O "Journal of Substance Abuse" (volume 26 ) ano 2004, publicou, em sua última edição, artigo relacionado à associação positiva entre tratamento profissional e freqüência aos Alcoólicos Anônimos. Selecionou-se para o âmbito do estudo uma amostra de usuários de álcoolNa terminologia química, os álcoois constituem um numeroso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consumida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos potencialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxicação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decorrentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuropatia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica. (n: 473) que nunca havia ingressado em tratamento anteriormente. Para fins de avaliação, esta amostra foi acompanhada durante o início do projeto e, em seguida após primeiro, terceiro e oitavo anos de tratamento.
A análise dos dados obtidos sugeriu uma associação altamente positiva e concomitante entre a aderência prolongada ao Tratamento Profissional e a participação nos Alcoólicos Anônimos. O que se observou foi que quanto maior o tempo de permanência no tratamento profissional durante o primeiro ano de atendimento, mais freqüente tornou-se o comparecimento ao AA no decorrer do segundo e terceiro anos. Como conseqüência da adesão aos alcoólicos anônimos, a participação nos tratamentos profissionais diminuiu a partir do quarto ano, seguindo até o oitavo.
Observou-se que a associação positiva entre essas duas modalidades de tratamento conduziu a uma redução das conseqüências danosas do uso do álcool e colaborou para que não houvesse reincidência aos tratamentos profissionais nos anos subseqüentes ao início do atendimento, em vista da manutenção da abstinênciaA abstenção do uso de droga ou (particularmente) de bebidas alcoólicas, por questão de princípio ou por outras razões.Quem pratica a abstinência de álcool é chamado de “abstêmio” ou “abstêmio total”. A expressão “atualmente abstinente”, freqüentementeempregada em inquéritos populacionais, geralmente define uma pessoa que não ingeriu bebidas alcoólicas nos últimos 12 meses; esta definição não coincide necessariamente com a descrição que o próprio indivíduo faz de si como um abstêmio.O termo “abstinência” não deve ser confundido com “síndrome de abstinência” ( Deve-se, no entanto, diferenciar “abstêmio” (pessoa que não bebe ou não usa drogas) de “abstinente” (pessoa que presentemente não está bebendo, que não está usando drogas).Veja também: sobriedade; temperança. através do programa dos alcoólicos anônimos."
Autores
Rudolf H. Moos e Bernice S. Moos
Center for Health Care Evaluation, Department of Veterans Affairs, and Stanford University, Palo Alto, USA
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Comentários
minha filha saindo da clinica
tenho uma filha adicta que esta internada compulsoriamente, saiu para a ressocializaçao e pegou um cigarro da bolsa de sua prima ou seja furtou um cigarro sera que devo sugerir um prolongamento dessa internaçao, visto que ela deve sair no final de semana proximo. como devo agir
minha filha saindo da clinica
tenho uma filha adicta que esta internada compulsoriamente, saiu para a ressocializaçao e pegou um cigarro da bolsa de sua prima ou seja furtou um cigarro sera que devo sugerir um prolongamento dessa internaçao, visto que ela deve sair no final de semana proximo. como devo agir
Anaildo Gomes de Sá
Este é um alcoolotra que não quer nenhum conselho se pudessem ajudar a esta pesoa eu imploro sou a esposa dele e hoje vivo sofrendo por causa da bebida
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