quer dizer, pois, o que está escrito? Quer dizer que hoje podemos ler, entender e saber ensinar que:
AGORA O CRISTO VIVO ESCREVE ENSINANDO O HOMEM A SER DE DEUS: QUER QUE O ESPÍRITO QUE É DONO DA VERDADE, ESPIRITUALIZE A ALMA QUE É DONA DA JUSTIÇA:
(JB.14.1) – Não se turbe o vosso coração, credes em Deus, crede também em mim; (EC.12.14) – porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até mesmo as que estão escondidas, quer sejam boas quer sejam más. (JÓ.33.3) – As minhas razões provam a sinceridade do meu coração, e os meus lábios proferem o puro saber: (LC.14.27) – E qualquer que não tomar a sua cruz e vir após mim, não pode ser meu discípulo: (JB.21.14) – Este é o discípulo que dá testemunho destas cousas e que as escreveu, e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro; (IS.28.26) pois o seu Deus assim o instrui devidamente e o ensina. ((1TS.5.18) – Em tudo daí graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus, para convosco.
ESPIRITUALIZANDO ALMAS CRISTÃS
DOANDO FÉ CONSCIENTE E VIDA ESPIRITUAL EM CRISTO:
(GN.49.1) – AJUNTAI-VOS E EU VOS FAREI SABER O QUE VOS HÁ DE ACONTECER NOS TEMPOS VINDOUROS:(TB.12.6) – BENDIZEI AO DEUS DO CÉU, E DAÍ-LHE GLÓRIA DIANTE DE TODOS OS VIVENTES, POR TER USADO CONVOSCO DA SUA MISERICÓRDIA: O seu poder há de espiritualizar as almas de todos os Homens de bom senso, e de todas as Mulheres de boa fé; que alcançaram a verdade cientifica revelada na “EXORTAÇÃO DO SABER”; e que também já passaram a interagir com o Cristo Vivo, ao publicarem o chamamento que o nosso Pai Comum tem feito aos Filhos e Filhas do amor eterno, e que já começaram a renascer espiritualmente para a vida eterna.
Aqueles que buscaram as boas novas na “Bibliogenese de Israel”, já vislumbraram a herança espiritual que a Providência Divina nos legou, e também já saberão se auto-reciclar na Lei do Senhor que nos impõe a recomposição da literatura bíblica, para formar os Cristãos Conscientes que hão de consumar a Profecia Sagrada, conforme já tem sido demonstrado, assim:
(EX.) – O SEGUNDO LIVRO DE MOISÉS CHAMADO ÊXODO: OS DESCENDENTES DE JACÓ NO EGITO. Estas 60 letras e 5 sinais recompostos, revelam que: É O CONJUNTO DE EX-SEGRÊDOS: O LEGADO DE VIDA CÓSMICA E O DESTINO DOS HOMENS.
Outro exemplo:
(JR) – JEREMIAS: A VOCAÇÃO DE JEREMIAS. São 26 letras e 3 sinais que dizem: CRIEI A AÇÃO DO SER: VEJAM E SEJAM.
(JB.29.22) - RECEBEI O ESPÍRITO SANTO! (1CO.11.1) – SEDE MEUS IMITADORES COMO TAMBÉM EU SOU DE CRISTO.
(Na verdade, Deus nos concedeu o livre arbítrio, a fim de que pudessemos agir tanto divinamente, como diabolicamente; segundo a nossa formação cristã, na proporção da nossa graça em Cristo Jesus).
VIVIFICANDO O GUIA DOS GUIAS ESPIRITUAIS
REVELAÇÃO/EXORTAÇÃO
Urge difundirmos na terra, a certeza de que Jesus Cristo já vive agindo entre nós, espargindo a luz do saber em sí, criando Irmãos Espirituais, e a nova era Cristã. Eu não minto, e a Espiritualidade que esperava pela sua volta, pode comprovar que digo a verdade. Por princípio, basta recompormos as 77 letras e os 5 sinais que compõe o título do 1º. livro bíblico, assim: O PRIMEIRO LIVRO DE MOISÉS CHAMADO GÊNESIS: A CRIAÇÃO DOS CÉUS E DA TERRA E DE TUDO O QUE NÊLES HÁ: Agora, pois, todos já podem ver que: HÁ UM HOMEM LENDO AS VERDADES DO SEU ESPÍRITO: ÊLE É O GÊNIO CRIADOR QUE ESSA AÇÃO DE CRISTO: (LC.4.21) – Então passou Jesus a dizer-lhes: Hoje se cumpriu a escritura que acabais de ouvir: (JB.14.17) – O Espírito da verdade que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem conhece, vós o conheceis; porque Ele habita convosco e estará em vós. – Regozijemo- nos ante a presença do Nosso Senhor, e façamos jus ao poder que o Filho do Homem traz às Almas Justas, para a formação da verdadeira Cristandade.
(MT.26.24) – O FILHO DO HOMEM VAI, COMO ESTÁ ESCRITO A SEU RESPEITO, MAS AI DAQUELE POR INTERMÉDIO DE QUEM O FILHO DO HOMEM ESTÁ SENDO TRAIDO! MELHOR LHE FÔRA NÃO HAVER NASCIDO:
E, ao recompormos as 130 letras e os 7 sinais que compõem esse texto, todos já podem ler, saber, e entender quem é o Filho do Homem:
E O FILHO DO HOMEM É O ESPÍRITO QUE TESTA AS ALMAS DO HOMEM E DA MULHER, NA VERDADE DO SENHOR, COMO CRISTO: E EIS A PROVA QUE O FILHO DO HOMEM FOI TREINADO NA LEI CRISTÃ:
(MC.14.41) – Chegou a hora, o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores: E hoje, quem desejar interagir com o Filho do Homem e participar da obra comum da nossa criação, deve inteirar-se da fundamentação contida na “Bibliogênese de Israel”, que já está disponível na internet (Editora Biblioteca 24x7). E quem não quiser, pode continuar vivendo de esperança vã, assistindo passivamente a agonia da vida terrena, à par da auto-destruição do nosso planeta...
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